segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Vende-se conhecimento

Vender know-how para empresas, por meio de consultoria, é uma alternativa profissional que tem se difundido
Ciça Vallerio - O Estado de S. Paulo
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Felipe Rau/AE
PAULA - Investiu em um curso de administração - .Bem que André Staffa poderia curtir sua aposentadoria, após 42 anos de labuta. Mas a vida mansa nunca esteve em seus planos. Para quem foi um alto executivo, puxar o freio de mão de repente e parar de trabalhar seria frustrante. "Não queria ficar em casa de pijama, assistindo à sessão da tarde na TV", confessa. A solução foi tornar-se consultor – profissão que está cada vez mais comum no Brasil, assim como em mercados internacionais.

Trabalhar como consultor tem sido uma alternativa para profissionais de alto escalão que perderam o posto, ficaram desempregados e, por causa da idade, dificilmente conseguiriam uma recolocação. Ou para aqueles que decidiram deixar para trás a vida estressante que tinham, ocupando um cargo de comando, e estão em busca de maior autonomia e qualidade de vida. Em ambos os casos, o conhecimento e a experiência adquiridos são os bens mais valiosos de um consultor, que passa a vendê-los para várias empresas.

André Staffa, de 57 anos, é um bom exemplo. Depois de 20 anos na direção dos hospitais São Luiz, ele encerrou sua vida de executivo, tirando das costas a responsabilidade de conduzir 5 mil funcionários. Apesar do reconhecimento profissional, com direito a honrarias, passou a apostar numa nova trajetória. "Como consultor na área de saúde, posso transmitir meu conhecimento para outras empresas, mas com mais liberdade", avisa. Só tem um problema: desde que largou seu posto de presidente, há sete meses, engatou tanto trabalho que não conseguiu diminuir seu ritmo como sonhava. "Esse não era o espírito da coisa", diverte-se, esbanjando bom humor. A diferença é que, agora, Staffa tem autonomia para aceitar ou recusar um trabalho.

Ao que tudo indica, assumir esse novo caminho profissional está em alta. No último levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro dos Consultores de Organização (IBCO), referente ao período de 2006 a 2008, o volume de negócios aumentou em 70% para os 137 consultores espalhados pelo Brasil que responderam ao questionário. Com relação ao futuro, a perspectiva da maioria é de mais crescimento no setor. Mas, se por um lado o mercado de consultoria está em plena ascensão, a concorrência também aumentou, acreditam 86% dos entrevistados. Com isso, clientes tornaram-se mais exigentes na hora de escolher um profissional.

"O setor deu um salto", atesta Luiz Affonso Romano, presidente do IBCO, uma instituição sem fins lucrativos, e membro do ICMCI (International Council of Management Consulting Institutes). "O crescimento trouxe também gente despreparada, que tem competência, mas não dispõe de ferramentas essenciais para atuar como consultor. Razão pela qual criamos um curso de treinamento e capacitação."


ANDRÉ STAFFA – Autonomia para escolher projetos

A mesma opinião é compartilhada por Elisabete Adami Pereira dos Santos, coordenadora do curso de Administração da Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Atuária da Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP). Para ela, o mercado de consultoria é fruto, em boa parte, da "dança de cadeiras" do mundo corporativo. "Depois de um certo tempo de serviço em determinada área, a pessoa resolve vender sua experiência. O problema é que, na maioria das vezes, ela não tem habilidade para prestar consultoria, uma vez que precisa saber lidar com o cliente, mapear o problema, oferecer o diagnóstico e uma solução."

Além da formação técnica e experiência, um consultor deve saber se relacionar, lidar com adversidades e agir de forma ética. São alguns dos preceitos que o IBCO faz questão de frisar. Dificilmente sobreviverá quem comete deslizes, pois, de acordo com a instituição, a maioria das propostas chega por meio de indicação. "É o tipo de função que exige credibilidade", diz Romano.

ESTRELA DO ESPORTE
Envolvida com várias atividades profissionais, a ex-jogadora de basquete Maria Paula Gonçalves da Silva, a Magic Paula, de 47 anos, incluiu trabalhos de consultoria na sua já agitada rotina de trabalho, como diretora do Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa, órgão da Secretaria de Esportes voltado para a formação de atletas. Sua bagagem como esportista de destaque foi somada a uma formação específica, para que pudesse atuar com mais propriedade fora das quadras.

LAURENT – Migrou para a consultoria após 37 anos

Paula, que é formada em Educação Física, preparou-se para o dia em que encerraria sua carreira no basquete. "Imagine parar tudo aos 38 anos! Estava no auge da idade e, depois da minha experiência como atleta, tinha a convicção de que poderia contribuir muito mais." Buscou especialização para complementar seu conhecimento prático, com o curso de pós-graduação em Administração Esportiva da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e Faculdade Trevisan. Teve fôlego ainda para inaugurar o Instituto Passe de Mágica, que oferece programas de inclusão social por meio do basquete para mais de 400 crianças e jovens, entre 7 e 15 anos.

A consultoria tornou-se, então, um caminho natural para Paula. É constantemente escalada para orientar, analisar e elaborar projetos sociais para empresas, ou para montar uma equipe de atletas em determinada categoria, traçando toda a estrutura necessária para mantê-los. "Não é porque me destaquei nas quadras que entrei para esse ramo", explica. "Minha formação e credibilidade são essenciais para trabalhar como consultora."

