quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Retornando as atividades
Após um período nebuloso das minhas obrigações estou de volta, gostaria de modificar um pouco o espaço foco e trazer a vocês um pouco de crítica e principalmente comentários sobre diversos temas, não só me ater a fatos e notícias que são veiculadas por outros meios, mas literalmente produzir um conteudo que seja útil.
Bom, pra voces pensarem mais um pouco o próximo tema será meio que invadindo a onda da televisão, marca e como paradigmas sendo rompidos ao longo dessas semanas...pensei em falar algo mais recente...até lá
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Rede de amigos é fonte mais segura de emprego
Modalidade lidera ranking de colocação no mercado de trabalho na RMR, diz DieeseRosa Falcãomailto:Falcãorosafalcao.pe@adbr.com.br
Nada como ter amigos para conseguir uma vaga no mercado de trabalho. Pesquisa divulgada ontem pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estudos Socioeconômicos) revela que a rede de contatos pessoais é disparado com 63,5% o canal mais eficiente para arranjar emprego na Região Metropolitana do Recife (RMR). Em seguida, vem o contato direto com o empregador com 20,5% e, por último, a intermediação das agências de emprego privadas (2,6%) e públicas (1,6%). No caso dos domésticos, os parentes, amigos e conhecidos com 97% representam a principal via de inserção no emprego domiciliar. O estudo foi elaborado com os dados do Sistema Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) entre 2005-2008.
Ultrapassada a etapa de identificar o meio mais ágil de conseguir colocação, o trabalhador da RMR tem outra batalha pela frente: atender às exigências do empregador para a vaga oferecida. A pesquisa do Dieese mostra que para 66,7% (dois terços) dos assalariados a contratação está sujeita ao atendimento de alguns requisitos. São eles: escolaridade com 55,4%, experiência profissional anterior com 27,9% e a comprovação da realização de cursos ou conhecimentos específicos com 17,3%. Porto Alegre apresenta o maior índice de exigências, com 80%. "As exigências são menores no Recife porque além do mercado de trabalho ser menor, o assalariamento é pequeno", comenta Sérgio Mendonça, coordenador geral do Sistema PED.
Segundo Mendonça, a surpresa na pesquisa é a identificação da rede social de contatos com amigos, familiares e pessoas conhecidas como meio predominante de obter trabalho em todas as seis regiões metropolitanas. Em segundo lugar, aparece o contato direto do empregado com o empregador. "A rede social tem peso maior do que as agências públicas e privadas na colocação dos assalariados no mercado de trabalho", destaca Mendonça. Já no serviço público, o concurso público predomina com 62%, uma exigência da Constituição brasileira desde 1988.
Para o técnico do Dieese existe um grande espaço para o setor público melhorar o canal de intermediação entre o trabalhador e o mercado de trabalho. Em sua opinião, a agência pública de emprego está estruturada para atender à demanda do empregado e não do empregador. O modelo cria um descompasso entre o demandante e o demandado, resultando na dificuldade de captação de vagas. Ele tem razão: o banco de empregos das Agências do Trabalho em Pernambuco conta com um saldo de mais de um milhão de inscritos. Na outra ponta, a agência privada funciona com pacotes de colocação de determinadas funções para atender a lógica do mercado.
Meios para obtenção de trabalho
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Hotéis precisam ser mais verdes
Por Época NEGÓCIOS Online
Hotel em Aruba: a preocupação com o verde não pode mais se restringir aos jardins
As maiores empresas do setor hoteleiro ainda não se preocupam o suficiente com a sustentabilidade. A conclusão está na pesquisa da consultoria londrina Two Tomorrows, que estudou as dez maiores companhias hoteleiras (de acordo com capacidade de hospedagem) e criou um ranking das que mais se preocupam com sustentabilidade. “Turistas e executivos reduziram um pouco os gastos com viagens e o setor está num período de recuperação que ainda deve durar algum tempo. Mas quem não investir em ações de sustentabilidade agora, vai ter ainda mais dificuldade de fazer isto no futuro”, disse em comunicado Thomas Krick, responsável pela pesquisa. Em uma escala de até 100 pontos, nenhum hotel pesquisado conseguiu mais de 55 pontos.
>>> Veja outras notícias de sustentabilidadeEm primeiro lugar, ficou os hotéis da francesa Accor. Segundo relatório, a rede reconhece boa parte dos desafios sociais e ambientais que devem ser enfrentados e já desenhou estratégias para lidar com eles. A consultoria afirma também que a Accor já está explorando iniciativas de sustentabilidade inovadoras, como a aplicação de tecnologias para economia de energia em seus prédios. O último lugar do ranking foi para os hotéis Best Western, que obtiveram seis pontos. Segundo a consultoria, um dos motivos que faz com que as empresas hoteleiras não apliquem medidas de sustentabilidade é o alto custo que algumas destas soluções podem ter. De acordo com a Two Tomorrows, estas empresas parecem não dar valor à diferenciação que sua marca pode ter com a adoção de projetos verdes. Veja tabela com o ranking de sustentabilidade das empresas hoteleiras:
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Bolsa atrai investidores com aplicações a partir de R$ 50
A popularização atual da bolsa contrasta com o passado. Segundo a BM&FBovespa, em 1994, só 9,7% do volume investido em ações era de CPFs. Hoje, 31,1% são formados pela economia de 550 mil brasileiros que apostam em papéis de empresas do País.
"Se hoje o brasileiro sente mais confiança para investir na bolsa, isso se deve a um longo trabalho educativo que tem sido feito. Ninguém mais vê a bolsa como um jogo, mas como um ambiente de negócios", explica o consultor da Bovespa José Alberto Netto Filho.
Cluiber Crescem/b>Nesta década, a Bovespa vem realizando palestras e cursos para popularizar os investimentos. Trabalhadores, donas-de-casa e até estudantes já encaram o mercado de ações com mais naturalidade. Uma das formas mais comuns de entrada nesse mundo é pelos clubes de investimentos. Por meio de um gestor, sempre vinculado a uma corretora, amigos, parentes ou colegas de trabalho aplicam na bolsa. No Brasil, já existem 2.820 deles, com cerca 150 mil cotistas, com investimento total de R$ 11 bilhões.
