A revista Exame reforçou a liderança entre os títulos de economia e gestão, no primeiro semestre do ano. Cresceu 27%. Vendeu mais do que o gratuito Oje. Apenas a revista Carteira e o jornal Vida Económica perderam leitores
As vendas da Exame cresceram 27% no primeiro semestre deste ano, comparando com o mesmo período do ano passado. Por cada edição desta revista mensal foram vendidos 26.811 exemplares.
Entre as revistas mensais, a Executive Digest cresceu 24%, para os 8.672 exemplares pagos por edição e a Carteira caiu 10%, para os 8.786 exemplares.
O diário Oje, que custa um simbólico cêntimo por edição, foi distribuído por 25.313 leitores, diariamente, este semestre. Mais 8% do que no período homólogo do ano passado.
O Diário Económico vendeu 15.606 exemplares por edição (mais 17%), o Semanário Económico, 10.779 exemplares (mais 9%), o Vida Económica, 11.354 exemplares (menos 5%) e o Jornal de Negócios, 9.877 exemplares (mais 19%).
Os dados são da APCT - Associação Portuguesa para o Controlo de Tiragem e Circulação.
Entre os diários, o líder, Correio da Manhã, é o único que não caiu seriamente. Vendeu 115.094 exemplares por edição, apenas menos 202 jornais do que no período homólogo de 2008.
O Jornal de Notícias vendeu 96.309 exemplares (menos 9,55%), o Público, 39.251 (menos 7,97%), o Diário de Notícias, 37.810 (menos 16%) e o 24 Horas 31.712 (menos 14%).
Nos jornais semanais, o Expresso vendeu 112.639 exemplares (menos 9,12%) e o Sol ficou-se pelos 41.066 (menos 10, 8%).
Nas newsmagazines, a Visão vendeu 100.264 revistas por semana (menos 6,12%) e a Sábado 78.346 exemplares (mais 5%).
A guerra nas femininas é liderada pela Happy Woman que este semestre vendeu mais 9% de revistas por mês: 108.324 exemplares. Segue-se a Activa com 59.461 exemplares (menos 11%), a Máxima com 53.806 (menos 9%), a Elle com 45.337 (perdeu apenas 198 exemplares) e a Cosmopolitan que vendeu 39.246 revistas por mês (menos 5%).
As vendas da Exame cresceram 27% no primeiro semestre deste ano, comparando com o mesmo período do ano passado. Por cada edição desta revista mensal foram vendidos 26.811 exemplares.
Entre as revistas mensais, a Executive Digest cresceu 24%, para os 8.672 exemplares pagos por edição e a Carteira caiu 10%, para os 8.786 exemplares.
O diário Oje, que custa um simbólico cêntimo por edição, foi distribuído por 25.313 leitores, diariamente, este semestre. Mais 8% do que no período homólogo do ano passado.
O Diário Económico vendeu 15.606 exemplares por edição (mais 17%), o Semanário Económico, 10.779 exemplares (mais 9%), o Vida Económica, 11.354 exemplares (menos 5%) e o Jornal de Negócios, 9.877 exemplares (mais 19%).
Os dados são da APCT - Associação Portuguesa para o Controlo de Tiragem e Circulação.
Entre os diários, o líder, Correio da Manhã, é o único que não caiu seriamente. Vendeu 115.094 exemplares por edição, apenas menos 202 jornais do que no período homólogo de 2008.
O Jornal de Notícias vendeu 96.309 exemplares (menos 9,55%), o Público, 39.251 (menos 7,97%), o Diário de Notícias, 37.810 (menos 16%) e o 24 Horas 31.712 (menos 14%).
Nos jornais semanais, o Expresso vendeu 112.639 exemplares (menos 9,12%) e o Sol ficou-se pelos 41.066 (menos 10, 8%).
Nas newsmagazines, a Visão vendeu 100.264 revistas por semana (menos 6,12%) e a Sábado 78.346 exemplares (mais 5%).
A guerra nas femininas é liderada pela Happy Woman que este semestre vendeu mais 9% de revistas por mês: 108.324 exemplares. Segue-se a Activa com 59.461 exemplares (menos 11%), a Máxima com 53.806 (menos 9%), a Elle com 45.337 (perdeu apenas 198 exemplares) e a Cosmopolitan que vendeu 39.246 revistas por mês (menos 5%).
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