sábado, 24 de abril de 2010

Você Compete com seu Cliente?

Seg, 15 de Março de 2010 17:37 Prof. Luís Sérgio Lico

Há pouco tempo atrás, numa madrugada insone vendo um programa de tv, alguém disse que a Lego lançou uma atualização de um produto campeão, (acho que era o Mindstorms) e acabou recebendo uma série de feedbacks vindos de 20.000 usuários.
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Eles ficaram pasmos, e em uma sinuca, pois as pessoas não estavam só falando. Mas, estavam fazendo alterações e correções em seu produto, que iam desde a formatação do kit de robôs de brinquedo, até modificações nas linhas de código do software gerenciador. Por um momento a empresa ficou sem saber o que fazer, pois pelas teorias clássicas da administração, deixar usuários tomarem o controle do design, oferta e do produto é inaceitável. Além de parecer perigoso só imaginar dar este poder aos consumidores, coisa nunca vista antes, e em tal proporção.

Ficaram, meio sem saber como agir, mas pensaram rápido e decidiram: - Ok! Faremos um acordo. Vocês podem fazer melhorias nos kits e dar sugestões sobre o que querem comprar. Nós empacotaremos e enviaremos para vocês! Um discurso típico da nova onda de caudas longas na economia? Não, só isso, mas uma postura inteligente pois reconheceu que a paixão demonstrada por modificar e inovar com o produto da companhia era tão grande e o volume de interessados significativo ao ponto de fazer o que eles desejavam. Daí nasceram linhas de produtos desenhadas, montadas, inventadas e alteradas pela comunidade de usuários. Um sucesso sem precedentes na carreira da Lego e um exemplo de como utilizar a força criativa dos admiradores para ganhar mercado. Aliás, eles tem até modelos criados por jovens fãs em exposição no site.

Como contraponto, temos a história da Sony e de seu cão robô, Aibo, que no início teve uma reação radicalmente diferente à criatividade e sugestão de um fã. Um usuário conseguiu quebrar o código que controla o robô canino e o fez dançar ao som de uma música que não era aquela que já vinha programada de fábrica. Além disso, apresentou a novidade à companhia, que não teve dúvidas: Processou o herege infiel que ousou desafiá-la. Hoje o cão dança e ninguém comenta mais nada (mesmo porque as vendas cairam muito). No entanto, deixaram claro a sua postura de lavoura arcaica como corporação: não largam o osso e ponto final. Resumo: os usuários devem aguardar nossas inovações e não devem ter a impertinência de propô-las. Lamentável... Desliguei a Tv e fiquei rabiscando intuições voláteis.

Eis um panorama da mudança radical os procedimentos de relacionamento com o mercado e inovação onde cada vez existem mais líderes anônimos que possuem uma capacidade enorme de melhorarem nossos produtos e serviços e que não damos conta em nossas rotinas. Só que isto ainda não "aparece" aos céticos das agências de marketing, pois suas metodologias de pesquisa estão longe de "achar" estes usuários, que não trafegam nos clusters onde se respondem questionários, e provavelmente não estão no mailing list dopado das agências. Seus questionários tão somente recolhem opiniões e isto significa que tratam o cliente ou usuário final como uma figura passiva, que deve aguardar as soluções das empresas e depois ser bombardeado massivamente pela propaganda para consumir e consolidar um mercado, em suma, deve esperar o produto ou serviço e não deve ser estimulado a propor soluções que não são as nossas.

Alôôôu! Acordem logo, pois os targets que vocês vêem e ouvem podem não ser seus clientes ou os clientes de seus clientes, mas apenas pessoas que opinam sobre algo que lhes foi perguntado. Quantas vezes as pesquisas são fidedignas? Quantas vezes o entrevistador fala:

- Olha diga que consome esta marca, porque não encontramos ninguém no seu perfil e precisamos fechar o projeto. A realidade das percepções não é a verdade do mercado. Cuidado com os axiomas fáceis quando se trata de consumidores. Eles tem suas vontades e muito mais, coisa que as empresas fabricantes e fornecedores nem sequer desconfiam ou se dão ao trabalho de suprir suas necessidades de consumo. Hoje existem outras forças e diferenciais a ser considerados.