O servidor público Marcelo de Souza, 37 anos, montou no dia 7 de janeiro o Seven ("sete" em inglês) com dois amigos. Além de ter usado seu número de sorte, ele estudou previamente o assunto e comemora rentabilidade de 150% nos últimos seis meses./p>
Outro caminho para as pessoas físicas entrarem na bolsa é individualmente. Usando o Home Broker da Bovespa, conseguem comprar e vender papéis de casa ou do trabalho pela Internet, desde que estejam também credenciados em uma corretora. Esse módulo, no entanto, é desaconselhável para quem pretende investir quantidades pequenas pelos custos com manutenção e por cada compra e venda. A partir de R$ 10 mil, já pode ser viável. A administradora Graciane Bassani, de 29 anos, há dois vendeu seu carro para investir na bolsa e preferiu operar diretamente. Sua intenção era depois se desfazer das ações para comprar outro veículo, mas decidiu continuar no mercado. "Na época da crise, fiquei assustada. Mas graças às orientações que tive na corretora, resolvi manter o investimento. O prejuízo foi recuperado", conta.
Gabriel Leal, sócio da XP Educação, ligada à XP Investimentos, diz que ainda é comum, entre iniciantes, a expectativa de rendimento médio. Essa certeza, o mercado não dá. "A coisa mais importante é informação. Ninguém pode entrar numa partida de futebol sem conhecer as regras", compara o empresário, cujo grupo tem 50 mil clientes e espera quadruplicá-los em dois anos.Otimismo, mas com muita cautelaO maior controle sobre o sistema financeiro tem evitado prejuízo para investidores, mas golpes continuam sendo dados. A Internet é território vasto para trapaças de todos os tipos. Até pessoas conhecidas podem atrair iniciantes, com promessas de lucro fácil, e sumir com o dinheiro das vítimas. Negociar com empresas credenciadas dá mais segurança.
O superintendente de Proteção e Orientação aos Investidores da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), José Alexandre Cavalcanti Vasco, diz que nada impede o pequeno investidor de preferir corretores conhecidos, desde que verifique suas credenciais. "Fomos procurados por vítimas de golpes numa cidade do interior, aplicados por alguém muito conhecido no local", alerta ele.
Precauções para investidopresCorretoresAntes de aplicar na bolsa, comprando ações, verifique se a corretora está registrada na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), pelo site www.cvm.gov.br ou no 0800-7225354 (de segunda à sexta-feira, das 8h às 20h). É aconselhável verificar também se a corretora está cadastrada na Bovespa, pelo site www.bovespa.com.br. Caso seja contactado por funcionário da corretora, procure ver se o profissional realmente pertence ao quadro da empresa. Não confie em telefones impressos em panfletos: ligue para o número da corretora que consta no site da CVM ou foi informado pelo 0800 da comissão de valores.
Clubes de investimentosPara aturem na bolsa, eles precisam estar vinculados a uma corretora. Por isso, é preciso saber com qual empresa está operando e verificar a confiabilidade dela repetindo os passos acima. Caso seja um clube operado por agente autônomo (pessoa física que não é funcionário de corretora), seu nome precisa constar em lista da CVM, no item "Participantes do mercado", no site da instituição. O site da Bovespa tem lista com os nomes dos clubes e parte deles até divulga balanços no endereço. Se a pessoa for convidada a participar de clube operado por funcionário de operadora, veja se ele é realmente vinculado a ela, fazendo o mesmo procedimento indicado para quem compra ações.
Fundos de açãoAntes de aplicar nesse tipo de investimento, consulte a rentabilidade do fundo e a taxa de administração para saber se é compatível com seu perfil. A comparação entre os fundos pode ser feita no site www.portaldoinvestidor.gov.br, mantido pela CVM. Lá, existem também informações sobre a carteira de investimentos deles.
TransparênciaClubes de investimentos têm obrigação de prestar contas a seus cotistas sobre seus resultados. Pelo menos uma assembleia ordinária tem que ser realizada por ano e todos os participantes precisam ser informados com pelo menos oito dias de antecedência. Gestores mais transparentes procuram fazer reuniões periódicas para discutir suas estratégias.
Oferta de ações ou títulosQualquer oferta de ações ou de qualquer valor mobiliário tem que ser registrada na CVM e pode ser confirmada no seu site. São cada vez comuns os golpes na Internet. Desconfie de títulos com promessa de rentabilidade muito alta. A CVM também alerta que não há autorização para operações do tipo Forex no Brasil. Alguns sites no exterior estão atraindo brasileiros para transações virtuais baseadas na compra e venda simultânea de moedas, o que não é permitido.
FalsificaçõesÉ preciso cuidado total contra falsificação, já que a sofisticação dos golpistas é muito grande. Pretensos operadores chegam a apresentar documentos falsos de corretoras existentes. Outras vezes a vítima é induzida a acessar um site de fachada. Não se oriente apenas pela propaganda. Por isso, é importante confirmar o vínculo do intermediário e o credenciamento da corretora.
Invertia
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Darwinismo Competitivo
Já apresentada aqui no A Bordo da Comunicação, Lívia participou da seção 'extra' no dia 05 de outubro e agora essa administradora com gestão em Marketing volta e agora para ficar. A partir de hoje Lívia fará parte da equipe do A Bordo como colaboradora.
A sobrevivência dos mais capazes
Nunca ouviu falar em seleção natural?
Muito se fala em hipercompetitividade, basta que se fale em mercado e, logo vem à mente uma combinação de oferta e muita, muita demanda. No entanto, para que exista demanda é necessário que se tenha uma infinidade de ofertas que supra a necessidade e o desejo de um determinado público. Todas as transformações que ocorrem na esfera mercadológica correspondem ao melhor desempenho em comunicação e inovação.
Desta feita, é possível fazer uma analogia entre a arena competitiva e a teoria proposta por Charles Darwin (1809-1882), publicada no livro “A origem das espécies”. O ensinamento fundamenta-se na evolução dos seres vivos que sobrevivem por meio da seleção natural (site Brasil Escola).
A proposta foi realizada de acordo com algumas observações feitas pelo naturalista:
- O rápido crescimento populacional;
- A relativa estabilidade quanto ao contingente populacional, limitada pelas condições ambientais;
- Os organismos de uma mesma população manifestam capacidades diferenciadas para uma mesma condição, podendo a característica em questão, conformar uma situação favorável ou desfavorável à sua existência;
- Boa parte das aptidões é transferida hereditariamente.