KNOW-HOW GASTRONÔMICO
O festejado chef Laurent Suaudeau, de 51 anos, passou a trabalhar como consultor após uma carreira de sucesso de 37 anos na alta gastronomia. "Na verdade não foi uma opção, mas sim a consequência da credibilidade conquistada pelo meu trabalho, o que foi construído no mercado ao longo de anos", avisa. A nova função caiu como uma luva, já que, depois de cozinhar, uma das coisas que mais lhe dá prazer é "transmitir conhecimento".

No auge de sua carreira, Laurent fechou seu restaurante para inaugurar sua escola de gastronomia. Além de dar aulas para aspirantes a chefs, repassa seu know how para indústrias alimentícias, grupos hoteleiros e restaurantes. Esse trabalho engloba não somente a montagem de um cardápio, mas também a sua boa execução, o que vai depender de um bom fluxo de logística e da qualidade dos equipamentos a serem escolhidos para a montagem de uma cozinha.

Entre os convites para o chef desenvolver projetos, há até aqueles de cunho social e educativo. Mas, conforme explica, para colher os louros e se destacar nessa área, o profissional tem de estar sempre atualizado e atento ao anseio do investidor, e jamais deve assumir um comportamento arrogante, acreditando que é o dono da verdade.

CARTILHA DO CONSULTOR
Competências necessárias:
Atualização constante, e capacidade de diagnosticar e intervir.
Saber se comunicar adequadamente e trabalhar em equipe.
Ter foco em resultado, e comprometer-se com a ética.
Ter visibilidade ( produzindo artigos, dando palestras, etc.) e independência profissional.

Principais problemas:
Diagnóstico mal elaborado; desconhecimento do negócio; quebra do sigilo profissional; não-cumprimento de prazos

Publicações de economia e gestão são as únicas que sobem vendas

A revista Exame reforçou a liderança entre os títulos de economia e gestão, no primeiro semestre do ano. Cresceu 27%. Vendeu mais do que o gratuito Oje. Apenas a revista Carteira e o jornal Vida Económica perderam leitores

As vendas da Exame cresceram 27% no primeiro semestre deste ano, comparando com o mesmo período do ano passado. Por cada edição desta revista mensal foram vendidos 26.811 exemplares.
Entre as revistas mensais, a Executive Digest cresceu 24%, para os 8.672 exemplares pagos por edição e a Carteira caiu 10%, para os 8.786 exemplares.
O diário Oje, que custa um simbólico cêntimo por edição, foi distribuído por 25.313 leitores, diariamente, este semestre. Mais 8% do que no período homólogo do ano passado.
O Diário Económico vendeu 15.606 exemplares por edição (mais 17%), o Semanário Económico, 10.779 exemplares (mais 9%), o Vida Económica, 11.354 exemplares (menos 5%) e o Jornal de Negócios, 9.877 exemplares (mais 19%).
Os dados são da APCT - Associação Portuguesa para o Controlo de Tiragem e Circulação.
Entre os diários, o líder, Correio da Manhã, é o único que não caiu seriamente. Vendeu 115.094 exemplares por edição, apenas menos 202 jornais do que no período homólogo de 2008.
O Jornal de Notícias vendeu 96.309 exemplares (menos 9,55%), o Público, 39.251 (menos 7,97%), o Diário de Notícias, 37.810 (menos 16%) e o 24 Horas 31.712 (menos 14%).
Nos jornais semanais, o Expresso vendeu 112.639 exemplares (menos 9,12%) e o Sol ficou-se pelos 41.066 (menos 10, 8%).
Nas newsmagazines, a Visão vendeu 100.264 revistas por semana (menos 6,12%) e a Sábado 78.346 exemplares (mais 5%).
A guerra nas femininas é liderada pela Happy Woman que este semestre vendeu mais 9% de revistas por mês: 108.324 exemplares. Segue-se a Activa com 59.461 exemplares (menos 11%), a Máxima com 53.806 (menos 9%), a Elle com 45.337 (perdeu apenas 198 exemplares) e a Cosmopolitan que vendeu 39.246 revistas por mês (menos 5%).

Pesquisa revela opinião de jovens e adultos sobre juventude

Coordenada pelo institutos Ibase (Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas) e Pólis (Instituto de Estudos, Formação e Assessoria em Políticas Sociais) a pesquisa “Juventude e Integração Sul-Americana: Diálogos para Construir a Democracia Regional” revela um perfil da juventude sulamericana e permite a análise de diferenças e semelhanças entre gerações no que diz respeito a temas como opiniões, valores, educação e visões sobre o trabalho.A pesquisa teve como objetivo principal uma discussão sobre a juventude, baseada na opinião de jovens e adultos de seis países da América do Sul, que proporcionou a expansão e aprofundamento no conhecimento generalizado dos problemas e das perspectivas da juventude, contribuindo para uma melhoria e ampliação no que se diz respeito aos direitos da juventude.