Por outro lado, quem se dispõe a procurar estes verdadeiros formatadores de opinião e, em sua esteira aceitar modificar ou aceitar as mudanças sugeridas, além de encampar múltiplas formas de ouvir seus conselhos, está do lado desta nova onda de mercado. Não precisa muito é só desligar os filtros das organizações e deixar soar o alarme do bom senso. Quem já tentou dar uma sugestão a uma grande companhias sabe do que falo, da imensa estupidez dos atendentes (naturalmente dos líderes de atendentes e por aí vai, num crescendo.) que são doutrinados a dizer apenas palavras vazias de sentido: - Lamento, está fora das políticas da companhia. Vou estar encaminhando a sugestão ao departamento responsável e tantas outras perdas e custos. (sic)

Só que existe lá fora um exército de consumidores e end users fans, que poderiam passar semanas ajustando e arrumando falhas nos projetos e produtos de nossas empresas, apenas pelo prazer de ter alguma coisa realmente funcional em suas casas. Exemplos não faltam: Que tal um DVD-RW que permita você assistir outro canal quando está gravando um programa? Um software de gestão que não precise de módulos adicionais e possa sugerir relatórios consolidados e gerar dashboards, ao invés de dar apenas inúteis listagens? Um programa de emails que realmente gerencie seus grupos de contato, interaja diretamente com aplicativos diversos e permita edição avançada de texto e imagens? Melhor: que possa ser programado pelo usuário, a partir de esquemas internos intuitivos e friendly use?Quanto custaria desenvolver estas soluções? E se alguém já tem isto pronto e apenas não consegue falar conosco? O que nós não sabemos sobre tudo isso? 20.000 hackers são bons ou ruins para o negócio? São bons se eles gostam de seu negócio!!

A ganância monopolista, toyotista ou keynesiana não enxerga fontes de lucro, senão naquelas oriundas do controle autocrático e esta é a dura lição que as mega corporações irão aprender em breve, ou seja ouvir: não mais aguentamos ter produtos e serviços padronizados por mínimos denominadores comuns. Queremos diversidade e funcionalidade integrada, além de certo ponto de customização e compartilhamento. Não queremos comprar algo de alguém com quem não conseguiremos contato no pós-venda. Está nascendo uma nova dimensão do consumo, dentro dos mesmos mercados. No entanto, ainda são poucos os que enxergam as imensas possibilidades destes nichos e vertentes, tendências e realidades da nova economia mundial.

É preciso urgentemente parar de competir com seus clientes e começar a ouví-los. Mas não este ouvir que parece mais uma ladainha escapista. Não se trata mais de resolver pontualmente um problema ou oferecer a reposição, e sim descobrir o que está por trás e desenvolver ofertas. Ouvir significa entender além do que as palavras querem dizer. Você está pronto para isto? Quer diversificar e conseguir mais que bater metas, atingir um branding positivo e eficiente? Ou vai continuar disputando com quem sabe muito mais de seu produto ou serviço que você? Nesta queda de braço, o consumidor pode estar bem distante das garras de seus altos investimentos em divulgação. É preciso colocar-se à salvo e conquistar lealdade, não basta apenas oferecer.

Think about it!

Luís Sérgio Lico é Palestrante e Conselheiro Organizacional. Mestre em Filosofia e Especialista em Gestão do Comportamento. Autor dos Livros: O Profissional Invisível e Fator Humano. www.consultivelabs.com.br

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Os lobos das pesquisas eleitorais

Recebeu pouco destaque na semana passada uma inusitada polêmica sobre os resultados das pesquisas eleitorais para a Presidência da República. Digo inusitada porque não se esperava que tanto tempo antes do primeiro turno das eleições que um dos lados revelasse tamanha perda de isenção.

O ponto de discórdia foram os resultados destoantes que o Instituto de Pesquisas Datafolha apresentou na corrida presidencial, com o tucano José Serra à frente (36% de intenção de voto) e a ex-ministra Dilma Rousseff nove pontos percentuais atrás (27%). Os dados referem-se a um levantamento feito no final de março, mas foram praticamente repetidos em meados de abril pelo Datafolha (Serra com 38% e Dilma com 28%).

Os números dos dois levantamentos são altamente contraditórios com a tendência verificada por todos os institutos em pesquisas anteriores, inclusive pelo Datafolha, que apontara em fevereiro 32% para Serra e 28% para Dilma, resultados que consolidavam a aproximação constante e consistente de Dilma registrada desde março de 2009.