Sobrepõe-se essa teoria para o mercado consumidor:
- O rápido crescimento do mercado possibilita a abertura de organizações dispostas a oferecer determinado produto ou serviço;
- Ao contrário do que propôs Darwin, ainda não há uma relativa estabilidade, tendo em vista que as condições ambientais nem sempre limitam a estratégia de crescimento das organizações;
- Este item pode ser adaptado aos diferentes públicos dispostos a trocar tempo e dinheiro por produtos e serviços. O estudo do comportamento do consumidor é uma ação primordial na identificação dessas capacidades diferenciadas. E essas capacidades podem ser vistas como a estratégia de diferenciação de uma empresa, no que tange ao objetivo de se destacar, às vezes favorável ou não.
- Aqui, destaca-se a estratégia utilizada por algumas organizações: benchmarking, ou seja, é uma metodologia cujo objetivo é comparar produtos, serviços e práticas empresariais entre os mais fortes concorrentes ou empresas reconhecidas como líderes.
A partir desses breves comentários e observações, pode-se afirmar que na arena competitiva sobrevivem as organizações que possuem melhores estratégias e capacidade de crescimento, de fato, resistem àquelas que estão aptas e acompanham o crescimento do mercado. Por mais que estes temas sejam considerados cotidianamente, nunca é demais observar o crescimento sob outras óticas, pois capacita o processo de criatividade.
O Darwinismo Competitivo pondera que o planejamento estratégico, as ações de comunicação, planos de marketing, estudos de novos produtos e serviços, estudo do comportamento do consumidor, pesquisa de mercado e outras ferramentas mercadológicas e administrativas sejam pontos chaves para que a sobrevivência gere crescimento; considere as limitações ambientais, tendo em vista as estratégias de sustentabilidade ambiental; acione o processo de conhecimento do mercado - quanto mais completo e periódico mais é possível planejar ações personalizadas; e ser eficaz: fazer bem e fazer bem feito, para que a organização se torne um líder e um concorrente diferenciado.
Vale mencionar que citei a nomenclatura, Darwinismo Competitivo, depois de ler um artigo sobre Comunicação (como fator estratégico da empresa), escrito por Ivan Pinto (2006), para a revista ESPM. E isto tem muito de Marketing Estratégico, que corresponde a comunicar com clareza e entregar exatamente o que o consumidor/cliente percebeu na comunicação.
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Faltam profissionais qualificados para gerenciar projetos
Por Flávia Furlan Nunes - InfoMoney
O problema é que faltam profissionais capacitados para isso.
A abordagem do gerenciamento de projetos está ganhando espaço nos mais diversos setores por possibilitar o melhor uso dos recursos disponíveis para atingir objetivos definidos pela empresa.
Para ser um gerente de projetos, o profissional pode ser formado em Administração, Processamento de Dados, Engenharia, Economia, Ciências da Computação e outros cursos, desde que possua interesse em gerenciar projetos.
O que ele deve ter?
Uma pesquisa realizada pela PMI São Paulo revelou quais as características que os profissionais que atuam como gerentes de projetos devem possuir. Dentre elas estavam liderança (89% das respostas), comunicação (78%) e conhecimento em gerenciamento de projetos (75%).
O levantamento ainda mostrou que 88% dos projetos que foram realizados por gerentes de projetos capacitados obtiveram êxito em seus resultados, já que esses profissionais têm competência para instigar a aplicação prática de soluções inovadoras e coerentes ao propósito do projeto, mitigando riscos e diminuindo custos.
O estudo, realizado com 373 empresas de nove estados, ainda aponta que a carreira de gerenciamento de projetos tem se mostrado bastante promissora nas pequenas e médias empresas, além das organizações de grande porte.
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Brasil é o 3º país em número de projetos para redução de CO2
O Brasil é o terceiro país do mundo em número total de projetos de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), atrás somente da China e da Índia. Os projetos são uma forma de reduzir as emissões de gases do efeito estufa, que provocam o aquecimento global, em países em desenvolvimento. O corte de emissões ocorre, por exemplo, com a implantação de tecnologias mais limpas ou a substituição de combustível poluente por outro menos sujo.
Os projetos fazem parte dos mecanismos de flexibilização previstos pelo Protocolo de Kyoto para que os países industrializados atinjam suas metas de redução de emissões de gases do efeito estufa e para que nações emergentes sejam incentivadas a serem mais sustentáveis. Isso ocorre porque a diminuição das emissões pelos projetos gera a Redução Certificada de Emissões (RCE), espécie de títulos que podem ser comercializados no mercado global. Como os países industrializados precisam cortar cerca de 5% de suas emissões de gases-estufa até 2012, eles podem adquirir esses títulos para auxiliar no cumprimento de suas metas.
Até agora, existem 5.430 projetos de MDL no mundo. Desse total, o Brasil responde por 417 (8%). A China e a Índia estão na frente, com 37% e 27%, respectivamente. E, atrás do Brasil, estão México (4%) e Malásia (3%). Em relação ao potencial de redução de emissão com os projetos, o Brasil também é o terceiro (6%). A China tem, sozinha, quase metade dos cortes de gases-estufa (48%). Segundo José Miguez, coordenador-geral de Mudanças Globais de Clima do Ministério da Ciência e Tecnologia, isso ocorre porque os chineses usam muito carvão em sua indústria e para produção de energia, e sua substituição reduz as emissões.
O potencial dos projetos brasileiros totaliza uma redução de emissão de 367 milhões de toneladas de gases-estufa para um período médio de sete anos e pode ser comparado às emissões do desmatamento do cerrado em um ano (350 milhões de toneladas de carbono, segundo o Ministério do Meio Ambiente).
INDÚSTRIA QUÍMICA
Foi principalmente por meio de projetos de MDL que a indústria química conseguiu reduzir suas emissões de gases-estufa nos últimos anos no País. Dados da Associação Brasileira da Indústria Química mostram que só as emissões de óxido nitroso (N2O) passaram de 20,7 mil toneladas em 2002 para 3,1 mil toneladas em 2007. E as emissões de gases-estufa caíram de 8,2 bilhões de toneladas para 3,2 bilhões de toneladas no mesmo período.
Os projetos de MDL mais comuns no Brasil estão na área de energia renovável (48,9%). Em segundo lugar, está a suinocultura (16%), com o tratamento de dejetos suínos e reaproveitamento de biogás. Depois, aparece a troca de combustível fóssil (10%) e a captura de gás em aterro sanitário (9%) - caso do aterro Bandeirantes, em São Paulo.
