quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Faltam profissionais qualificados para gerenciar projetos

Por Flávia Furlan Nunes - InfoMoney

O problema é que faltam profissionais capacitados para isso.

A abordagem do gerenciamento de projetos está ganhando espaço nos mais diversos setores por possibilitar o melhor uso dos recursos disponíveis para atingir objetivos definidos pela empresa.

Para ser um gerente de projetos, o profissional pode ser formado em Administração, Processamento de Dados, Engenharia, Economia, Ciências da Computação e outros cursos, desde que possua interesse em gerenciar projetos.

O que ele deve ter?

Uma pesquisa realizada pela PMI São Paulo revelou quais as características que os profissionais que atuam como gerentes de projetos devem possuir. Dentre elas estavam liderança (89% das respostas), comunicação (78%) e conhecimento em gerenciamento de projetos (75%).

O levantamento ainda mostrou que 88% dos projetos que foram realizados por gerentes de projetos capacitados obtiveram êxito em seus resultados, já que esses profissionais têm competência para instigar a aplicação prática de soluções inovadoras e coerentes ao propósito do projeto, mitigando riscos e diminuindo custos.

O estudo, realizado com 373 empresas de nove estados, ainda aponta que a carreira de gerenciamento de projetos tem se mostrado bastante promissora nas pequenas e médias empresas, além das organizações de grande porte.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Brasil é o 3º país em número de projetos para redução de CO2

Cruzeiro On Line

O Brasil é o terceiro país do mundo em número total de projetos de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), atrás somente da China e da Índia. Os projetos são uma forma de reduzir as emissões de gases do efeito estufa, que provocam o aquecimento global, em países em desenvolvimento. O corte de emissões ocorre, por exemplo, com a implantação de tecnologias mais limpas ou a substituição de combustível poluente por outro menos sujo.

Os projetos fazem parte dos mecanismos de flexibilização previstos pelo Protocolo de Kyoto para que os países industrializados atinjam suas metas de redução de emissões de gases do efeito estufa e para que nações emergentes sejam incentivadas a serem mais sustentáveis. Isso ocorre porque a diminuição das emissões pelos projetos gera a Redução Certificada de Emissões (RCE), espécie de títulos que podem ser comercializados no mercado global. Como os países industrializados precisam cortar cerca de 5% de suas emissões de gases-estufa até 2012, eles podem adquirir esses títulos para auxiliar no cumprimento de suas metas.

Até agora, existem 5.430 projetos de MDL no mundo. Desse total, o Brasil responde por 417 (8%). A China e a Índia estão na frente, com 37% e 27%, respectivamente. E, atrás do Brasil, estão México (4%) e Malásia (3%). Em relação ao potencial de redução de emissão com os projetos, o Brasil também é o terceiro (6%). A China tem, sozinha, quase metade dos cortes de gases-estufa (48%). Segundo José Miguez, coordenador-geral de Mudanças Globais de Clima do Ministério da Ciência e Tecnologia, isso ocorre porque os chineses usam muito carvão em sua indústria e para produção de energia, e sua substituição reduz as emissões.

O potencial dos projetos brasileiros totaliza uma redução de emissão de 367 milhões de toneladas de gases-estufa para um período médio de sete anos e pode ser comparado às emissões do desmatamento do cerrado em um ano (350 milhões de toneladas de carbono, segundo o Ministério do Meio Ambiente).

INDÚSTRIA QUÍMICA

Foi principalmente por meio de projetos de MDL que a indústria química conseguiu reduzir suas emissões de gases-estufa nos últimos anos no País. Dados da Associação Brasileira da Indústria Química mostram que só as emissões de óxido nitroso (N2O) passaram de 20,7 mil toneladas em 2002 para 3,1 mil toneladas em 2007. E as emissões de gases-estufa caíram de 8,2 bilhões de toneladas para 3,2 bilhões de toneladas no mesmo período.