O questionário abordou questões como escolaridade, religião, uso da Internet, problemas e demandas dos jovens, percepções sobre juventude e políticas de governo, opiniões e valores sobre temas correntes, integração latinoamericana e futuro. No Brasil foram realizadas 3.500 entrevistas: zona rural e urbana, homens e mulheres de 18 a 60 anos.Foram entrevistadas 14 mil pessoas, sendo, representadas na análise, 50% jovens (18 a 29 anos) e 50% adultas (30 a 60 anos), entre agosto e outubro de 2008, em seis países da América do Sul: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai.A juventude corresponde a cerca de 25% da população que vive na América do Sul; no Brasil são 50,2 milhões de jovens (26% da população) entre 15 e 29 anos; deste total, 40 milhões estão na faixa etária entre 18 e 29 anos (foco deste estudo).




Fonte: PJ Maringá

A realização de projetos em empresas ainda enfrenta dificuldades


Nome: Silvia Angeiski da LuzFaculdade Spei

Curso Gestão Comercial

Diciplina: Marketing


Nem sempre é fácil realizar projetos dentro das empresas. Na maioria das vezes, são encontradas algumas barreiras que podem interferir no desenvolvimento deles. Analisando em detectar esses obstáculos, o instituto de pesquisas Project Management Institute (PMI) realizou o quinto Estudo de Benchamarketing em gerenciamento de Projetos Brasil. A pesquisa constatou que o maior problema na realização de projetos está em não cumprir prazos. Por outro lado, o estudo revelou que ouve uma evolução da primeira pesquisa para essas. Em 2003, 72% das organizações pesquisadas afirmaram ter prazos prorrogados em seus projetos. Em 2007, esse índice baixou para 66%.


“Há dois objetivos na vida: primeiro, conseguir o que se deseja e segundo ser capaz de se aproveitar disso. Só os mais sábios alcançam a segunda etapa.” Logan Pearsall Smith

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Pesquisa avalia preferência do brasileiro por eletrônicos

Intenção de compra, forma de pagamento e estima pelos eletrônicos foram algumas das abordagens do estudo da GfK


A pesquisa levantou quais aparelhos eletrônicos os brasileiros já possuem, sendo os três primeiros colocados: celular (79%), DVD Player (72%) e computador (53%). 44% possuem câmera digital e 38% MP3/ MP4, Já no caso da TV de tela fina, esta porcentagem é de 19% e home theater 16%. No caso de todos estes produtos, a porcentagem de pessoas que possuem eletrônicos é maior entre os homens do que entre as mulheres. A idade e a classe social também são variáveis de influência. Quanto mais jovem e mais alta a classe social, maior o número de possuidores de eletrônicos.


Os dados são da GfK, 4ª maior empresa de pesquisa de mercado no Brasil e no mundo, que entrevistou 1.000 pessoas com mais de 18 anos das cinco regiões brasileiras, em 12 capitais ou áreas metropolitanas, para avaliar a preferência dos brasileiros por produtos eletrônicos.


Quando perguntado quais produtos pretendem comprar nos próximos seis meses, os mais citados foram: computador (16%), TV de tela fina (16%) e Câmara Digital (15%) e as menores menções foram: TV Digital Portátil, MP3/MP4 e DVD Player (todos com 3% cada).


Para a aquisição de produtos eletrônicos, 69% preferem comprá-los em grandes lojas especializadas, 15% em hipermercados ou supermercados, 14% em pequenas lojas especializadas e 10% pela internet. Quanto à forma de pagamento, 59% parcelariam a compra e 41% pagariam à vista. Entre os que preferem a opção de parcelamento, as mulheres são maioria com 66% contra 51% dos homens. Observando-se por classe social, na classe AB, 53% preferem o pagamento parcelado, enquanto que na classe CD, esta porcentagem é de 63%. Com relação à idade, os mais velhos tendem a preferir o pagamento parcelado, enquanto que os mais jovens tendem a preferir o pagamento à vista.


A estima pelos aparelhos eletrônicos também foi medida na pesquisa. Quando perguntados sobre qual produto eletrônico é o maior "companheiro", cuja perda ou dano seria muito sentida caso não houvesse reposição, os resultados foram: TV (44%), celular (25%), computador (20%) e rádio (10%). Aqui também o sexo, a idade e a classe social influenciam na preferência. O celular é visto como "maior companheiro" pelos mais jovens e também entre os homens (28% contra 21% entre as mulheres). O computador é mais estimado pelos mais jovens, homens e classe AB. Já TV, tem maior estima entre as mulheres (50% contra 37% entre os homens), na classe CD (49% contra 38% da classe AB) e à medida que a i dade vai aumentando. O rádio também ganha preferência à medida que a idade aumenta.


Sobre a GfK Criado há mais de 70 anos na Alemanha, o Grupo GfK é a 4ª maior empresa de pesquisa de mercado do mundo. Com 115 subsidiárias, está presente em mais de 100 países nos cinco continentes, gerando mais de 10 mil empregos diretos. No Brasil é a 4ª maior empresa de pesquisa, com 22 anos de atuação no mercado.

Brasileiros poderão acessar internet pela tomada

63,9 milhões de unidades consumidoras de energia elétrica serão beneficiadas

Os brasileiros poderão acessar a rede mundial de computadores pela tomada. A medida foi aprovada pela diretoria colegiada da Aneel na última terça-feira (25), e criou as regras. A decisão vai beneficiar 63,9 milhões de unidades consumidoras de energia elétrica, interligadas por mais de 90 mil quilômetros de transmissão e distribuição, com as regras para o uso da tecnologia Power Line Communications (PLC). A efetiva implantação do sistema agora depende das empresas e distribuidores de energia, que devem apresentar os projetos.


