segunda-feira, 12 de abril de 2010
Mando um salve........SALVEM NOSSA SOCIEDADE
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Cresce abertura de microempresas

No ano passado, 15% da população adulta tinha algum tipo de pequeno negócio, a maioria por enxergar uma boa oportunidade
Com a experiência de sua confecção, Luciana
Bechara decidiu investir no comércio virtual
Publicado em 07/04/2010 André Lückman
O número de empreendedores no Brasil cresceu quase 30% em 2009 em um movimento que, apesar da crise, manteve a tendência de melhora na qualidade dos pequenos negócios. Isso porque, segundo os dados da pesquisa internacional Global Entrepreneurship Monitor (GEM), o chamado “empreendedorismo por oportunidade” teve seu quarto ano seguido de crescimento, chegando a 9,4% da população adulta, contra 8% em 2008.
O levantamento classifica os negócios de acordo com a qualidade – enquanto os formados por uma oportunidade têm maiores chances de crescer, aqueles criados por necessidade normalmente refletem uma aposta mal planejada, causada pela falta de emprego. No ano passado, o volume total de empreendedores passou de 12% para 15,3% da população adulta, ou seja, mais de 15 em cada cem brasileiros adultos tocavam algum negócio. O volume de empreendimentos por necessidade subiu de 4% para 5,9%.
“Em um mundo ideal, não haveria empreendimentos por necessidade”, diz o diretor técnico do Sebrae nacional, Carlos Alberto dos Santos. Ele avalia que a crise, apesar de ter contribuído para um aumento na taxa de abertura de negócios por necessidade, não inibiu empreendedores que montam empresas com um bom planejamento.
Hedeso Alves/ Gazeta do Povo

Toque feminino
Mulheres abrem 53% dos negócios
A pesquisa GEM 2009 mostrou, pela primeira vez, que a proporção de mulheres empreendendo por oportunidade supera a de homens, com 53% do total. São negócios como o das sócias Lala Organ, que é administradora, e Anauila Timoteo, engenheira. Elas decidiram trazer para Curitiba um serviço consolidado no mercado norte-americano, mas ainda incomum no Brasil: o de “organizador pessoal”.
As sócias Lala e Anauila abriram uma empresa de organização pessoal
Com o mote “nós fazemos o que você não tem tempo de fazer”, elas oferecem serviços para pessoas que consomem a maior parte do dia trabalhando, e não têm tempo de resolver pequenas coisas do cotidiano. Entre as missões de confiança aceitas pela dupla estão escolher e comprar um presente para uma pessoa querida, fazer compras de supermercado, acompanhar prestadores de serviço em uma tarefa doméstica ou mesmo assessorar e organizar mudanças de residência. A empresa com nome de Mr. Time também presta uma consultoria mais ampla dentro da organização dos espaços de casa, como a readequação de residências para moradores idosos. “Hoje praticamente todas as pessoas gostariam que a vida tivesse mais horas, porque o volume de tarefas é muito grande. A questão primordial do nosso serviço é se encaixar nessa falta de tempo para cuidar da vida pessoal”, explica Lala.
“Há boas expectativas de que os negócios de oportunidade continuem ganhando espaço e que neste ano haja uma redução na quantidade absoluta de novos empreendimentos, refletindo queda da necessidade. A taxa total deve voltar para a casa dos 13% da população adulta, dentro da média histórica do país”, diz.
A coordenadora da GEM no Brasil, Simara Greco, avalia que os efeitos mais pulverizados da crise no Brasil contribuíram para o quadro positivo. “A crise passou pela gente mais de leve do que em economias maduras”, diz. Mas o país ainda precisa evoluir para atingir o nível de qualidade do empreendedorismo visto em lugares como os Estados Unidos, onde são abertos três negócios por oportunidade para um criado por necessidade. No Brasil a relação fica em 1,6.
Novo negócio
A microempresária Luciana Bechara Wichert é um exemplo de empreendedor que enxergou uma oportunidade em meio às incertezas da economia em 2009. Sua empresa, a Be Little, fabrica roupas infantis há sete anos, mas Luciana decidiu investir em um novo negócio, o comércio virtual. Ela contratou uma pesquisa de mercado, que apontou que o segmento de roupas para bebês ainda era inexpressivo no varejo virtual. “Vimos que o negócio tinha chance de prosperar”, diz.
