quinta-feira, 18 de março de 2010

Dica de Livro


Manual de Gerenciamento de Projetos
Paul Campbell Dinsmore

O livro de cabeceira de todo gerente de projetos!

Premiado como o melhor livro do ano 2007 pelo PMI, o AMA Handbook of Project Management possui agora sua primeira versão em português, facilitando o trabalho de milhares de profissionais que poderão usufruir de uma leitura mais dinâmica, com conteúdo atualizado com as novas tendências e as boas práticas internacionais.


Além disso, é um guia indispensável para quem pretende fazer o exame de certificação PMP, com capítulos que correspondem especificamente àqueles que se encontram na mais recente edição do PMBOK Guide.

Editora: Brasport Autor: PAUL CAMPBELL DINSMORE & JEANNETTE CABANIS-BREWIN ISBN: 9788574523637 Origem: Nacional Ano: 2009 Edição: 1 Número de páginas: 520 Acabamento: Brochura Formato: Médio



Valor: De R$ 135,00 a R$ 190,00

O que torna os gerentes de projeto irritantes?

Quando assumem que podem fazer o trabalho da equipe

Gerentes de projeto não devem se meter a fazer o trabalho dos outros, mesmo que já tenham trabalhado nesta área antes. Trata-se de uma questão de foco, respeito e ética. Cabe ao gerente definir escopo, planejar prazos e deliverables e controlar custos, com o apoio da equipe. Também não há nada de errado em discutir diferentes técnicas e metodologias para chegar ao resultado.

O problema está quando o gerente começa a pisar na linha da arrogância e falta de respeito profissional, acreditando que pode fazer o trabalho do outro profissional melhor do que ele. Se o profissional não desempenha, há que substituí-lo, e não fazer o trabalho por ele.

Quando definem prazos ridículos

Definir uma meta de prazo insana não quer dizer que acontecerá. Este tipo de situação torna-se motivo de piada pela equipe, e o gerente perde credibilidade. No projeto, existem pressões naturais para redução de prazo, e o gerente precisa administrá-las para manter a bom senso nas estimativas, e não ceder cegamente ao que o patrocinador ou o cliente desejam.

Quando formalizam opiniões informais

Esta é ótima. Muitas vezes, especialmente em fases iniciais do projeto, o gerente quer obter algumas estimativas macro para seu planejamento. Ele insiste com a equipe que lhe passe alguns números de referência… e depois os formaliza como uma avaliação firme. Este é um “golpe baixo” que criará uma energia negativa da equipe em relação ao gerente de projeto. Pior ainda é quando, em uma reunião, ele pressiona para que se digam números em frente aos outros stakeholders, com o pretexto de que é “para ter uma idéia”. Especialmente quando quem está na reunião é o cliente, está criado o cenário para dificuldades de comunicação no projeto.

Quando estão mais preocupados com relatórios do que com resultados

Reportar atividades é fundamental nos projetos… mas bom senso também. O gerente de projeto deve saber dosar a necessidade de relatórios de status para que não se sobreponham às atividades em si. Mais ainda, deve ter o discernimento para compreender situações nas quais os relatórios devem ser simplesmente ignorados, para atender a necessidades críticas do projeto.

Quando não conhecem os detalhes do projeto

Os gerentes tem uma expectativa de que cada profissional que participa do projeto conheça muito bem sua área de atuação. No entanto, o mesmo é esperado da equipe… que o gerente saiba se comunicar adequadamente sobre o projeto e que tenha as informações chave que a equipe precisa para desempenhar bem suas atividades.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Retornando as atividades

Olá amigos,


Após um período nebuloso das minhas obrigações estou de volta, gostaria de modificar um pouco o espaço foco e trazer a vocês um pouco de crítica e principalmente comentários sobre diversos temas, não só me ater a fatos e notícias que são veiculadas por outros meios, mas literalmente produzir um conteudo que seja útil.

Bom, pra voces pensarem mais um pouco o próximo tema será meio que invadindo a onda da televisão, marca e como paradigmas sendo rompidos ao longo dessas semanas...pensei em falar algo mais recente...até lá

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Rede de amigos é fonte mais segura de emprego

Modalidade lidera ranking de colocação no mercado de trabalho na RMR, diz DieeseRosa Falcãomailto:Falcãorosafalcao.pe@adbr.com.br


Nada como ter amigos para conseguir uma vaga no mercado de trabalho. Pesquisa divulgada ontem pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estudos Socioeconômicos) revela que a rede de contatos pessoais é disparado com 63,5% o canal mais eficiente para arranjar emprego na Região Metropolitana do Recife (RMR). Em seguida, vem o contato direto com o empregador com 20,5% e, por último, a intermediação das agências de emprego privadas (2,6%) e públicas (1,6%). No caso dos domésticos, os parentes, amigos e conhecidos com 97% representam a principal via de inserção no emprego domiciliar. O estudo foi elaborado com os dados do Sistema Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) entre 2005-2008.