Assim que implementado, o serviço de acesso à internet e a TV por assinatura será realizado por meio da rede elétrica - já presente em quase 100% das residências do Brasil. O prestador do serviço de PLC deverá seguir os padrões técnicos da distribuidora, o disposto em Resolução da Aneel e na regulamentação de serviços de telecomunicações e de uso de radiofrequências da Anatel.


A implantação e exploração do PLC não poderão comprometer a qualidade do fornecimento de energia elétrica para os consumidores e se houver necessidade de investimento na rede, o custo será de responsabilidade da empresa de telecomunicações.


O regulamento determina as condições para a utilização da infraestrutura das empresas distribuidoras de energia elétrica para implantação do sistema que permite a transmissão de dados por meio da rede de distribuição. A norma delimita o uso das redes elétricas de distribuição para fins de telecomunicações, garantindo a qualidade, confiabilidade e adequada prestação dos serviços de energia elétrica, gerando incentivos econômicos ao compartilhamento do sistema e zelando pela modicidade tarifária.


Economia


O emprego da tecnologia possibilita novos usos para as redes de distribuição de energia elétrica, sem que haja necessidade de expansão ou adequação da infraestrutura já existente. A economia representa a redução de custos aos consumidores, que serão beneficiados com a apropriação de parte dos lucros adicionais obtidos por meio da cessão das instalações de distribuição, o que poderá baixar as tarifas.


A Agência prevê que a apuração da receita obtida pelas concessionárias de energia com o aluguel dos fios para as empresas de internet será revertida para a redução de tarifas de eletricidade, nos termos de legislação específica estabelecida pela Aneel. Esse critério já é utilizado no aluguel de postes para passagem dos cabos da telefonia.


Embora seja utilizado o mesmo meio físico (as redes de distribuição de energia elétrica), a tecnologia permite o uso independente dos serviços e, portanto, a concessionária poderá também utilizar a infraestrutura do prestador de serviço de PLC para atender às suas necessidades e interesses.


Ao disponibilizar a sua rede de distribuição, a concessionária deverá dar ampla publicidade por um prazo mínimo de 60 dias para a manifestação dos interessados. A escolha do prestador do serviço deverá ser divulgada em até 90 dias após o pedido.

Pesquisa mostra o que gestores pensam da Geração Y

Descontraídos e importantes para trazer vitalidade e agilidade às companhias, mas são impacientes e superficiais (e não possuem experiência).


Excelente formação acadêmica, fluência em vários idiomas e grande acesso à informação são características típicas dos jovens nascidos entre 1984 e 1991, que fazem parte da chamada Geração Y. No mundo corporativo, eles são representados por universitários ou por recém-formados.


Mas como essa geração é vista por seus administradores? É aliada ou adversária? Como é possível lidar com esses jovens, dinâmicos, ambiciosos e sedentos de conhecimento no ambiente corporativo? Essas são apenas algumas das questões e revelações da pesquisa "Uma visão dos líderes sobre a Geração Y", do Ateliê de Pesquisa Organizacional (www.ateliedepesquisa.com.br), realizada entre novembro de 2008 e julho de 2009, com mais de cem gestores de grandes companhias.


"O estudo mostra que as empresas têm um grande desafio pela frente na hora de alinhar o trabalho entre as gerações", afirma Suzy Cortoni, coordenadora da pesquisa e sócia-diretora do Ateliê de Pesquisa Organizacional. "Percebemos que o perfil das gerações (Y, X e Baby Boomers) apesar de opostos são complementares, pois ao juntarmos a maturidade e a experiência dos gestores com a agilidade e a determinação dos jovens temos equipes mais preparadas e engajadas dentro das organizações", afirma.


Um dos aspectos que mais chama a atenção no estudo são as características percebidas na Geração Y pelos gestores. Na avaliação, eles acham que os jovens são ágeis, têm senso de oportunidade, descontração, inteligência, sabem se defender, ou seja, são importantes para trazer vitalidade, ritmo e agilidade às empresas. Por outro lado, são considerados impacientes, inseguros, com vínculos voláteis, exibicionistas e superficiais. "Se a companhia não oferece estímulos na velocidade que essa geração deseja, eles não pensam duas vezes para procurar outra vaga no mercado de trabalho, pois visam cada vez mais suas próprias realizações profissionais", explica Luis Felipe Cortoni, consultor do Ateliê de Pesquisa Organizacional. "P ara uma política bem-sucedida de retenção de talentos, uma das sugestões é fazer com que os jovens se envolvam nos processos de toda a corporação, caso contrário será difícil mantê-los no quadro", explica. "Eles são profissionais do mercado e não da empresa".


E as conclusões do estudo comprovam essa tese, pois 85% dos gestores afirmam que seus profissionais da Geração Y esperam crescer rapidamente na companhia, 66% querem obter satisfação profissional e 51% desejam enfrentar desafios. Outro dado que chama a atenção é que para 79% dos entrevistados esses jovens aspiram ganhar muito dinheiro e 64% acham essa geração menos preocupada e mais descompromissada.