Luciana conta que tinha receio por causa do momento da economia. “Tínhamos medo porque ninguém sabia o que ia acontecer. Mas não arriscamos muito: um planejamento cuidadoso e uma pesquisa de mercado nos deu segurança para investir”, diz. Segundo Wichert, em fevereiro de 2009 o site entrou no ar, e em seis meses o faturamento do departamento virtual recuperou seu investimento de R$ 30 mil para desenvolver o projeto. Em um ano, já dava lucro, e hoje tem oito funcionários.
Novatos inovam e exportam pouco
A coordenadora da pesquisa GEM no Brasil, Silmara Greco, confirma que a taxa recorde de empreendimentos de oportunidade é motivo de comemoração nacional, mas não se sustenta sozinha. “Os índices de inovação ainda são muito baixos, a perspectiva negativa de exportação está batendo no teto e os empreendimentos ainda precisam gerar mais empregos”, diz.
Segundo a pesquisa, entre os empreendedores iniciais apenas 5,4% fazem produtos ou serviços verdadeiramente inovadores. Outros 11,1% estão em uma faixa em que são apenas parcialmente novos, e os demais 83,5% não oferecem novidade alguma em seus produtos ou serviços. A baixa expectativa de exportação também está em destaque na série histórica da GEM. Apenas 10,5% dos novos empreendimentos têm expectativas de competir com seus produtos ou serviços fora do Brasil.
O presidente do Sebrae, Paulo Okamotto, ressalta a importância de analisar a qualidade da inovação além da taxa isolada de empreendedorismo. “Observamos que em termos quantitativos o Brasil vai muito bem, mas ainda precisamos melhorar em termos qualitativos”, avalia. Segundo ele, há outro avanço que ficou de fora da pesquisa: a mortalidade das empresas no primeiro ano de atividade caiu de 45% para 22%.
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Pesquisador precisa ser mais estratégico e menos técnico
Pesquisador precisa ser mais estratégico e menos técnico. O modelo de pesquisa adotado pelas empresas no Brasil e o caminho a ser seguido por elas inspirou a apresentação de Nelsom Marangoni, CEO do IBOPE Inteligência, no 4º Congresso Brasileiro de Pesquisa. As mudanças do mercado estão em ritmo mais intenso do que há dez anos, o que contrasta com a lentidão das empresas de pesquisa. Porém, o que ainda predomina nestas companhias é o foco em produtos e processos.
A natureza técnica dos profissionais de pesquisa é uma das mudanças mais importantes no posicionamento da atividade. Em outras palavras, é preciso ser mais ousado, flexível, criativo e, fundamentalmente, mudar o foco nos processos para o foco no cliente e nos seus negócios. Esta mudança é lenta, e os motivos são, principalmente, a não superação da auto-imagem profissional desfavorável, já que os profissionais de pesquisa são vistos como prisioneiros dos padrões técnicos, possuem relação simbiótica entre qualidade e ética e o foco excessivo no financeiro.
O estudo “Pesquisa no Brasil: Estamos mudando para a direção desejada?” mostra que para os profissionais de comunicação, entre 2004 e 2010, não houve mudança nos critérios para a escolha de uma empresa de pesquisa. As métricas avaliadas ainda são baseadas em preço, excelência na operação, foco no cliente, métodos sofisticados, expertise em marketing e capacidade de projetos grandes e complexos.
Porém, novos aspectos são percebidos em evolução como a integração de informações, pesquisa via internet, utilização de redes sociais e analises de redes sociais. “Atualmenbte temos que entregar conhecimento aos clientes. Poucos estão atendendo este quesito, mas isto já é uma evolução, mesmo que ainda estejamos longe do ideal”, afirma Marangoni.