Ultrapassada a etapa de identificar o meio mais ágil de conseguir colocação, o trabalhador da RMR tem outra batalha pela frente: atender às exigências do empregador para a vaga oferecida. A pesquisa do Dieese mostra que para 66,7% (dois terços) dos assalariados a contratação está sujeita ao atendimento de alguns requisitos. São eles: escolaridade com 55,4%, experiência profissional anterior com 27,9% e a comprovação da realização de cursos ou conhecimentos específicos com 17,3%. Porto Alegre apresenta o maior índice de exigências, com 80%. "As exigências são menores no Recife porque além do mercado de trabalho ser menor, o assalariamento é pequeno", comenta Sérgio Mendonça, coordenador geral do Sistema PED.


Segundo Mendonça, a surpresa na pesquisa é a identificação da rede social de contatos com amigos, familiares e pessoas conhecidas como meio predominante de obter trabalho em todas as seis regiões metropolitanas. Em segundo lugar, aparece o contato direto do empregado com o empregador. "A rede social tem peso maior do que as agências públicas e privadas na colocação dos assalariados no mercado de trabalho", destaca Mendonça. Já no serviço público, o concurso público predomina com 62%, uma exigência da Constituição brasileira desde 1988.


Para o técnico do Dieese existe um grande espaço para o setor público melhorar o canal de intermediação entre o trabalhador e o mercado de trabalho. Em sua opinião, a agência pública de emprego está estruturada para atender à demanda do empregado e não do empregador. O modelo cria um descompasso entre o demandante e o demandado, resultando na dificuldade de captação de vagas. Ele tem razão: o banco de empregos das Agências do Trabalho em Pernambuco conta com um saldo de mais de um milhão de inscritos. Na outra ponta, a agência privada funciona com pacotes de colocação de determinadas funções para atender a lógica do mercado.


Meios para obtenção de trabalho


quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Hotéis precisam ser mais verdes

Ranking da consultoria Two Tomorrows mostra que as empresas hoteleiras têm se preocupado pouco com a sustentabilidade
Por Época NEGÓCIOS Online

Hotel em Aruba: a preocupação com o verde não pode mais se restringir aos jardins
As maiores empresas do setor hoteleiro ainda não se preocupam o suficiente com a sustentabilidade. A conclusão está na pesquisa da consultoria londrina Two Tomorrows, que estudou as dez maiores companhias hoteleiras (de acordo com capacidade de hospedagem) e criou um ranking das que mais se preocupam com sustentabilidade. “Turistas e executivos reduziram um pouco os gastos com viagens e o setor está num período de recuperação que ainda deve durar algum tempo. Mas quem não investir em ações de sustentabilidade agora, vai ter ainda mais dificuldade de fazer isto no futuro”, disse em comunicado Thomas Krick, responsável pela pesquisa. Em uma escala de até 100 pontos, nenhum hotel pesquisado conseguiu mais de 55 pontos.
>>> Veja outras notícias de sustentabilidadeEm primeiro lugar, ficou os hotéis da francesa Accor. Segundo relatório, a rede reconhece boa parte dos desafios sociais e ambientais que devem ser enfrentados e já desenhou estratégias para lidar com eles. A consultoria afirma também que a Accor já está explorando iniciativas de sustentabilidade inovadoras, como a aplicação de tecnologias para economia de energia em seus prédios. O último lugar do ranking foi para os hotéis Best Western, que obtiveram seis pontos. Segundo a consultoria, um dos motivos que faz com que as empresas hoteleiras não apliquem medidas de sustentabilidade é o alto custo que algumas destas soluções podem ter. De acordo com a Two Tomorrows, estas empresas parecem não dar valor à diferenciação que sua marca pode ter com a adoção de projetos verdes. Veja tabela com o ranking de sustentabilidade das empresas hoteleiras:


segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Bolsa atrai investidores com aplicações a partir de R$ 50