Segundo Flavio Rufino Gazani, presidente da Associação Brasileira das Empresas do Mercado de Carbono, a energia renovável lidera a lista por causa dos projetos de geração de energia pela queima do bagaço da cana-de-açúcar e de Pequenas Centrais Hidrelétricas. As áreas de eficiência energética e florestal têm grande potencial de crescimento no Brasil, segundo Gazani. Na primeira, o projeto pode fazer a redução do consumo de energia numa indústria, com a troca de equipamentos ou a automatização. No setor florestal há novos projetos, como o de plantar "florestas energéticas" - eucalipto que pode ser usado depois para fazer carvão vegetal.(AE)
Espanha é já o maior investidor estrangeiro nas energias renováveis E.U.
Os exemplos da presença no mercado espanhol de energias renováveis E.U. falam por si: Gamesa é o quarto maior produtor de aereogeneradores, a Acciona tem dois parques eólicos, a Iberdrola adquiriu e PPM Energy Comunity através da Scottish Power, a Abengoa é líder em biocombustíveis e construir a maior instalação solar em todo o mundo, em Phoenix (Arizona). Duas semanas atrás, Washington foi realizada no terceiro congresso mundial de energias renováveis, um evento cuja sede seguinte poderia ser na Espanha.
Mais cedo, uma delegação espanhola liderada pelo Secretário de Estado do Turismo e Comércio, Pedro Mejía e secretário-geral de Energia, Ignasi Nieto, percorreu os E.U. em busca de novas oportunidades.
A representação do setor privado espanhol era pesado, com os líderes da Abengoa, Acciona, Elecnor, a Endesa, a Gamesa, Iberdrola Renovables, Isofoton Isolux, Siliken, Solaria e Unión Fenosa, além dos presidentes da Associação dos Produtores de Energias Renováveis, Joseph María González Vélez, e da Câmara de Comércio dos Estados Unidos na Espanha.
Malet acredita que existem cerca de 100 empresas espanholas poderiam encontrar um nicho nesse mercado. Na sua opinião, o exame do mapa é essencial “, devem estar localizadas em estados com a opinião pública favorável e legislação. Este é o caso da Califórnia, Texas, Iowa, ou Minnessotta Colorado. Até 27 Estados se comprometeram em 2020 para 20% da sua geração de energia proveniente de fontes renováveis.
Os incentivos fiscais ao investimento no sector das energias renováveis continuará suculento. Encontros PCT (créditos fiscais de produção) “será renovado este ano”, disse Malet, “de modo que um quadro estável é esperada até 2014 ‘.
Executivo aposta federalAl seguinte, como em muitos outros aspectos, as duas de quatro administração anos de George Bush ter conotações tornam-se de uma ruptura na política de combate às alterações climáticas. A administração Bush recusou ratificar o Protocolo de Quioto, mas ninguém duvida que o próximo ocupante da Casa Branca aposta muito clara por energias renováveis. O Partido Democrata sempre foi mais sensível ao aquecimento global, no qual seus dois potenciais candidatos (Barak Obama mais do que Hillary Clinton) são muito pró-ativo. Mas mesmo o candidato republicano, John McCain, é um ambientalista de renome. Além do controle de emissões, entre políticos pesar a possibilidade de reduzir a dependência do petróleo de países terceiros.
Credibilidade não se compra, certifica-se.
Essa certificação, para nós, ratifica o compromisso em oferecer aos nossos clientes e ao mercado sergipano um produto de qualidade diferenciada. Este compromisso equivale à admiração e o respeito para com os fornecedores e colaboradores, tendo como objetivo a participação efetiva no desenvolvimento e na credibilidade do segmento de pesquisas de opinião em nosso estado.
Alexandre Maynard Wendel
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Estratégia de sobrevivência nas vendas
Maribela Freitas (www.expresso.pt)
"A área das vendas é muito importante. É frequente as equipas investirem em publicidade e ficarem com excesso de encomendas por satisfazer porque criaram demasiada procura, o que se torna prejudicial e afecta a cotação de mercado", revela Leonardo Carvalho, antigo participante no Global Management Challenge.
Seja qual for a estratégia de actuação planeada para a competição, as vendas nunca podem ser descuradas. Tal como a decisão de permanecer ou sair de um mercado deve ser ponderada. Isto porque, explica Leonardo Carvalho, "dificilmente se consegue compensar em número de vendas a saída de um mercado. Contudo, se os custos forem racionalizados e o volume de produção redimensionado, começamos a trabalhar com maior margem e mesmo assim as vendas é que ditam se as decisões tomadas foram um sucesso ou um fracasso". Ao que parece, esta é uma área sensível das estruturas empresariais e que deve ser tratada com todo o cuidado.
Para que as equipas presentes no desafio não errem neste sector, Leonardo Carvalho deixa à laia de conselho que "criem um modelo analítico para facilitar a tomada de decisão, pois a área das vendas é tipicamente de difícil consenso entre as pessoas mais orientadas para o marketing e as de finanças".
Na perspectiva deste antigo participante o Global Management Challenge é um óptimo espaço de aprendizagem e aplicação de conhecimentos. Estudantes e quadros têm muito a aprender com esta competição que na opinião de Leonardo Carvalho funciona como um "mini MBA".
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Pesquisa revela que milhões de brasileiros trocaram ou venderam votos
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Construções, implantações e renovações de hotéis
Segue o título desta postagem o link direto para o site.
Não pude postá-la diretamente porque o endereço eletrônico é bloqueado, mas segue a notícia que por sinal é muito interessante não só para o setor como também para servir de modelo de plano de negócios, muito bom aproveitem.
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Como fazer uma análise de mercado
Mas afinal, qual o significado de uma análise de mercado?
A análise serve para você chegar a duas e apenas duas conclusões.
O que os seus clientes querem?
Não importa muito se você acha o produto genial, lindo e maravilhoso, você precisa saber o que seu potencial cliente acha. Se você está querendo lançar um produto já existente, descubra o que as pessoas gostam nele e copie ou faça melhor do que o já existente. Descubra os problemas enfrentados pelos clientes e evite que sua versão tenha esse problema.
O que os seus concorrentes oferecem?
Lembre-se que se você acha que não terá competição há algo errado. Mesmo sendo um produto totalmente novo, ele precisa satisfazer uma necessidade já existente. Imagine que você era um vendedor de celulares na antiguidade, sua concorrência seriam os treinadores de pombos-correio. Baseado no que os clientes querem, analise como você está em relação aos concorrentes. Aqui vale muito a criatividade para pensar em como superá-los.
Na prática, existem 2 formas de conseguir essas informações.