A pesquisa mostra que os clientes vão continuar investindo em pesquisa, mantendo o mesmo valor ou até aumentando a verba. Para Marangoni este é um alerta para o perigo da falsa impressão de que está tudo bem. “Mesmo assim, precisamos fazer diferente. Já mudamos um pouco, mas os nossos clientes continuam querendo uma maior contribuição das empresas de pesquisa”, conclui o CEO do IBOPE Inteligência.
terça-feira, 6 de abril de 2010
Projeto Carona Brasil - Condomínios Sustentáveis
O PROJETO
O Carona Brasil é uma solução sócio-ambiental e uma alternativa para o trânsito e a emissão de poluentes no meio ambiente, que utiliza a Internet conectando pessoas que querem uma melhor qualidade de vida viajando acompanhadas. Os caronistas do Carona Brasil podem adicionar seu destino online e pesquisar por caronas oferecidas e compartilhar viagens com outros membros.
Fundado em 2008 por dois empresários das áreas de construção civil e da indústria, com o propósito inicial de aumentar a taxa de ocupação dos milhões de veículos que trafegam apenas com o motorista, encorajando e disponibilizando uma ferramenta online para as pessoas compartilharem suas jornadas de carro.
O sucesso do Carona Brasil consiste em um portal com uma rede nacional online com uma ferramenta de busca de última geração, conectando e ajudando milhares de pessoas a compartilhar seus carros.
O Carona Brasil desenvolveu com sua equipe e parceiros um sistema de transporte inovador para assegurar uma solução sustentável sob medida para garantir e dar suporte a variadas comunidades.
Nosso projeto envolveu muitas horas de trabalho e disponibilizamos uma solução mais eficiente de transporte ajudando pessoas a achar companhia para compartilhar seus carros e oferecendo sustentáveis sistemas de viagem.
Para maiores informações: http://www.caronabrasil.com.br/index.php
Ressalto que o blog não tem qualquer ligação comercial com a empresa Carona Brasil, o intuito é de fomentar novas idéias de negócio e discutir seus impactos no mercado.
Então, será que essa moda pega? Acreditam no crescimento dessas soluções customizadas?
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sexta-feira, 2 de abril de 2010
Boa PÁSCOA e comam chocolate por mim..
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Pesquisa aponta que bebida típica do Sul faz bem ao coração
Apreciadores do chimarrão, bebida típica do Rio Grande do Sul, ganharam um novo argumento para defendê-lo na polêmica científica sobre os seus efeitos. Pesquisadores do Centro Universitário Feevale, do município de Novo Hamburgo, atestam que o mate - como também é conhecido o chimarrão - , além de estimulante, faz bem ao coração.
O trabalho desenvolvido pela biomédica Rejane Giacomelli Tavares aponta que o uso de cem gramas de erva-mate por dia pode causar a diminuição de 29% nos níveis do colesterol e de 62% nos triglicerídios. Segundo a pesquisadora, quanto mais altos esses níveis, maior o risco de doenças cardíacas. A análise foi feita em ratos. Cobaias tratadas com um extrato semelhante ao chimarrão do gaúcho tiveram os indicadores reduzidos.
– Nós sabíamos que, quimicamente, a erva-mate é muito parecida com o chá verde que tem esses efeitos de diminuição. Queríamos saber se a erva-mate também tinha. Por terem uma semelhança química, elas poderiam mesmo ter essa relação – relata a pesquisadora.
Rejane considera a cultura gaúcha como um sinal de que a erva-mate funciona mesmo.
– O gaúcho, mesmo com o hábito da carne gorda do churrasco, não tem o índice tão alto de triglicerídios. Pode ter aí a influência do chimarrão – diz.
A pesquisadora alerta que para quem tem uma dieta normal o efeito pode não ser tão marcante. Ele foi feito direcionado a uma dieta específica. A eficácia também pode não ser a mesma para pacientes com altos índices de colesterol por disfunção genética e com uso controlado de medicação.
Com cuidado redobrado com a saúde após um susto em 2005, o comerciário Hélio Dirceu Fernandes, 62 anos, saúda os efeitos positivos da erva-mate que o acompanha a vida inteira.
– Tenho o chimarrão como um companheiro. Se apontam que ele é saudável, melhor ainda. Ele é meu vício. Se ele não me ajuda, pelo menos nunca me prejudicou – diverte-se.