"O grande diferencial é que as gerações anteriores (Baby Boomers e X) realizaram transformações políticas, sociais e culturais, enquanto a Y participa e faz a revolução tecnológica", completa Luís Felipe Cortoni. E isso realmente não é problema para a Geração Y, que age como se o computador fosse uma extensão do seu cérebro. Para 89% dos gestores, os integrantes de suas equipes nessa faixa etária têm muita habilidade com novas tecnologias e 63% consideram os jovens bem-informados.


Animais - Mas e se esses jovens fossem animais? Qual é a percepção dos líderes a respeito desses profissionais? O Ateliê de Pesquisa Organizacional mostrou aos entrevistados imagens de 25 animais diferentes para ilustrar as características mais marcantes. Os cinco animais destacados pelos entrevistados foram o cachorro (55%), leão (39%), gato (29%), macaco (25%) e coelho. Tais escolhas confirmam os perfis característicos da Geração Y: ágil, atenta, oportuna, alegre, inteligente, leve e com bom relacionamento com os companheiros.




Pesquisa disponível no site da Versátil Comunicação.






Sobre o Ateliê de Pesquisa Organizacional - www.ateliedepesquisa.com.br Criado em 2006, nasceu da parceria entre a consultoria LCZ Desenvolvimento de Pessoas e Organizações e a ComSenso Agência de Estudos do Comportamento. É especializada em metodologias de pesquisa organizacional e diferencia-se por combinar métodos quantitativos e qualitativos de levantamento de dados. Possui expertise para observar, transparecer, tornar tangível, revelar e diagnosticar comportamentos e situações dentro da empresa e nas relações da corporação com o seu meio externo.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Apoio científico à aquicultura

Laboratório de Análise de Qualidade da Água, inaugurado pelo Instituto de Pesca do governo paulista, fará análises ambientais para fornecer subsídios às medidas de preservação da vida aquática (foto: divulgação)

Agência FAPESP – O Instituto de Pesca, vinculado à Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta), órgão da secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado (SAA), inaugurou no dia 11 de agosto o Laboratório de Análise de Qualidade de Água, situado no Parque da Água Branca, em São Paulo.

Segundo o Instituto de Pesca, trata-se de um dos únicos laboratórios no Brasil a concentrar, em uma só unidade, análises físicas, químicas e biológicas da água, a fim de dar suporte à sustentabilidade ambiental das inúmeras atividades relacionadas ao meio aquático.

Com o novo laboratório, a SAA será o primeiro órgão público qualificado a atender os diferentes setores do agronegócio – e em especial as atividades voltadas à pesca e à aquicultura, que são dependentes da qualidade dos recursos hídricos.

O laboratório também atenderá a demanda de outros setores não vinculados diretamente ao agronegócio, como a indústria, que necessita de análises frequentes para avaliar a qualidade de seus efluentes líquidos.

O laboratório será utilizado por qualquer setor que tenha alguma interface com o meio aquático, segundo o Instituto de Pesca. Os principais ensaios laboratoriais incluem análises ambientais que fornecem subsídios às medidas de preservação da vida aquática.

O aquicultor poderá utilizar o laboratório para analisar a qualidade da água antes da sua captação, durante a atividade – a fim de melhorar a produção – e depois de seu uso, para assegurar que o processo não esteja poluindo o meio ambiente.

O suporte às análises envolvidas nos processos de regulação do uso e ao monitoramento da água, dentro da Política Nacional de Recursos Hídricos, será outra atividade do laboratório. Com isso, ele permitirá garantir um sistema de informações confiável para a gestão desse recurso no âmbito nacional.

O governo paulista investiu, em 2008 e 2009, mais de R$ 477 mil na adequação e modernização do Laboratório de Análise da Qualidade da Água do Instituto de Pesca. Desse total, mais de R$ 377 mil foram destinados a obras civis, como a adequação do antigo e desativado galpão de inseminação artificial do Parque da Água Branca.

O restante foi utilizado na fabricação e instalação de mobiliário específico para laboratório, como bancadas e capelas de exaustão. Com esses investimentos, a estrutura física está pronta para a implantação do sistema de qualidade visando às certificações ISO 9001:2000, voltada para a gestão, e ISO 17025, específica para laboratórios.

Mais informações: http://www.pesca.sp.gov.br/destaque.php?id_destaque=365

Choque de gestão derruba índice de produtividade dos Estados

Santa Catarina foi um dos Estados brasileiros que introduziram programas de gestão na administração pública e está entre os que apresentaram os piores índices de produtividade, segundo mostra o estudo Produtividade na Administração Pública Brasileira: Trajetória Recente, divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).


“Choque de gestão nada mais é que introduzir a lógica privada na administração pública”, explicou o presidente do Ipea, Márcio Pochmann, durante o lançamento do estudo. “Em São Paulo, o ganho de produtividade da administração pública foi muito baixo: apenas 1,7%. Em Minas Gerais esse ganho foi de 5%, e no Rio de Janeiro registramos queda de 1,5%, bem como no Rio Grande do Sul, com -2,4%”, informou o presidente do órgão.

Acre (-1,4%), Espírito Santo (-7,4%), Santa Catarina (-16,3%) e Pará (-23,2%) foram os outros Estados que apresentaram redução de produtividade na administração pública.“É um crescimento muito pequeno, se comparado a Estados como Pernambuco, onde a produtividade cresceu 31,2%, Ceará (40,2%), Maranhão (41,9%), Rio Grande do Norte (44,8%), Bahia (48,5%), Paraíba (50,6%), Alagoas (53,3%) e Distrito Federal (91,3%)”, afirmou Pochmann.