Procurar informações em internet, jornais, etc. pode ser uma boa possibilidade, mas dificilmente te dará ideias muito específicas. Recomendo essas fontes apenas para dar uma noção do potencial de mercado, as informações mais úteis virão na pesquisa de campo.
Em algum momento será necessário perguntar diretamente ao cliente o que ele quer, reuniões presenciais são a melhor opção. Cara-de-pau e um bom papo farão muita diferença. Afinal de contas, as pessoas são ocupadas, não é fácil pedir para elas pararem suas vidas por um tempo só para te passar informações. Também nunca se esqueça da ética no processo.
Logicamente dependendo do tipo de negócio as informações serão obtidas de formas diferentes, mas no final não são as planilhas, relatórios, estudos, etc. que importam, são as conclusões criativas sobre como satisfazer o cliente de uma forma melhor do que ele é satisfeito hoje em dia.
Caso tenham histórias ou sugestões sobre como fazer melhores análises de mercado, por favor nos mandem.
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Mercado brasileiro cresceu 20%, diz pesquisa da FGV
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Valor total das 100 maiores marcas cai pela 1ª vez em dez anos
O valor é US$ 55 bilhões - ou 4,6% - inferior ao do ano passado. A Interbrand atribui a queda à recessão econômica em vários países do mundo este ano.Não houve mudança na posição das cinco primeiras marcas do ranking em relação ao ano passado - Coca-Cola, IBM, Microsoft, GE e Nokia.
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Steve Jobs is back
A Apple vendeu mais de 100 milhões de iPods Nano, o que faz do Nano o mais popular tocador de música do mundo
Porque o mercado de vídeos está bombando lá fora.
Porque o mercado de vídeo já é uma realidade lá fora e o líder de mercado nesse segmento será destruído por uma multinacional.
Do que eu estou falando?
Faz alguns anos que a filmadora portátil mais vendida nos EUA chama-se FLIP. A FLIP é uma filmadora simples, compacta, sem firulas, criada por uma pequena empresa agressiva, que chegou comendo pelas beiradas, tirando o mercado da Sony etc, e em alguns anos se transformou em um ícone de consumo americano.
Infelizmente, a FLIP nunca chegou a ser comercializada no Brasil. Por algum motivo, os milhares de brasileiros que vão todos os anos para os EUA não perceberam a FLIP nas lojas americanas, ou perceberam, mas acharam a FLIP muito "chumbrega" para fazer filmes decentes.
A FLIP é um típico caso de uma pequena empresa inovadora que inventou um produto quebra tudo, criou um mercado praticamente sozinha, e quando precisava de dinheiro para expandir, se vendeu para uma grande multinacional. Faz pouco mais de um ano que a FLIP foi comprada pela Cisco.
Mais uma vez a Apple vai se aproveitar de um mercado inventado por outros para conquistá-lo com DESIGN, SOFTWARE (iTunes) e CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO (Lojas Apple).
A Apple não inventou o MP3, quem inventou comercialmente foi a Rio e a Creative Labs, mas ambas não entenderam o que tinham na mão. A Apple não inventou o SmartPhone, mas, bye bye everybody, o mundo é do iPhone. A Apple não inventou a filmadora portátil, MAS, a Apple entende de CLOUD COMPUTING (a seu modo) mais do que ninguém, e está bem posicionada para arrebentar nos vídeos.
Enquanto isso... no quartel general da Cisco...em alguma torre de mármore em alguma cidade grande... alguns engravatados estão fazendo suas planilhas sem qualquer entendimento de FLIP, NanoFlip etc.
É assim que se mata um produto FANTÁSTICO... você dá para uma grande multinacional que não entende nada do assunto e deixa eles se estreparem sozinhos.
Enquanto isso, em uma das 1.500 Apple Stores espalhadas pelo mundo, os 50 mil vendedores treinados e fanáticos por Apple estão metralhando e EVANGELIZANDO o novíssimo iPod NanoFlip nesse exato momento para as mais de 3 milhões de pessoas que visitam as lojas da Apple DI-A-RI-A-MEN-TE.
FIM DO EVENTO. Como eu falei, NASCEU um gigante. Em 02 anos, a Apple vai DOMINAR completamente o mercado de filmadoras portáteis.
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
França quer bem-estar como indicador
O país vai adaptar as ferramentas estatísticas conforme o recomendado por dois prêmios Nobel que Sarkozy contratou 18 meses atrás para analisar novas maneiras de medir o progresso social. A França - cujo crescimento ficou abaixo de países similares nas últimas décadas, em indicadores padrão - também vai tentar convencer outros governos a mudar o acompanhamento econômico.
O presidente deu as declarações em discurso pelo primeiro aniversário da quebra do banco americano Lehman Brothers.
“Uma grande revolução está esperando por nós. Por anos as pessoas disseram que as finanças eram um criador formidável de riqueza, só para descobrir um dia que isso acumulou tanto risco que o mundo quase caiu no caos”, disse Sarkozy.
“A crise não só nos deixa livres para imaginar outros modelos, outro futuro, outro mundo. Ela nos obriga a fazer isso.”
Medir o bem-estar faria a economia francesa - famosa por sua curta semana de trabalho e pelos generosos benefícios sociais - parecer mais promissora.
Sarkozy pediu ao americano Joseph Stiglitz, ganhador do Nobel de Economia de 2001, e ao indiano Armatya Sen, Nobel de 1998, para liderar a análise. Sen ajudou a criar o Índice de Desenvolvimento Humano das Nações Unidas, indicador anual de bem-estar social que ajuda a formular políticas internacionais que levem em conta padrões de saúde e qualidade de vida.
O relatório dos economistas, entregue hoje a Sarkozy, recomenda transferir o foco estatístico do Produto Interno Bruto (PIB), que mede a produção econômica, para o bem-estar e a sustentabilidade. Eles defendem que mensurar a renda familiar, o consumo e a riqueza, em vez da produção da economia como um todo, reflete melhor os padrões da vida da população. Atividades fora do mercado, como a limpeza de casas, também devem ser consideradas.
O novo modelo também prega mais importância para a distribuição de renda e riqueza e para o acesso à educação e ao sistema de saúde. Também deve ser considerado se os países estão consumindo em excesso seus recursos econômicos e prejudicando o meio ambiente.
(Associated Press)Carregando...