A situação foi reforçada pelo Vox Populi no final de março deste ano (Serra 34% e Dilma 31%), mas também pelo Sensus no início de abril (Serra 32,7% contra 32,3% de Dilma). Ambos traziam um cenário de empate técnico, algo esperado pelos analistas.

Diante da divergência numérica, a Folha de S.Paulo, jornal do grupo do Datafolha, adotou comportamento altamente questionável para justificar seus números destoantes: passou a jogar suspeitas sobre o trabalho realizado pelos dois institutos de pesquisa concorrentes.

Em matérias com grande espaço no jornal e em notas de colunas, o Vox Populi e o Sensus viraram alvos da Folha. O primeiro passou a ser, nas linhas do jornal, suspeito de usar uma ordem de perguntas que poderia, supostamente, direcionar as respostas dos entrevistados. O segundo passou a ser criticado por um erro no registro do contratante da pesquisa.

Mas notem que até aquele momento a metodologia do Vox Populi não havia sido alvo de questionamentos. E não poderia ser, pois os resultados eram semelhantes aos apresentados por outros institutos, fato que confirma a correção com que o Vox Populi realizou seu trabalho. Da mesma forma, é leviana a insinuação de que o Sensus comprometeu seus resultados porque errou o nome do contratante, quando o que importa é a metodologia aplicada.

Qualquer analista de pesquisa sério que observe os dados apresentados por todos os institutos do último ano ficará intrigado com os números trazidos pelo Datafolha. Simplesmente porque há uma máxima analítica que diz ser necessário olhar a trajetória dos candidatos, não o resultado em si. Ora, a trajetória clara na disputa eleitoral é de estagnação e princípio de queda de Serra e crescimento de Dilma.

Ao contrário do que tentou propalar a Folha, as suspeitas recaem sobre o Datafolha, não sobre os seus concorrentes. É lógico que existe a possibilidade de o Datafolha ter indicado uma nova tendência, ainda não captada pelos demais institutos, mas é preciso que a mesma se confirme nos próximos dois meses.

Não nos esqueçamos, contudo, que a Folha fez questão de publicar em fevereiro que, embora a margem de erro fosse de dois pontos percentuais, os 32% de Serra contra os 28% de Dilma não era uma situação de empate técnico porque a chance de ambos com 30% era estatisticamente improvável. Ou seja, recorreu a instrumento estatístico inédito para justificar a opção por não levar à manchete o empate entre os candidatos.

Lembremos também que foi a Folha que publicou, em 1998, na semana das eleições e no dia da votação, pesquisa Datafolha para o Governo de São Paulo com o ex-governador Mário Covas bem à frente da candidata do PT, Marta Suplicy. Abertas as urnas, verificou-se que Marta quase foi para o segundo turno no lugar de Covas.

Esse conjunto de fatores provocou reação do Vox Populi e do Sensus, além de reparos também por parte da Abep (Associação Brasileira das Empresas de Pesquisa). Afinal, o adequado seria um debate profundo de metodologias e de resultados, não a tática de jogar suspeita sobre os concorrentes. Mas talvez o jornal soubesse que esse debate daria razão ao Vox Populi e ao Sensus.

Aos eleitores —e leitores—, vale o alerta do episódio: a campanha eleitoral será recheada de supostas controvérsias plantadas com o objetivo de evitar o real debate a ser feito no país, o das realizações no Governo e dos projetos para os próximos quatro anos. Neste 2010, há mais lobos em peles de cordeiro do que podemos imaginar.

José Dirceu, 64, é advogado e ex-ministro da Casa Civil


quinta-feira, 22 de abril de 2010

Dia Mundial da Terra - É hoje - entre nesse movimento

Olá todos,

Sem post e sem desculpas, peço sinceras desculpas, mas aproveitando o tempo comunico que não esqueci do Dia Mundial da Terra (22.04.2010 as 21h30min).

Participem e espalhem essa semente...

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Microsoft Visual Studio 2010 Ultimate x86





Visualize melhor seu espaço de trabalho com o novo suporte para vários monitores, o desenvolvimento avançado para a Web, o novo suporte para desenvolvimento do SharePoint com muitos modelos e Web Parts e possibilidade de desenvolver para qualquer versão do .NET Framework num mesmo ambiente. Prepare-se para liberar sua criatividade.