Os projetos de MDL mais comuns no Brasil estão na área de energia renovável (48,9%). Em segundo lugar, está a suinocultura (16%), com o tratamento de dejetos suínos e reaproveitamento de biogás. Depois, aparece a troca de combustível fóssil (10%) e a captura de gás em aterro sanitário (9%) - caso do aterro Bandeirantes, em São Paulo.

Segundo Flavio Rufino Gazani, presidente da Associação Brasileira das Empresas do Mercado de Carbono, a energia renovável lidera a lista por causa dos projetos de geração de energia pela queima do bagaço da cana-de-açúcar e de Pequenas Centrais Hidrelétricas. As áreas de eficiência energética e florestal têm grande potencial de crescimento no Brasil, segundo Gazani. Na primeira, o projeto pode fazer a redução do consumo de energia numa indústria, com a troca de equipamentos ou a automatização. No setor florestal há novos projetos, como o de plantar "florestas energéticas" - eucalipto que pode ser usado depois para fazer carvão vegetal.(AE)

Espanha é já o maior investidor estrangeiro nas energias renováveis E.U.

Pela primeira vez, a Espanha está localizado na linha de frente de uma revolução tecnológica. Depois de chegar com os anos ou mesmo décadas de atraso na erupção de vapor, óleo ou a idade da informação, o país permanece como uma referência mundial na última revolução, a da energia renovável. E faz também com um claro impacto direto sobre o principal mercado e líder em tecnologia no mundo: os Estados Unidos. O presidente da Câmara de Comércio de Espanha E.U., Jaime Malet, é direto: “A Espanha é já o maior investidor estrangeiro no sector das energias renováveis nos Estados Unidos”. O compromisso das empresas de espanhol por principal mercado do mundo reside no seu potencial de desenvolvimento e de acordo com Malet, «na sua capacidade de moldar o padrão de energia no futuro.”

Os exemplos da presença no mercado espanhol de energias renováveis E.U. falam por si: Gamesa é o quarto maior produtor de aereogeneradores, a Acciona tem dois parques eólicos, a Iberdrola adquiriu e PPM Energy Comunity através da Scottish Power, a Abengoa é líder em biocombustíveis e construir a maior instalação solar em todo o mundo, em Phoenix (Arizona). Duas semanas atrás, Washington foi realizada no terceiro congresso mundial de energias renováveis, um evento cuja sede seguinte poderia ser na Espanha.

Mais cedo, uma delegação espanhola liderada pelo Secretário de Estado do Turismo e Comércio, Pedro Mejía e secretário-geral de Energia, Ignasi Nieto, percorreu os E.U. em busca de novas oportunidades.

A representação do setor privado espanhol era pesado, com os líderes da Abengoa, Acciona, Elecnor, a Endesa, a Gamesa, Iberdrola Renovables, Isofoton Isolux, Siliken, Solaria e Unión Fenosa, além dos presidentes da Associação dos Produtores de Energias Renováveis, Joseph María González Vélez, e da Câmara de Comércio dos Estados Unidos na Espanha.

Malet acredita que existem cerca de 100 empresas espanholas poderiam encontrar um nicho nesse mercado. Na sua opinião, o exame do mapa é essencial “, devem estar localizadas em estados com a opinião pública favorável e legislação. Este é o caso da Califórnia, Texas, Iowa, ou Minnessotta Colorado. Até 27 Estados se comprometeram em 2020 para 20% da sua geração de energia proveniente de fontes renováveis.

Os incentivos fiscais ao investimento no sector das energias renováveis continuará suculento. Encontros PCT (créditos fiscais de produção) “será renovado este ano”, disse Malet, “de modo que um quadro estável é esperada até 2014 ‘.

Executivo aposta federalAl seguinte, como em muitos outros aspectos, as duas de quatro administração anos de George Bush ter conotações tornam-se de uma ruptura na política de combate às alterações climáticas. A administração Bush recusou ratificar o Protocolo de Quioto, mas ninguém duvida que o próximo ocupante da Casa Branca aposta muito clara por energias renováveis. O Partido Democrata sempre foi mais sensível ao aquecimento global, no qual seus dois potenciais candidatos (Barak Obama mais do que Hillary Clinton) são muito pró-ativo. Mas mesmo o candidato republicano, John McCain, é um ambientalista de renome. Além do controle de emissões, entre políticos pesar a possibilidade de reduzir a dependência do petróleo de países terceiros.