Os 10 mandamentos do gerenciamento de projetos
II – Não tolerarás equipes inchadas. Uma boa maneira de começar com o pé direito é garantir que a equipe do projeto terá o tamanho certo. Equipes maiores são mais difíceis de motivar e administrar, e as personalidades podem ficar no meio do caminho, atrapalhando o trabalho. Não existe um tamanho ideal para a equipe, mas uma boa regra empírica é ter uma pessoa para cada papel e um papel para cada pessoa. Se alguns integrantes tiverem que desempenhar mais de um papel, tudo bem – se você for errar o dimensionamento, erre a favor de uma equipe menor.
III – Exigirás dedicação de todas as áreas envolvidas. Se a área de TI aceitar um prazo apertado, mas parte dos documentos de projeto precisar ser aprovado pelas demais áreas da organização, e elas não estiverem comprometidas da mesma forma, o projeto acaba virando uma gincana. Se as áreas de negócio aceitam um prazo apertado, mas dependem de um aplicativo a ser desenvolvido pela área de TI, que não está comprometida da mesma forma, o projeto também acaba virando uma gincana. O gerente de projeto deve se posicionar de forma a que todas as áreas diretamente envolvidas no sucesso do projeto estejam comprometidas, e disponíveis na medida da necessidade, desde o princípio.
IV – Estabelecerás um comitê para analisar o andamento. O comitê de acompanhamento, qualquer que seja seu título oficial, é o corpo diretivo do projeto. Ao mesmo tempo em que lida com questões relacionadas às políticas e estratégias da empresa, ele pode e deve remover as lombadas e obstáculos do caminho do projeto. Um arranjo típico envolve reuniões quinzenais das áreas de gerência intermediária envolvidas no projeto, para analisar seu andamento e verificar como se envolver das formas descritas acima.
V – Não consumirás tua equipe. O ‘burnout’, ou esgotamento físico e mental dos membros da equipe, causado pelo stress e esforço das atividades, não é incomum. Fique atento às necessidades das pessoas e evite este efeito que reduz a efetividade da equipe – não planeje de forma que o envolvimento das pessoas vá exigir sacrifícios incomuns e continuados. Em particular, evite o efeito do envolvimento serial: o popular efeito “sempre os mesmos” – pessoas que se destacam por resolver bem os problemas que recebem, e assim acabam sendo envolvidos em mais projetos do que seria racional, gerando stress para elas, e disputa de recursos para os projetos.
VI – Buscarás apoio externo quando necessário. Adotar consultores em gerenciamento de projetos é uma forma de prevenir o esgotamento. Além de aumentar as equipes, os especialistas externos muitas vezes podem trazer valiosas novas idéias, perspectivas e energias. É essencial trazer o profissional certo no momento certo: especialistas nos aspectos técnicos e de mercado não são a mesma coisa que especialistas em gerenciamento de projetos. Considere as características do projeto e da equipe antes de definir o tipo de apoio externo necessário.
VII – Darás poder às tuas equipes. Equipes de projeto que já estejam se esforçando para cumprir seus escopos e prazos não precisam ter preocupações adicionais com questões formais como o preenchimento de formulários de registro de atividades para seus departamentos, ou participação em reuniões periódicas de seu órgão de origem. Ao invés disso, eles devem ter o poder discricionário de dedicar-se às atividades essenciais e que agregam valor ao projeto, e a estrutura deve se esforçar para adaptar-se a estas condições. Mas é importante que os membros da equipe correspondam a esta confiança, saibam claramente o que se espera deles e de que forma devem usar sua iniciativa.
VIII – Usarás ferramentas de gerenciamento de projetos. Tarefas mundanas de gerenciamento de projetos podem ser automatizadas. Procure ferramentas que ofereçam acompanhamento do andamento, gerenciamento de tarefas, gerenciamento do fluxo de trabalho e análise de recursos, e que funcionam em uma plataforma de Intranet que promova o compartilhamento e a comunicação. Mas lembre-se de que usar tecnologias que acrescentem uma camada extra de complexidade a um projeto já desafiador por si pode não ser uma boa idéia.
IX – Reconhecerás o sucesso. Todos os participantes do projeto devem ser reconhecidos de forma positiva pelo esforço que praticaram. As recompensas não precisam ser extravagantes. É fundamental que a origem real do reconhecimento – seja a Presidência, a direção da filial regional, o principal patrocinador do projeto ou o seu gerente – fique clara para todos, e que se manifeste de forma tão individual e personalizada quanto possível.
X – Não tolerarás gambiarras. Políticas sólidas de gerenciamento de projetos devem eliminar antecipadamente a tentação de recorrer a alternativas rápidas e rasteiras, que só levam a erros, desperdício, retrabalho e frustração.
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
A oitava ferramenta da Qualidade
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Onde inserir, no Mercado de Trabalho, tantos doutores?
terça-feira, 1 de setembro de 2009
10 habilidades em Gerenciamento de Projetos que podem ajudar à sua carreira
Published in Habilidades do GP |
Autor: Michelle LaBrosse, PMP
Estas dicas importantíssimas foram publicadas na newsletter de Agosto do PMI Sâo Paulo. Sugiro uma leitura minuciosa e colocar em prática para o desenvolvimento do soft skill dos gerentes de projetos.
1. Mostrar resultados. Gerenciamento de Projeto é a arte e a ciência de se fazer as coisas acontecerem. Quando você melhorar suas habilidades em Gerenciamento de Projetos, você saberá como fazer acontecer mais rapidamente e eficientemente, e ainda mais importante, você aprende como documentar os resultados. Em nossa carreira, comumente só somos bons pelas nossas últimas decisões. Você não pode ser um profissional de acertos únicos. Em vez disso, poderá, como um gráfico, ano após ano, mostrando sucesso após o sucesso.
2. Ser eficiente. Quando você aplica os princípios de Gerenciamento de Projetos no seu trabalho, na sua casa ou vida, você parar de reinventar a roda. O Gerenciamento de Projetos ensina você como tornar mais eficiente o uso dos recursos para gerar o melhor resultado no menor período de tempo. Ao final de cada projeto, você captura as melhores práticas e lições aprendidas, criando uma documentação de valor incalculável com erros e acertos. Soa muito bom para ser verdade? Bons Gerentes de Projetos o fazem em todos os projetos, e você pode também.
3. Criar um diálogo permanente. Um erro comum em Gerenciamento de Projetos e no time de projetos é o pressuposto que uma reunião basta para que todos possam seguir o trabalho do projeto e, em seguida, termina a comunicação, e de algum modo tudo magicamente será terminado. Suas competências de comunicação não são sobre o seu vocabulário. Elas são sobre a forma como você gerencia sua comunicação. Você está comunicando com freqüência suficiente e com clareza? Está comunicando o que é relevante? Você está comunicando o seu sucesso?