O Microsoft Visual Studio 2010 Ultimate é um conjunto completo de ferramentas de gerenciamento de ciclo de vida do aplicativo para equipes para garantir resultados de qualidade, desde o design até a implantação. Seja para criar novas soluções ou aperfeiçoar aplicativos existentes, o Visual Studio 2010 Ultimate permite que você dê vida a suas ideias através de um número cada vez maior de plataformas e tecnologias — incluindo computação paralela e em nuvem.

Elimine o problema de "não reprodução" com o IntelliTrace

O novo recurso IntelliTrace torna a questão da “não reprodução” coisa do passado. Os testadores podem arquivar bugs ricos e acionáveis com informações do sistema e até mesmo incluir um instantâneo do ambiente. O modo como os desenvolvedores podem reproduzir o bug reportado no estado em que foi encontrado.

Entenda a arquitetura existente

O Architecture Explorer ajuda você a entender e expandir o valor de seus ativos de código existentes e suas interdependências. Você pode produzir modelos detalhados de como exatamente um aplicativo é construído e explorar áreas específicas para obter um entendimento mais profundo.

Garanta a conformidade arquitetônica

Use o novo diagrama em camadas para definir e comunicar a arquitetura de aplicativo lógica e para validar artefatos de código na arquitetura necessária. Os diagramas em camada ajuda a manter seus esforços de desenvolvimento na linha para que seu aplicativo corresponda à sua visão original.

Adote o teste manual

O Visual Studio Test Professional 2010, parte do Visual Studio 2010 Ultimate, fornece uma ferramenta única para capturar e atualizar requisitos de teste, automatizar navegação de testes manuais e agilizar a correção e aceitar o ciclo capturando todo o contexto do teste. Isso oferece aos desenvolvedores tudo que precisam para garantir que cada erro seja reproduzível.

Seja proativo no gerenciamento de projetos do Agile

O Visual Studio 2010 Ultimate foi otimizado para corresponder ao processo de desenvolvimento iterativo atual com recursos que ajudam o usuário a permanecer produtivo e a reagir aos possíveis riscos antes que eles aconteçam. Você pode monitorar a integridade do seu projeto usando relatórios que são gerados automaticamente. Além de gerenciar a capacidade de seu projeto com dados históricos e documentos de planejamento arquitetados no Microsoft Excel.

Requisitos do sistema

O Visual Studio 2010 pode ser instalado nos seguintes sistemas operacionais:

• Windows XP (x86) com Service Pack 3 - todas as edições, exceto Starter Edition
• Windows Vista (x86 e x64) com Service Pack 1 - todas as edições, exceto Starter Edition
• Windows 7 (x86 e x64)
• Windows Server 2003 (x86 e x64) com Service Pack 2
• Windows Server 2003 R2 (x86 e x64)
• Windows Server 2008 (x86 e x64) com Service Pack 2

Arquiteturas compatíveis:

• 32 bits (x86)

Requisitos de hardware

• Computador com processador de 1.6GHz ou superior
• 1024MB de RAM
• 3GB de espaço em disco disponível
• Unidade de disco rígido de 5400 RPM
• Placa de vídeo compatível com DirectX 9 que seja executada em uma resolução de vídeo de 1280 x 1024 ou superior
• Unidade de DVD-ROM

Tamanho: 2,23 GB
Formato: Rar
Facilidade de Uso: 9
Interface Gráfica: 10
Número de Mídias: 1 DVD
Idioma: Inglês

Dia Mundial da Terra - dia 22/04/2010 as 21:30

Prezados Leitores,

Gostaria de comunicar-lhes que na próxima semana, exatamente no dia 22/04/2010 as 21h30min estarei juntamente com meus familiares participando do DIA MUNDIAL DA TERRA, a minha participação foi incentiva após ouvir e assistir comerciais de rádio e tv afirmando o poder da união mundial em prol de uma boa causa, não quero levantar bandeira socialista nem política, mas acredito que muitas pessoas possam provar que uma idéia tem poder e principalmente pode modificar a forma de tratarmos nosso planeta.