Credibilidade não se compra, certifica-se.

Bem amigos, segue um comunicado do Diretor da ÚNICA Soluções Estratégicas.
Comunicamos aos nossos clientes, fornecedores e colaboradores que a ÚNICA – Soluções Estratégicas foi auditada pelo Bureau Veritas Certification, no dia 09 de outubro do corrente ano, recebendo recomendação para a certificação do seu Sistema de Gestão da Qualidade, conforme a Norma NBR ISO 9001:2008, na prestação de serviços de pesquisa de mercado, mídia e opinião.

Essa certificação, para nós, ratifica o compromisso em oferecer aos nossos clientes e ao mercado sergipano um produto de qualidade diferenciada. Este compromisso equivale à admiração e o respeito para com os fornecedores e colaboradores, tendo como objetivo a participação efetiva no desenvolvimento e na credibilidade do segmento de pesquisas de opinião em nosso estado.

Alexandre Maynard Wendel

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Estratégia de sobrevivência nas vendas

É na comercialização de produtos que está o ganho de uma empresa. Para serem bem sucedidas no Global Management Challenge, as equipas não podem descurar o sector das vendas.
Maribela Freitas (www.expresso.pt)

"A área das vendas é muito importante. É frequente as equipas investirem em publicidade e ficarem com excesso de encomendas por satisfazer porque criaram demasiada procura, o que se torna prejudicial e afecta a cotação de mercado", revela Leonardo Carvalho, antigo participante no Global Management Challenge.
Seja qual for a estratégia de actuação planeada para a competição, as vendas nunca podem ser descuradas. Tal como a decisão de permanecer ou sair de um mercado deve ser ponderada. Isto porque, explica Leonardo Carvalho, "dificilmente se consegue compensar em número de vendas a saída de um mercado. Contudo, se os custos forem racionalizados e o volume de produção redimensionado, começamos a trabalhar com maior margem e mesmo assim as vendas é que ditam se as decisões tomadas foram um sucesso ou um fracasso". Ao que parece, esta é uma área sensível das estruturas empresariais e que deve ser tratada com todo o cuidado.
Para que as equipas presentes no desafio não errem neste sector, Leonardo Carvalho deixa à laia de conselho que "criem um modelo analítico para facilitar a tomada de decisão, pois a área das vendas é tipicamente de difícil consenso entre as pessoas mais orientadas para o marketing e as de finanças".
Na perspectiva deste antigo participante o Global Management Challenge é um óptimo espaço de aprendizagem e aplicação de conhecimentos. Estudantes e quadros têm muito a aprender com esta competição que na opinião de Leonardo Carvalho funciona como um "mini MBA".


quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Pesquisa revela que milhões de brasileiros trocaram ou venderam votos

Olá amigos,


Voltando a postar novidades após um período conturbado, bom segue notícia muito boa. Até as próximas.


O brasileiro sabe muito bem o que é ter comportamentos éticos e morais corretos. Mas quando o assunto é corrupção.Uma pesquisa feita pela o Datafolha revela que 13% dos entrevistados admitem já ter trocado voto por emprego, dinheiro ou presentes. Este percentual representa cerca de 17 milhões de pessoas maiores de 16 anos no universo de 132 milhões de eleitores. Interessante é que do total dos brasileiros ouvidos, mais de 90% disseram ser errado oferecer propina e concordaram ser repreensível vender voto. A pesquisa mostra ainda que dos entrevistados, 12% afirmam que estão dispostos a aceitar dinheiro para mudar sua opção eleitoral. Quase 80% acreditam que os eleitores vendem seus votos e mais de 30% concordam com a ideia de que não se faz política sem um pouco de corrupção.