Roraima foi o Estado que apresentou maior evolução acumulada da produtividade na administração pública, com 136,6%. “Mas aqui deve ter ocorrido um efeito estatístico, e será necessário fazermos, ainda, uma avaliação mais aprofundada para entendê-lo. Provavelmente está ligado aos concursos mais recentes para o serviço público”, explicou o presidente do Ipea.Pochmann destacou que quando o foco da pesquisa foi direcionado às regiões, a evolução acumulada da produtividade na administração pública só foi positiva nas Regiões Nordeste e Centro-Oeste, com 39,8% e 49,3% respectivamente.


“Nas demais regiões houve queda de produtividade, durante o período. Na Região Norte essa queda foi de -2,8%; na Sul, de -1,3%; e na Sudeste, de -0,2%”.

Da Agência Brasília de Comunicação
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sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Soft Skills

Os chamados soft skills (conhecimentos como inteligência emocional, relacionamento, resolução de conflitos, liderança, etc) são tão importantes quanto os hard skills (conhecimentos mais técnicos, como estabelecimento de prazos, utilização de técnicas para cálculos de indicadores, etc).

Diariamente os gerentes de projeto se deparam com situações que irão afetar seu cronograma, planejamento de riscos do projeto entre outros fatores, embora esses problemas sejam mensurados com maior facilidade em indicadores ou artefatos do projeto, podem ter origem nas “áreas” de soft skill.

Os soft skills podem ser agrupados como conhecimentos corporativos, conhecimentos de empregabilidade ou como conhecimentos diários (da vida).

Conhecimentos corporativos
Esses conhecimentos incluem entre outros:
Sensibilidade Política;
Senso de negócios;
Sensibilidade Estratégica;
Gerenciamento da informação (comunicação);
Networking;
Formas de liderança.
Conhecimentos de Empregabilidade
Esses conhecimentos incluem entre outros:
Comunicação;
Trabalho em equipe;
Liderança;
Iniciativa;
Solução de Problemas;
Flexibilidade e Entusiasmo;

Conhecimentos Diários

São conhecimentos relacionados à nossa personalidade.
Link contendo um gráfico citando esses conhecimentos:
http://www.extension.iastate.edu/learningandliving/main/tlsmodel.html

Para evidenciar a importância atribuída aos soft skills, represento em um gráfico abaixo:


Embora esse gráfico tenha sido elaborado com base em uma pesquisa conduzida por Rob Ranzijn , da Universidade do Sul da Austrália, a pesquisa tinha outro fim “Discrimination against the older worker: psychology and economics”, o trabalho na íntegra pode ser solicitado por e-mail rob.ranzijn@unisa.edu.au

Este gráfico e o universo pesquisado mostra de forma clara quais as atribuições mais valorizadas, ou seja, Conhecimentos Interpessoais, personalidade no trabalho e trabalho em equipe, todos Soft Skills.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Por que os projetos falham?

Praticamente um em cada quatro projetos falha (24%, de acordo com pesquisa do Standish Group). Geralmente, o fracasso está relacionado a problemas em executar o projeto dentro do prazo estipulado, dentro do orçamento previsto ou simplesmente por falta de eficiência na gestão para fazer com que os resultados esperados sejam atingidos.


Quase todos os stakeholders, consultores e gestores têm opinião bastante pessoal na hora de justificar a falha de um projeto. Mas suas explicações geralmente estão relacionadas à sua área de atuação, não ao conjunto. “É difícil apontar uma única falha que seja responsável pelo insucesso como um todo.


Até porque as etapas se relacionam umas com as outras. Portanto, é mais recomendável que todos os profissionais envolvidos tenham em mente os fatores-chave para que o projeto seja bem-sucedido”, diz George Paulus, engenheiro da Proage que desenvolveu o sistema GP3 – utilizado na gestão de projetos.


Na opinião do especialista, mais do que empregar tempo tentando identificar pontos falhos, é importante que sejam criadas condições para que os projetos sejam bem-sucedidos. Para George Paulus, aqui estão sete virtudes necessárias:

1. Envolvimento da alta direção. “A alta direção precisa assumir seu papel de patrocinadora dos projetos. O comportamento dos diretores ao apoiar, controlar e escolher os meios de comunicação faz toda diferença na adequação da estrutura organizacional da empresa em relação à nova rotina de trabalho. Sem esse suporte dificilmente os resultados são alcançados sem sofrimento.”


2. Trabalho em equipe. “Tendo uma boa liderança, as pessoas tendem a desenvolver ainda mais as habilidades e atitudes necessárias para que o trabalho esteja sempre direcionado para os objetivos do projeto e da empresa. No trabalho em equipe, os processos de comunicação são fundamentais. Hoje em dia, um bom software de gerenciamento de projetos cumpre esse papel.”


3. Maturidade na escolha das ferramentas de gestão. “Há uma grande oferta de profissionais com conhecimentos teóricos em gerenciamento de projetos. O que os diferencia e, por consequência, aumenta a eficácia de seus projetos é justamente sua capacidade de avaliar e identificar as ferramentas de gestão mais apropriadas para cada projeto.”