Então se você não poderá participar desse dia, ao menos colabore diariamente com uma boa ação de não jogar lixo no chão, tenha a consciencia de evitar o fumo e a queimada legal ou ilegal (acho ridículo quem acredita que existem queimadas legais) e utilizar os recursos da melhor maneira possível (nossa água, energias, combustível, etc).

No mais deixo um salve a todos que estão visitando, adoraria responder a comentários...participem!!

O que acha do dia mundial do planeta???

Imagine a energia economizada neste minúsculo 01 minuto de luzes apagadas? Temos futuro com idéias socio-ambientais ou os paises ricos e poluidores nçao mudaram sua idéia de meio-ambiente?

Vlw

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Dica de Livro

Compensando a ociosa Terça-feira sem post. Segue esta dica de livro imperdível:

Gerenciamento de Projetos
Bonnier Utbildning 2008 168 páginas ISBN

Gerenciamento de Projetos destina-se a todos os que trabalham com gestão de projetos, gestão de programa ou de gestão de carteiras.

O livro cobre todas as áreas de um gerente de projeto deve comandar profissionalmente para executar projetos e programas de gestão. Graças a disposição clara e pedagógica do livro, sem prévio conhecimento em gerenciamento de projetos é necessária para tirar proveito do conteúdo.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Mando um salve........SALVEM NOSSA SOCIEDADE

Deixo aqui minhas condolências as vítimas das chuvas nestes últimos dias, nós brasileiros não estamos acostumados a viver em meio a catastrofes principalmente porque nosso espírito é repleto de alegria e principalmente esperança de mudanças. No entanto, estas mudanças tão desejadas não acontecem na velocidade suficiente para evitar certos choques.
Infelizmente estes choques são pseudonimos para diversas mortes e acidentes ambientais que poderiam ser sanados com uma boa gestão municipal, estadual ou federal em saúde, habitação, segurança e respeito aos direitos dos cidadãos.
Com relação aos cidadãos, sejamos sinceros e honesto, são os maiores prejudicados, pois convivem com dois lados da moeda, a felicidade e satisfação de ter seus pedidos encabeçando uma lista de prioridade de políticos e o outro repleto de caos e desigualdade quando uma minoria política decide que a prioridade é definir quanto será destinado a cada político para administrar o dinheiro do pré-sal, ao invés de decidir um adicional aos investimentos em saúde, habitação e educação.
Educação, ferramenta utilizada por países em crise ou em desenvolvimento para sanar potenciais ou reais problemas economicos e sociais. A exemplo da Coréia do Sul, Japão, Alemanha, França, Índia, no entanto poucas vezes se vez tamanha ausência de poder de liderança e imediatismo contra uma crise tão alarmante.
A crise agora não é economica, mas tem a mesma analogia de iceberg, estamos vendo somente 10% do problema, os outros 90% estão submersos e deixados de lado pela midia e os "nossos excelentíssimos políticos". Ai vem uma questão: O que faremos para massificar a recuperação nacional e os tão valiosos índices de desenvolvimento humano? Será que somos um país que têm condições de ser da cúpula do G7, cadeira cativa em fórum mundial disso daquilo, ou assinante de tratado de redução de armas químicas?
Reflitam e comentem

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Cresce abertura de microempresas

Aniele Nascimento/ Gazeta do Povo
No ano passado, 15% da população adulta tinha algum tipo de pequeno negócio, a maioria por enxergar uma boa oportunidade



Com a experiência de sua confecção, Luciana
Bechara decidiu investir no comércio virtual

Publicado em 07/04/2010 André Lückman

O número de empreendedores no Brasil cresceu quase 30% em 2009 em um movimento que, apesar da crise, manteve a tendência de melhora na qualidade dos pequenos negócios. Isso porque, segundo os dados da pesquisa internacional Global Entre­preneurship Monitor (GEM), o chamado “empreendedorismo por oportunidade” teve seu quarto ano seguido de crescimento, chegando a 9,4% da população adulta, contra 8% em 2008.

O levantamento classifica os negócios de acordo com a qualidade – enquanto os formados por uma oportunidade têm maiores chances de crescer, aqueles criados por necessidade normalmente refletem uma aposta mal planejada, causada pela falta de emprego. No ano passado, o volume total de empreendedores passou de 12% para 15,3% da população adulta, ou seja, mais de 15 em cada cem brasileiros adultos tocavam algum negócio. O volume de empreendimentos por necessidade subiu de 4% para 5,9%.