4. Jogar bem com os outros. As pessoas ouvem a palavra trabalho em equipe, e eles resmungam ou eles dizem que eles são, obviamente, um jogador da equipe. É por isso que eu queria trazê-lo de volta para o lugar em nossa mente, no jardim da infância, chamada: Caixa de Areia. Você brinca bem com os outros? Será que as outras pessoas querem estar na sua equipe? São respeitados por você? Você ouve ativamente o que os outros têm a dizer? Bons Gerentes de Projetos sabem quando devem conduzir e quando sair do caminho. Quando alguém é entrevistado, você sabe o que essa pessoa está pensando: Posso trabalhar com ele? Será que o meu trabalho será bom com ela?
5. Deixar sua confiança brilhar. Quando alguém mostra confiança, todos na sala sentem também.
6. Manter seus Compromissos. Errar nos prazos e projetos que escorregam em rachaduras são erros assassinos na carreira. As habilidades de Gerenciamento de Projeto têm como foco o cumprimento de marcos e resultados que constroem sua reputação e dá aos membros do projeto uma razão para confiarem em você. “Sei que posso sempre contar com ela para fazer o trabalho.” Esta citação pode, e deve, ser sobre você.
7. Manter a calma. Bons Gerentes de Projetos não se desesperam. Eles podem permanecer calmos e no controle, porque eles têm documentações que contém todas as Informações críticas do projeto.
8. Adaptação a mudanças. Não ignore a mudança. Empresas mudam. Prazos se alteram. As pessoas vêm e vão. Bons Gerentes de Projetos sabem que muitas vezes tem que adaptar os planos e documentar o que mudou e quais serão os impactos das mudanças no projeto inteiro.
9. Saiba o que você não conhece. Quais são seus pontos fortes e fracos? Quais as competências que você precisa para se deslocar a partir do “status quo” para o próximo nível? Uma vez que você tenha uma base sólida de Gestão de Projetos, continue crescendo nestas habilidades. Não estagnar, aprendizagem contínua e uma sede de conhecimento são sempre atraentes para os empregadores e membros da equipe.
10. Liderança com propósito e paixão. As pessoas vão acompanhar aqueles que sabem o que que estão fazendo e que pode gerar resultados. Gerenciamento de Projeto é uma poderosa ferramenta de liderança, pois não só nos mostra como manter o nosso olhar sobre o prêmio e da finalidade, mas é também sobre a paixão de conquistar o sucesso. Nada melhor do que o sentimento de realização.
Fonte: Published in PM World Today – September 2007 (Vol. IX, Issue IX)
http://www.pmworldtoday.net/tips/2007/sep.htm#4 ou Versão PDF
http://www.pmforum.org/library/tips/2007/PDFs/LaBrosse-9-07.pdf
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Vende-se conhecimento
Ciça Vallerio - O Estado de S. Paulo
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Felipe Rau/AE
PAULA - Investiu em um curso de administração - .Bem que André Staffa poderia curtir sua aposentadoria, após 42 anos de labuta. Mas a vida mansa nunca esteve em seus planos. Para quem foi um alto executivo, puxar o freio de mão de repente e parar de trabalhar seria frustrante. "Não queria ficar em casa de pijama, assistindo à sessão da tarde na TV", confessa. A solução foi tornar-se consultor – profissão que está cada vez mais comum no Brasil, assim como em mercados internacionais.
Trabalhar como consultor tem sido uma alternativa para profissionais de alto escalão que perderam o posto, ficaram desempregados e, por causa da idade, dificilmente conseguiriam uma recolocação. Ou para aqueles que decidiram deixar para trás a vida estressante que tinham, ocupando um cargo de comando, e estão em busca de maior autonomia e qualidade de vida. Em ambos os casos, o conhecimento e a experiência adquiridos são os bens mais valiosos de um consultor, que passa a vendê-los para várias empresas.
André Staffa, de 57 anos, é um bom exemplo. Depois de 20 anos na direção dos hospitais São Luiz, ele encerrou sua vida de executivo, tirando das costas a responsabilidade de conduzir 5 mil funcionários. Apesar do reconhecimento profissional, com direito a honrarias, passou a apostar numa nova trajetória. "Como consultor na área de saúde, posso transmitir meu conhecimento para outras empresas, mas com mais liberdade", avisa. Só tem um problema: desde que largou seu posto de presidente, há sete meses, engatou tanto trabalho que não conseguiu diminuir seu ritmo como sonhava. "Esse não era o espírito da coisa", diverte-se, esbanjando bom humor. A diferença é que, agora, Staffa tem autonomia para aceitar ou recusar um trabalho.
Ao que tudo indica, assumir esse novo caminho profissional está em alta. No último levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro dos Consultores de Organização (IBCO), referente ao período de 2006 a 2008, o volume de negócios aumentou em 70% para os 137 consultores espalhados pelo Brasil que responderam ao questionário. Com relação ao futuro, a perspectiva da maioria é de mais crescimento no setor. Mas, se por um lado o mercado de consultoria está em plena ascensão, a concorrência também aumentou, acreditam 86% dos entrevistados. Com isso, clientes tornaram-se mais exigentes na hora de escolher um profissional.
"O setor deu um salto", atesta Luiz Affonso Romano, presidente do IBCO, uma instituição sem fins lucrativos, e membro do ICMCI (International Council of Management Consulting Institutes). "O crescimento trouxe também gente despreparada, que tem competência, mas não dispõe de ferramentas essenciais para atuar como consultor. Razão pela qual criamos um curso de treinamento e capacitação."
ANDRÉ STAFFA – Autonomia para escolher projetos
A mesma opinião é compartilhada por Elisabete Adami Pereira dos Santos, coordenadora do curso de Administração da Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Atuária da Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP). Para ela, o mercado de consultoria é fruto, em boa parte, da "dança de cadeiras" do mundo corporativo. "Depois de um certo tempo de serviço em determinada área, a pessoa resolve vender sua experiência. O problema é que, na maioria das vezes, ela não tem habilidade para prestar consultoria, uma vez que precisa saber lidar com o cliente, mapear o problema, oferecer o diagnóstico e uma solução."