4. Aprendizagem organizacional. “Acertos e erros sempre acontecem na gestão. O importante é estruturar a empresa para que o aprendizado seja incorporado na rotina de trabalho. A aprendizagem organizacional é tão mais efetiva quanto mais as pessoas são estimuladas a comunicar os erros. Repetir os acertos e cometer apenas erros diferentes faz parte de uma boa estrutura de gestão de projetos.”


5. Escopo bem definido. “Escopo é aquilo que se pretende gerar com o projeto. Definindo adequadamente o escopo, é possível determinar com mais precisão o investimento e o tempo necessários. Entretanto, não basta uma boa definição do escopo logo no início. As mudanças precisam ser atualizadas no planejamento do projeto.”


6. Uso efetivo de um sistema de informações. “Os software de projetos são utilizados tradicionalmente durante as etapas de iniciação e planejamento. Recentemente, com o rápido avanço da internet, novos software têm sido criados para as atividades de execução e controle. Mas não basta comprar um software. Fazer uma escolha compatível com o grau de maturidade da equipe de trabalho e cuidar para que a ferramenta seja usada em todos os níveis da organização são atitudes fundamentais para atingir um bom resultado.”


7. Controle eficiente das mudanças. “Não adianta engessar um projeto para evitar modificações; elas acontecem o tempo todo. O problema é a falta de registro das mudanças. Um bom sistema de aprovação e documentação das mudanças cumpre esse papel de controle. Quando a equipe não conta com esse tipo de ferramenta, as chances de o projeto fracassar são maiores.”


Fonte: George Paulus, engenheiro de produção e diretor executivo da PROAGE, empresa desenvolvedora do gerenciador online de projetos GP3 (www.gp3.com.br).

300 milhões de pessoas assistirão TV pelo celular até 2013

Brasileiros usuários de TV móvel analógica já assistem a 30 minutos diários de programação na nova mídia, sobretudo quando estão no trânsito.


Cerca de 54 milhões de pessoas serão usuárias da TV móvel analógica ao redor do mundo ainda este ano, sinalizando assim a chegada definitiva desta mídia no mercado de massa. Até 2013, 300 milhões de pessoas serão usuárias da tecnologia, segundo a pesquisa 'Analog Mobile TV: The World's Most Widely Available Option for Mobile TV”, realizada pela Telegent Systems, empresa que atua no fornecimento de semicondutores CMOS, e pela In-Stat, consultoria independente de pesquisa de mercado.


O estudo, que comparou e destacou as tendências mais comuns no uso de TV móvel no Brasil, Colômbia, Indonésia e Turquia, mostrou que as opções pelo conteúdo da programação se mostraram semelhantes nos países pesquisados, com algumas diferenças regionais, como já era esperado. No entanto, a maioria afirmou que prefere assistir uma programação heterogênea, que inclui filmes.


A pesquisa também ajudou a mudar a percepção que os usuários de TV móvel apenas assistem conteúdo de curta duração. No Brasil, os usuários brasileiros participantes do estudo preferem: notícias (25%), esportes (10%), séries de TV (8%), desenhos animados (2%), filmes (5%), mix de programas (38%), não assistem (12%).


Em todos os países pesquisados, a grande maioria dos usuários assiste a TV móvel pelo menos uma vez por semana. Em algumas regiões, 40% ou mais dos pesquisados assistem a TV móvel diariamente. No Brasil, os usuários assistem: diariamente (18%), cinco dias por semana (10%), três dias por semana (30%), um dia por semana (15%) e raramente (27%).


Um resultado surpreendente do estudo se refere ao tempo que o usuário assiste a TV móvel, sendo que aproximadamente 2/3 dos pesquisados afirmaram assistir por pelo menos 30 minutos nos dias que acessam a TV móvel. No Brasil, 30% dos usuários assistem a TV móvel por trinta minutos ao dia, 25% cerca de dez minutos, 25% menos que dez minutos, e 20% mais que 30 minutos.A maneira como a TV móvel é usada apresenta a maior diferença cultural. Os participantes da pesquisa afirmaram que a maior utilização da TV móvel é no trânsito, sendo que mais de 1/3 usam a TV em sua jornada casa/trabalho, independentemente do país. Na Indonésia, onde o trânsito é muito ruim, houve predominância desse tipo de uso (2/3 dos pesquisados). No Brasil, os usuários utilizam a TV móvel no trânsito (57%), em casa (25%), no trabalho (20%), em intervalos (28%), em casa de amigos (10%), durante tarefas (10%), outros (28%).

Eventos crescem como estratégia de marketing

Segundo a Associação Brasileira de Empresas de Eventos (ABEOC), São Paulo recebe mais de 10 milhões de visitantes por ano, dos quais 50% chegam à cidade para participar dos 90 mil eventos que ocorrem na capital. Essa movimentação gera receita superior a 8 bilhões de reais, números que transformaram a metrópole em capital latino-americana dos eventos.
Os dados mostram a tendência da cidade em receber com qualidade eventos nacionais e internacionais como a Fórmula 1, a Parada do Orgulho Gay, o Carnaval ou a São Paulo Fashion Week. Porém, mais da metade dos eventos realizados em São Paulo são de pequeno e médio porte.
A realização destes eventos, seja na divulgação de marcas, no relacionamento com os clientes, funcionários e parceiros ou no lançamento de produtos, acontece quase que diariamente na cidade, e devem ser muito bem elaborados. "A grande maioria dos eventos empresariais trabalha dois elementos: a marca, que é sinônimo de status/estilo de vida, e o relacionamento com clientes, parceiros ou fornecedores, que é a chave para o sucesso nas vendas", explica Fernando Firpo, um dos proprietários da Acústica São Paulo, espaço de eventos na capital. "Se o espaço escolhido para a realização de um encontro de aproximação ou de divulgação não é adequado, o evento é prejudicado e pode levar a ruína todo o planejamento de marketing de uma empresa". completa o empresário.