“Em um mundo ideal, não haveria empreendimentos por necessidade”, diz o diretor técnico do Sebrae nacional, Carlos Alberto dos Santos. Ele avalia que a crise, apesar de ter contribuído para um aumento na taxa de abertura de negócios por necessidade, não inibiu empreendedores que montam empresas com um bom planejamento.

Hedeso Alves/ Gazeta do Povo

Toque feminino
Mulheres abrem 53% dos negócios

A pesquisa GEM 2009 mostrou, pela primeira vez, que a proporção de mulheres empreendendo por oportunidade supera a de homens, com 53% do total. São negócios como o das sócias Lala Organ, que é administradora, e Anauila Timoteo, engenheira. Elas decidiram trazer para Curitiba um serviço consolidado no mercado norte-americano, mas ainda incomum no Brasil: o de “organizador pessoal”.

As sócias Lala e Anauila abriram uma empresa de organização pessoal

Com o mote “nós fazemos o que você não tem tempo de fazer”, elas oferecem serviços para pessoas que consomem a maior parte do dia trabalhando, e não têm tempo de resolver pequenas coisas do cotidiano. Entre as missões de confiança aceitas pela dupla estão escolher e comprar um presente para uma pessoa querida, fazer compras de supermercado, acompanhar prestadores de serviço em uma tarefa doméstica ou mesmo assessorar e organizar mudanças de residência. A empresa com nome de Mr. Time também presta uma consultoria mais ampla dentro da organização dos espaços de casa, como a readequação de residências para moradores idosos. “Hoje praticamente todas as pessoas gostariam que a vida tivesse mais horas, porque o volume de tarefas é muito grande. A questão primordial do nosso serviço é se encaixar nessa falta de tempo para cuidar da vida pessoal”, explica Lala.

“Há boas expectativas de que os negócios de oportunidade continuem ganhando espaço e que neste ano haja uma redução na quantidade absoluta de novos empreendimentos, refletindo queda da necessidade. A taxa total deve voltar para a casa dos 13% da população adulta, dentro da média histórica do país”, diz.

A coordenadora da GEM no Brasil, Simara Greco, avalia que os efeitos mais pulverizados da crise no Brasil contribuíram para o quadro positivo. “A crise passou pela gente mais de leve do que em economias maduras”, diz. Mas o país ainda precisa evoluir para atingir o nível de qualidade do empreendedorismo visto em lugares como os Estados Unidos, onde são abertos três negócios por oportunidade para um criado por necessidade. No Brasil a relação fica em 1,6.

Novo negócio

A microempresária Luciana Bechara Wichert é um exemplo de empreendedor que enxergou uma oportunidade em meio às incertezas da economia em 2009. Sua empresa, a Be Little, fabrica roupas infantis há sete anos, mas Luciana decidiu investir em um novo negócio, o comércio virtual. Ela contratou uma pesquisa de mercado, que apontou que o segmento de roupas para bebês ainda era inexpressivo no varejo virtual. “Vimos que o negócio tinha chance de prosperar”, diz.

Luciana conta que tinha receio por causa do momento da economia. “Tínhamos medo porque ninguém sabia o que ia acontecer. Mas não arriscamos muito: um planejamento cuidadoso e uma pesquisa de mercado nos deu segurança para investir”, diz. Segundo Wichert, em fevereiro de 2009 o site entrou no ar, e em seis meses o faturamento do departamento virtual recuperou seu investimento de R$ 30 mil para desenvolver o projeto. Em um ano, já dava lucro, e hoje tem oito funcionários.

Novatos inovam e exportam pouco

A coordenadora da pesquisa GEM no Brasil, Silmara Greco, confirma que a taxa recorde de empreendimentos de oportunidade é motivo de comemoração nacional, mas não se sustenta sozinha. “Os índices de inovação ainda são muito baixos, a perspectiva negativa de exportação está batendo no teto e os empreendimentos ainda precisam gerar mais empregos”, diz.