Além da formação técnica e experiência, um consultor deve saber se relacionar, lidar com adversidades e agir de forma ética. São alguns dos preceitos que o IBCO faz questão de frisar. Dificilmente sobreviverá quem comete deslizes, pois, de acordo com a instituição, a maioria das propostas chega por meio de indicação. "É o tipo de função que exige credibilidade", diz Romano.
ESTRELA DO ESPORTE
Envolvida com várias atividades profissionais, a ex-jogadora de basquete Maria Paula Gonçalves da Silva, a Magic Paula, de 47 anos, incluiu trabalhos de consultoria na sua já agitada rotina de trabalho, como diretora do Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa, órgão da Secretaria de Esportes voltado para a formação de atletas. Sua bagagem como esportista de destaque foi somada a uma formação específica, para que pudesse atuar com mais propriedade fora das quadras.
LAURENT – Migrou para a consultoria após 37 anos
Paula, que é formada em Educação Física, preparou-se para o dia em que encerraria sua carreira no basquete. "Imagine parar tudo aos 38 anos! Estava no auge da idade e, depois da minha experiência como atleta, tinha a convicção de que poderia contribuir muito mais." Buscou especialização para complementar seu conhecimento prático, com o curso de pós-graduação em Administração Esportiva da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e Faculdade Trevisan. Teve fôlego ainda para inaugurar o Instituto Passe de Mágica, que oferece programas de inclusão social por meio do basquete para mais de 400 crianças e jovens, entre 7 e 15 anos.
A consultoria tornou-se, então, um caminho natural para Paula. É constantemente escalada para orientar, analisar e elaborar projetos sociais para empresas, ou para montar uma equipe de atletas em determinada categoria, traçando toda a estrutura necessária para mantê-los. "Não é porque me destaquei nas quadras que entrei para esse ramo", explica. "Minha formação e credibilidade são essenciais para trabalhar como consultora."
KNOW-HOW GASTRONÔMICO
O festejado chef Laurent Suaudeau, de 51 anos, passou a trabalhar como consultor após uma carreira de sucesso de 37 anos na alta gastronomia. "Na verdade não foi uma opção, mas sim a consequência da credibilidade conquistada pelo meu trabalho, o que foi construído no mercado ao longo de anos", avisa. A nova função caiu como uma luva, já que, depois de cozinhar, uma das coisas que mais lhe dá prazer é "transmitir conhecimento".
No auge de sua carreira, Laurent fechou seu restaurante para inaugurar sua escola de gastronomia. Além de dar aulas para aspirantes a chefs, repassa seu know how para indústrias alimentícias, grupos hoteleiros e restaurantes. Esse trabalho engloba não somente a montagem de um cardápio, mas também a sua boa execução, o que vai depender de um bom fluxo de logística e da qualidade dos equipamentos a serem escolhidos para a montagem de uma cozinha.
Entre os convites para o chef desenvolver projetos, há até aqueles de cunho social e educativo. Mas, conforme explica, para colher os louros e se destacar nessa área, o profissional tem de estar sempre atualizado e atento ao anseio do investidor, e jamais deve assumir um comportamento arrogante, acreditando que é o dono da verdade.
CARTILHA DO CONSULTOR
Competências necessárias:
Atualização constante, e capacidade de diagnosticar e intervir.
Saber se comunicar adequadamente e trabalhar em equipe.
Ter foco em resultado, e comprometer-se com a ética.
Ter visibilidade ( produzindo artigos, dando palestras, etc.) e independência profissional.
Principais problemas:
Diagnóstico mal elaborado; desconhecimento do negócio; quebra do sigilo profissional; não-cumprimento de prazos
Publicações de economia e gestão são as únicas que sobem vendas
As vendas da Exame cresceram 27% no primeiro semestre deste ano, comparando com o mesmo período do ano passado. Por cada edição desta revista mensal foram vendidos 26.811 exemplares.
Entre as revistas mensais, a Executive Digest cresceu 24%, para os 8.672 exemplares pagos por edição e a Carteira caiu 10%, para os 8.786 exemplares.
O diário Oje, que custa um simbólico cêntimo por edição, foi distribuído por 25.313 leitores, diariamente, este semestre. Mais 8% do que no período homólogo do ano passado.
O Diário Económico vendeu 15.606 exemplares por edição (mais 17%), o Semanário Económico, 10.779 exemplares (mais 9%), o Vida Económica, 11.354 exemplares (menos 5%) e o Jornal de Negócios, 9.877 exemplares (mais 19%).
Os dados são da APCT - Associação Portuguesa para o Controlo de Tiragem e Circulação.
Entre os diários, o líder, Correio da Manhã, é o único que não caiu seriamente. Vendeu 115.094 exemplares por edição, apenas menos 202 jornais do que no período homólogo de 2008.
O Jornal de Notícias vendeu 96.309 exemplares (menos 9,55%), o Público, 39.251 (menos 7,97%), o Diário de Notícias, 37.810 (menos 16%) e o 24 Horas 31.712 (menos 14%).
Nos jornais semanais, o Expresso vendeu 112.639 exemplares (menos 9,12%) e o Sol ficou-se pelos 41.066 (menos 10, 8%).
Nas newsmagazines, a Visão vendeu 100.264 revistas por semana (menos 6,12%) e a Sábado 78.346 exemplares (mais 5%).
A guerra nas femininas é liderada pela Happy Woman que este semestre vendeu mais 9% de revistas por mês: 108.324 exemplares. Segue-se a Activa com 59.461 exemplares (menos 11%), a Máxima com 53.806 (menos 9%), a Elle com 45.337 (perdeu apenas 198 exemplares) e a Cosmopolitan que vendeu 39.246 revistas por mês (menos 5%).
Pesquisa revela opinião de jovens e adultos sobre juventude
A realização de projetos em empresas ainda enfrenta dificuldades
Nome: Silvia Angeiski da LuzFaculdade Spei
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Pesquisa avalia preferência do brasileiro por eletrônicos
Brasileiros poderão acessar internet pela tomada
Os brasileiros poderão acessar a rede mundial de computadores pela tomada. A medida foi aprovada pela diretoria colegiada da Aneel na última terça-feira (25), e criou as regras. A decisão vai beneficiar 63,9 milhões de unidades consumidoras de energia elétrica, interligadas por mais de 90 mil quilômetros de transmissão e distribuição, com as regras para o uso da tecnologia Power Line Communications (PLC). A efetiva implantação do sistema agora depende das empresas e distribuidores de energia, que devem apresentar os projetos.