Visando atender a um público exigente e alinhado com as tendências do mercado, Firpo defende a importância dos eventos no processo de consolidação de uma marca. "O alinhamento da empresa com seus públicos de interesse, a exposição da marca, seja para os clientes ou mídia, são apenas alguns dos benefícios de um evento bem feito." explica. Nestes casos é necessário contar com um bom planejamento, definir o público-alvo e o tipo de ação de relacionamento e selecionar um ambiente que esteja de acordo com esta estratégia.

Neste sentido, a Acústica São Paulo, situada no tradicional bairro da Bela Vista, visa atender às mais diversas necessidades dos clientes que procuram espaços para eventos. "Nossa produção é muito completa e dinâmica, assim como a estrutura e decoração, que possibilitam realizar desde um jantar exclusivo até um show de cabaret, gafieira ou mesmo um desfile de moda para 600 pessoas." exemplifica Rebeka Epíscopo, sócia da Acústica e representante da produtora francesa Le Casting no Brasil.

Com experiência internacional na produção de eventos, Rebeka acredita que, apesar do grande número de espaços em São Paulo, poucos têm infra-estrutura e know-how suficientes para atender à crescente demanda dos clientes. "Cada vez mais nossos clientes tomam como referência os eventos internacionais, tornando-se um público muito exigente. Por isso é necessário, além da experiência na área, trabalhar muito e, acima de tudo, estar atualizado com as práticas e tendências deste mercado", completa.

Sobre a Acústica São Paulo
Onde: Acústica São Paulo
Rua Martiniano de Carvalho, 266 - Bela Vista, São Paulo, SP
Acesso a portadores de necessidades especiais: rampas e banheiros especiais Capacidade: 600 pessoas
Manobristas no local
Possui Chapelaria
Site: www.acusticasaopaulo.com.br
Contato: 3926-4596
E-mail : acusticasp@acusticasaopaulo.com.br

Estratégia empresarial, por Ivan Luiz Ecco

As organizações buscam a formulação da estratégia para continuar no mercado e suprir as expectativas de acionistas e empresários। O caminho para se chegar aos objetivos passa pela elaboração de um planejamento de curto e longo prazos feito com técnicas de análise dos ambientes externo e interno, formulação de metas a serem alcançadas।

Hoje, um dos principais planos adotados pelas empresas é o planejamento estratégico। Com ele, a organização pensa de que forma irá atuar no futuro e desenvolve estratégias que devem considerar negócio, recursos, forças, fraquezas e ambiente externo e interno.

Após definir as estratégias, a empresa precisa adotar uma forma prática de colocá-las em ação। Para isso, existe uma série de métodos que podem ser empregados, como Balanced Scorecard (BSC), Tablou de Bord, administração por objetivos (APO), gerenciamento por diretrizes, entre outros. Mas o que estes métodos realmente garantem?

O processo de elaboração das estratégias organizacionais é uma etapa muito importante e demanda estudos detalhados dos ambientes e de uma equipe de analistas e gestores competente। Essa equipe acompanha as tendências do negócio e aponta os caminhos que a empresa poderá seguir.

Para que os resultados sejam alcançados, é fundamental que os colaboradores se mobilizem, pois são eles que interferem diretamente no processo। Se elas são fator determinante para a implementação da estratégia, é necessário adotar uma comunicação eficiente. Segundo L.C. da Silva (2003), é preciso deixar claro para todos e em todas as unidades produtivas da organização, os pontos que impactam no desempenho da organização.

As nossas empresas utilizam métodos e técnicas para definir e executar suas estratégias, mas isto não é suficiente para obter sucesso। É fundamental adequar a estrutura da organização e a comunicação interna, que deve atingir todas as pessoas. Dessa forma, alinha-se a estratégia em todos os níveis hierárquicos, e esse é um requisito básico para o sucesso do planejamento.

Ivan Luiz Ecco é Diretor de educação profissional do Senac Santa Catarina

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Apresentação do Blog

Após alguns minutos formatando o blog, posso dizer que está pronto. Sei que não posso me gabar do feito, mas sinto que quanto mais coexisto ao lado das tecnologias, mais eu aprendo (esse negócio de HTML é novidade pra mim).

Bom, meu nome é Luiz Lins e fiz este blog como uma forma de conhecer e interagir com novas pessoas, o intuito é postar informações realmente relevantes sobre Pesquisa, Consultoria, Novas Tecnologias, Estratégia e metodologias que vem sendo aplicadas com sucesso.

Gostaria de dizer também que, o blog será uma vitrine para divulgação das atividades que participo e que acredito ser importante para a sociedade.

No mais, espero que gostem das notícias que começarão a ser postadas e fico grato pela visita. Até...