A queda nas taxas de juros e a volta do crescimento econômico trouxeram de volta o clima de euforia ao mercado de ações. Este ano, o índice Bovespa subiu mais de 70% e apresentou a melhor rentabilidade entre os investimentos. As possibilidades de lucro atraem cada vez mais os pequenos investidores. Apesar de já haver possibilidade de aplicar valores baixos, como R$ 50, marinheiros de primeira viagem precisam tomar cuidados para não naufragarem na primeira tormenta.
A popularização atual da bolsa contrasta com o passado. Segundo a BM&FBovespa, em 1994, só 9,7% do volume investido em ações era de CPFs. Hoje, 31,1% são formados pela economia de 550 mil brasileiros que apostam em papéis de empresas do País.
"Se hoje o brasileiro sente mais confiança para investir na bolsa, isso se deve a um longo trabalho educativo que tem sido feito. Ninguém mais vê a bolsa como um jogo, mas como um ambiente de negócios", explica o consultor da Bovespa José Alberto Netto Filho.
Cluiber Crescem/b>Nesta década, a Bovespa vem realizando palestras e cursos para popularizar os investimentos. Trabalhadores, donas-de-casa e até estudantes já encaram o mercado de ações com mais naturalidade. Uma das formas mais comuns de entrada nesse mundo é pelos clubes de investimentos. Por meio de um gestor, sempre vinculado a uma corretora, amigos, parentes ou colegas de trabalho aplicam na bolsa. No Brasil, já existem 2.820 deles, com cerca 150 mil cotistas, com investimento total de R$ 11 bilhões.
O servidor público Marcelo de Souza, 37 anos, montou no dia 7 de janeiro o Seven ("sete" em inglês) com dois amigos. Além de ter usado seu número de sorte, ele estudou previamente o assunto e comemora rentabilidade de 150% nos últimos seis meses./p>
Outro caminho para as pessoas físicas entrarem na bolsa é individualmente. Usando o Home Broker da Bovespa, conseguem comprar e vender papéis de casa ou do trabalho pela Internet, desde que estejam também credenciados em uma corretora. Esse módulo, no entanto, é desaconselhável para quem pretende investir quantidades pequenas pelos custos com manutenção e por cada compra e venda. A partir de R$ 10 mil, já pode ser viável. A administradora Graciane Bassani, de 29 anos, há dois vendeu seu carro para investir na bolsa e preferiu operar diretamente. Sua intenção era depois se desfazer das ações para comprar outro veículo, mas decidiu continuar no mercado. "Na época da crise, fiquei assustada. Mas graças às orientações que tive na corretora, resolvi manter o investimento. O prejuízo foi recuperado", conta.
Gabriel Leal, sócio da XP Educação, ligada à XP Investimentos, diz que ainda é comum, entre iniciantes, a expectativa de rendimento médio. Essa certeza, o mercado não dá. "A coisa mais importante é informação. Ninguém pode entrar numa partida de futebol sem conhecer as regras", compara o empresário, cujo grupo tem 50 mil clientes e espera quadruplicá-los em dois anos.Otimismo, mas com muita cautelaO maior controle sobre o sistema financeiro tem evitado prejuízo para investidores, mas golpes continuam sendo dados. A Internet é território vasto para trapaças de todos os tipos. Até pessoas conhecidas podem atrair iniciantes, com promessas de lucro fácil, e sumir com o dinheiro das vítimas. Negociar com empresas credenciadas dá mais segurança.
O superintendente de Proteção e Orientação aos Investidores da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), José Alexandre Cavalcanti Vasco, diz que nada impede o pequeno investidor de preferir corretores conhecidos, desde que verifique suas credenciais. "Fomos procurados por vítimas de golpes numa cidade do interior, aplicados por alguém muito conhecido no local", alerta ele.
Precauções para investidopresCorretoresAntes de aplicar na bolsa, comprando ações, verifique se a corretora está registrada na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), pelo site www.cvm.gov.br ou no 0800-7225354 (de segunda à sexta-feira, das 8h às 20h). É aconselhável verificar também se a corretora está cadastrada na Bovespa, pelo site www.bovespa.com.br. Caso seja contactado por funcionário da corretora, procure ver se o profissional realmente pertence ao quadro da empresa. Não confie em telefones impressos em panfletos: ligue para o número da corretora que consta no site da CVM ou foi informado pelo 0800 da comissão de valores.
Clubes de investimentosPara aturem na bolsa, eles precisam estar vinculados a uma corretora. Por isso, é preciso saber com qual empresa está operando e verificar a confiabilidade dela repetindo os passos acima. Caso seja um clube operado por agente autônomo (pessoa física que não é funcionário de corretora), seu nome precisa constar em lista da CVM, no item "Participantes do mercado", no site da instituição. O site da Bovespa tem lista com os nomes dos clubes e parte deles até divulga balanços no endereço. Se a pessoa for convidada a participar de clube operado por funcionário de operadora, veja se ele é realmente vinculado a ela, fazendo o mesmo procedimento indicado para quem compra ações.
Fundos de açãoAntes de aplicar nesse tipo de investimento, consulte a rentabilidade do fundo e a taxa de administração para saber se é compatível com seu perfil. A comparação entre os fundos pode ser feita no site www.portaldoinvestidor.gov.br, mantido pela CVM. Lá, existem também informações sobre a carteira de investimentos deles.
TransparênciaClubes de investimentos têm obrigação de prestar contas a seus cotistas sobre seus resultados. Pelo menos uma assembleia ordinária tem que ser realizada por ano e todos os participantes precisam ser informados com pelo menos oito dias de antecedência. Gestores mais transparentes procuram fazer reuniões periódicas para discutir suas estratégias.
Oferta de ações ou títulosQualquer oferta de ações ou de qualquer valor mobiliário tem que ser registrada na CVM e pode ser confirmada no seu site. São cada vez comuns os golpes na Internet. Desconfie de títulos com promessa de rentabilidade muito alta. A CVM também alerta que não há autorização para operações do tipo Forex no Brasil. Alguns sites no exterior estão atraindo brasileiros para transações virtuais baseadas na compra e venda simultânea de moedas, o que não é permitido.
FalsificaçõesÉ preciso cuidado total contra falsificação, já que a sofisticação dos golpistas é muito grande. Pretensos operadores chegam a apresentar documentos falsos de corretoras existentes. Outras vezes a vítima é induzida a acessar um site de fachada. Não se oriente apenas pela propaganda. Por isso, é importante confirmar o vínculo do intermediário e o credenciamento da corretora.
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