Bom dia a todos!!!!
Fiquei pensando o que postar nesta sexta-feira (26/03/2010), então pensei em escrever sobre um debate que ocorreu na disciplina Tecnologia da Informação do MBA em Gerencia de Projetos.
Prefácio: O mercado de Gerenciamento de Projetos é muito concentrado em projetos que envolvem duas macro-áreas: Informática e Engenharia. Seja em número de projetos, seja em ofertas de trabalho. A explicação é que são áreas inegavelmente fundamentadas em processos de precedência, requisitos extremamente técnicos e possuem diversos riscos e grande influencia de situações externas.
Conhecendo esse cenário, a principal questão foi como se utilizar de opinião especializada visando uma maior eficácia do projeto, ou seja, como o gerente do projeto pode maximizar seus benefícios com uma opinião externa ao projeto?
A partir daí, foram levantados todos os benefícios e principalmente as melhores situações do seu uso, são elas:
• Segurança e Credibilidade ao projeto em reuniões com stakeholders;
• Direcionamento ao Gerente de projetos em momentos críticos;
• Fortalecimento a análise multidisciplinar das decisões.
Neste último item, é que surgiu nossa maior discussão:
Até que ponto o Gerente de Projetos deve ser especialista ou multidisciplinar? Como balancear seus benefícios?
Deste ponto em diante, surgiram duas correntes discutíveis:
Fiquei pensando o que postar nesta sexta-feira (26/03/2010), então pensei em escrever sobre um debate que ocorreu na disciplina Tecnologia da Informação do MBA em Gerencia de Projetos.
Prefácio: O mercado de Gerenciamento de Projetos é muito concentrado em projetos que envolvem duas macro-áreas: Informática e Engenharia. Seja em número de projetos, seja em ofertas de trabalho. A explicação é que são áreas inegavelmente fundamentadas em processos de precedência, requisitos extremamente técnicos e possuem diversos riscos e grande influencia de situações externas.
Conhecendo esse cenário, a principal questão foi como se utilizar de opinião especializada visando uma maior eficácia do projeto, ou seja, como o gerente do projeto pode maximizar seus benefícios com uma opinião externa ao projeto?
A partir daí, foram levantados todos os benefícios e principalmente as melhores situações do seu uso, são elas:
• Segurança e Credibilidade ao projeto em reuniões com stakeholders;
• Direcionamento ao Gerente de projetos em momentos críticos;
• Fortalecimento a análise multidisciplinar das decisões.
Neste último item, é que surgiu nossa maior discussão:
Até que ponto o Gerente de Projetos deve ser especialista ou multidisciplinar? Como balancear seus benefícios?
Deste ponto em diante, surgiram duas correntes discutíveis:
(01ª) Trata que o gerente de projeto deve ser especialista na área do projeto ao qual foi designado, ou seja, um projeto de construção civil, o mesmo deve possuir um gerente de projeto que seja no mínimo engenheiro civil.
Principais argumentos:
• Ter um conhecimento dos principais entraves e riscos do projeto;
• Mensuração mais próxima da exatidão no momento de definir o Plano do Projeto.
(02ª) Trata que o gerente de projeto deve ser multidisciplinar, ou seja, independente do projeto, o gerente deve possuir características de um gestor objetivando atingir desempenhos satisfatórios em todas as etapas.
Principais Argumentos:
• O gerente do projeto nunca deve fazer o trabalho operacional visto que sua função é de planejamento e controle/monitoramento dos níveis de qualidade das etapas;
• Com a possibilidade de utilização das opiniões especializadas, o projeto é fortalecido e teoricamente não existiria perda dos benefícios de se contratar um gerente especialista.
Bom, a discussão levou aproximadamente 20 a 30 minutos e, como a sala estava dividida, o professor não manifestou parecer algum, concluímos a discussão, pois a aula tinha que continuar. Mas aqui, é o espaço para focarmos nossas discussões. O que vocês acham? Comente.
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