Segundo a pesquisa, entre os empreendedores iniciais apenas 5,4% fazem produtos ou serviços verdadeiramente inovadores. Outros 11,1% estão em uma faixa em que são apenas parcialmente novos, e os demais 83,5% não oferecem novidade alguma em seus produtos ou serviços. A baixa expectativa de exportação também está em destaque na série histórica da GEM. Apenas 10,5% dos novos empreendimentos têm expectativas de competir com seus produtos ou serviços fora do Brasil.

O presidente do Sebrae, Paulo Okamotto, ressalta a importância de analisar a qualidade da inovação além da taxa isolada de empreendedorismo. “Obser­vamos que em termos quantitativos o Brasil vai muito bem, mas ainda precisamos melhorar em termos qualitativos”, avalia. Se­­gundo ele, há outro avanço que ficou de fora da pesquisa: a mortalidade das empresas no primeiro ano de atividade caiu de 45% para 22%.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Pesquisador precisa ser mais estratégico e menos técnico

Notícia divulgada no site Mundo do Marketing, em 22 de março, sobre apresentação do CEO do IBOPE Inteligência, Nelsom Marangoni, durante o 4º Congresso Brasileiro de Pesquisa

Pesquisador precisa ser mais estratégico e menos técnico. O modelo de pesquisa adotado pelas empresas no Brasil e o caminho a ser seguido por elas inspirou a apresentação de Nelsom Marangoni, CEO do IBOPE Inteligência, no 4º Congresso Brasileiro de Pesquisa. As mudanças do mercado estão em ritmo mais intenso do que há dez anos, o que contrasta com a lentidão das empresas de pesquisa. Porém, o que ainda predomina nestas companhias é o foco em produtos e processos.

A natureza técnica dos profissionais de pesquisa é uma das mudanças mais importantes no posicionamento da atividade. Em outras palavras, é preciso ser mais ousado, flexível, criativo e, fundamentalmente, mudar o foco nos processos para o foco no cliente e nos seus negócios. Esta mudança é lenta, e os motivos são, principalmente, a não superação da auto-imagem profissional desfavorável, já que os profissionais de pesquisa são vistos como prisioneiros dos padrões técnicos, possuem relação simbiótica entre qualidade e ética e o foco excessivo no financeiro.

O estudo “Pesquisa no Brasil: Estamos mudando para a direção desejada?” mostra que para os profissionais de comunicação, entre 2004 e 2010, não houve mudança nos critérios para a escolha de uma empresa de pesquisa. As métricas avaliadas ainda são baseadas em preço, excelência na operação, foco no cliente, métodos sofisticados, expertise em marketing e capacidade de projetos grandes e complexos.

Porém, novos aspectos são percebidos em evolução como a integração de informações, pesquisa via internet, utilização de redes sociais e analises de redes sociais. “Atualmenbte temos que entregar conhecimento aos clientes. Poucos estão atendendo este quesito, mas isto já é uma evolução, mesmo que ainda estejamos longe do ideal”, afirma Marangoni.

A pesquisa mostra que os clientes vão continuar investindo em pesquisa, mantendo o mesmo valor ou até aumentando a verba. Para Marangoni este é um alerta para o perigo da falsa impressão de que está tudo bem. “Mesmo assim, precisamos fazer diferente. Já mudamos um pouco, mas os nossos clientes continuam querendo uma maior contribuição das empresas de pesquisa”, conclui o CEO do IBOPE Inteligência.

terça-feira, 6 de abril de 2010

Projeto Carona Brasil - Condomínios Sustentáveis

Prezados leitores,

Nesta manhã ao ler meus e-mails, notei que tinha um e-mail até então desconhecido, mesmo assim, fui dar uma olhada na hipótese de ser um spam. Para minha surpresa, a mensagem trazia consigo um princípio - Programa Carona Brasil - condominios sustentáveis.

Apesar de apresentar uma empresa, a mensagem é bem mais que isso, ela apresenta o poder do cidadão em ser mais consciente, participativo e integrado as mudanças ambientais.

Todos sabem que a agitação da vida moderna nos força a deixar de lado valores ou atitudes distantes do nosso dia-a-dia. Bom, será que podemos ser socialmente corretos (conceito moral baseados em valores de cidadania, cuidados ao meio ambiente e ética, até então pessoais que gostaría de compartilhar) e aplicar tais atitudes diariamente?


Deixo a cargo dos caríssimos leitores deste blog, a missão de entrar no site e ler o conceito de negócio desta organização até então fundamentada no campo das idéias certo ponto utópica para alguns, formaliza-se como uma forte tendência para as metrópoles tupiniquins.

O PROJETO

O Carona Brasil é uma solução sócio-ambiental e uma alternativa para o trânsito e a emissão de poluentes no meio ambiente, que utiliza a Internet conectando pessoas que querem uma melhor qualidade de vida viajando acompanhadas. Os caronistas do Carona Brasil podem adicionar seu destino online e pesquisar por caronas oferecidas e compartilhar viagens com outros membros.

Fundado em 2008 por dois empresários das áreas de construção civil e da indústria, com o propósito inicial de aumentar a taxa de ocupação dos milhões de veículos que trafegam apenas com o motorista, encorajando e disponibilizando uma ferramenta online para as pessoas compartilharem suas jornadas de carro.

O sucesso do Carona Brasil consiste em um portal com uma rede nacional online com uma ferramenta de busca de última geração, conectando e ajudando milhares de pessoas a compartilhar seus carros.

O Carona Brasil desenvolveu com sua equipe e parceiros um sistema de transporte inovador para assegurar uma solução sustentável sob medida para garantir e dar suporte a variadas comunidades.

Nosso projeto envolveu muitas horas de trabalho e disponibilizamos uma solução mais eficiente de transporte ajudando pessoas a achar companhia para compartilhar seus carros e oferecendo sustentáveis sistemas de viagem.

Para maiores informações: http://www.caronabrasil.com.br/index.php

Ressalto que o blog não tem qualquer ligação comercial com a empresa Carona Brasil, o intuito é de fomentar novas idéias de negócio e discutir seus impactos no mercado.

Então, será que essa moda pega? Acreditam no crescimento dessas soluções customizadas?

Comente.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Boa PÁSCOA e comam chocolate por mim..

Pessoas, A páscoa é uma época de reencontrar amigos, abraçar irmãos, beijar os pais e acolher os inimigos....abram seus corações e boas festas

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Pesquisa aponta que bebida típica do Sul faz bem ao coração

Estudo diz que chimarrão pode reduzir taxa de colesterol e de triglicerídios

Apreciadores do chimarrão, bebida típica do Rio Grande do Sul, ganharam um novo argumento para defendê-lo na polêmica científica sobre os seus efeitos. Pesquisadores do Centro Universitário Feevale, do município de Novo Hamburgo, atestam que o mate - como também é conhecido o chimarrão - , além de estimulante, faz bem ao coração.

O trabalho desenvolvido pela biomédica Rejane Giacomelli Tavares aponta que o uso de cem gramas de erva-mate por dia pode causar a diminuição de 29% nos níveis do colesterol e de 62% nos triglicerídios. Segundo a pesquisadora, quanto mais altos esses níveis, maior o risco de doenças cardíacas. A análise foi feita em ratos. Cobaias tratadas com um extrato semelhante ao chimarrão do gaúcho tiveram os indicadores reduzidos.

– Nós sabíamos que, quimicamente, a erva-mate é muito parecida com o chá verde que tem esses efeitos de diminuição. Queríamos saber se a erva-mate também tinha. Por terem uma semelhança química, elas poderiam mesmo ter essa relação – relata a pesquisadora.

Rejane considera a cultura gaúcha como um sinal de que a erva-mate funciona mesmo.

– O gaúcho, mesmo com o hábito da carne gorda do churrasco, não tem o índice tão alto de triglicerídios. Pode ter aí a influência do chimarrão – diz.

A pesquisadora alerta que para quem tem uma dieta normal o efeito pode não ser tão marcante. Ele foi feito direcionado a uma dieta específica. A eficácia também pode não ser a mesma para pacientes com altos índices de colesterol por disfunção genética e com uso controlado de medicação.

Com cuidado redobrado com a saúde após um susto em 2005, o comerciário Hélio Dirceu Fernandes, 62 anos, saúda os efeitos positivos da erva-mate que o acompanha a vida inteira.

– Tenho o chimarrão como um companheiro. Se apontam que ele é saudável, melhor ainda. Ele é meu vício. Se ele não me ajuda, pelo menos nunca me prejudicou – diverte-se.