segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Bolsa atrai investidores com aplicações a partir de R$ 50

A queda nas taxas de juros e a volta do crescimento econômico trouxeram de volta o clima de euforia ao mercado de ações. Este ano, o índice Bovespa subiu mais de 70% e apresentou a melhor rentabilidade entre os investimentos. As possibilidades de lucro atraem cada vez mais os pequenos investidores. Apesar de já haver possibilidade de aplicar valores baixos, como R$ 50, marinheiros de primeira viagem precisam tomar cuidados para não naufragarem na primeira tormenta.
A popularização atual da bolsa contrasta com o passado. Segundo a BM&FBovespa, em 1994, só 9,7% do volume investido em ações era de CPFs. Hoje, 31,1% são formados pela economia de 550 mil brasileiros que apostam em papéis de empresas do País.
"Se hoje o brasileiro sente mais confiança para investir na bolsa, isso se deve a um longo trabalho educativo que tem sido feito. Ninguém mais vê a bolsa como um jogo, mas como um ambiente de negócios", explica o consultor da Bovespa José Alberto Netto Filho.
Cluiber Crescem/b>Nesta década, a Bovespa vem realizando palestras e cursos para popularizar os investimentos. Trabalhadores, donas-de-casa e até estudantes já encaram o mercado de ações com mais naturalidade. Uma das formas mais comuns de entrada nesse mundo é pelos clubes de investimentos. Por meio de um gestor, sempre vinculado a uma corretora, amigos, parentes ou colegas de trabalho aplicam na bolsa. No Brasil, já existem 2.820 deles, com cerca 150 mil cotistas, com investimento total de R$ 11 bilhões.
O servidor público Marcelo de Souza, 37 anos, montou no dia 7 de janeiro o Seven ("sete" em inglês) com dois amigos. Além de ter usado seu número de sorte, ele estudou previamente o assunto e comemora rentabilidade de 150% nos últimos seis meses./p>
Outro caminho para as pessoas físicas entrarem na bolsa é individualmente. Usando o Home Broker da Bovespa, conseguem comprar e vender papéis de casa ou do trabalho pela Internet, desde que estejam também credenciados em uma corretora. Esse módulo, no entanto, é desaconselhável para quem pretende investir quantidades pequenas pelos custos com manutenção e por cada compra e venda. A partir de R$ 10 mil, já pode ser viável. A administradora Graciane Bassani, de 29 anos, há dois vendeu seu carro para investir na bolsa e preferiu operar diretamente. Sua intenção era depois se desfazer das ações para comprar outro veículo, mas decidiu continuar no mercado. "Na época da crise, fiquei assustada. Mas graças às orientações que tive na corretora, resolvi manter o investimento. O prejuízo foi recuperado", conta.
Gabriel Leal, sócio da XP Educação, ligada à XP Investimentos, diz que ainda é comum, entre iniciantes, a expectativa de rendimento médio. Essa certeza, o mercado não dá. "A coisa mais importante é informação. Ninguém pode entrar numa partida de futebol sem conhecer as regras", compara o empresário, cujo grupo tem 50 mil clientes e espera quadruplicá-los em dois anos.Otimismo, mas com muita cautelaO maior controle sobre o sistema financeiro tem evitado prejuízo para investidores, mas golpes continuam sendo dados. A Internet é território vasto para trapaças de todos os tipos. Até pessoas conhecidas podem atrair iniciantes, com promessas de lucro fácil, e sumir com o dinheiro das vítimas. Negociar com empresas credenciadas dá mais segurança.
O superintendente de Proteção e Orientação aos Investidores da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), José Alexandre Cavalcanti Vasco, diz que nada impede o pequeno investidor de preferir corretores conhecidos, desde que verifique suas credenciais. "Fomos procurados por vítimas de golpes numa cidade do interior, aplicados por alguém muito conhecido no local", alerta ele.
Precauções para investidopresCorretoresAntes de aplicar na bolsa, comprando ações, verifique se a corretora está registrada na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), pelo site www.cvm.gov.br ou no 0800-7225354 (de segunda à sexta-feira, das 8h às 20h). É aconselhável verificar também se a corretora está cadastrada na Bovespa, pelo site www.bovespa.com.br. Caso seja contactado por funcionário da corretora, procure ver se o profissional realmente pertence ao quadro da empresa. Não confie em telefones impressos em panfletos: ligue para o número da corretora que consta no site da CVM ou foi informado pelo 0800 da comissão de valores.
Clubes de investimentosPara aturem na bolsa, eles precisam estar vinculados a uma corretora. Por isso, é preciso saber com qual empresa está operando e verificar a confiabilidade dela repetindo os passos acima. Caso seja um clube operado por agente autônomo (pessoa física que não é funcionário de corretora), seu nome precisa constar em lista da CVM, no item "Participantes do mercado", no site da instituição. O site da Bovespa tem lista com os nomes dos clubes e parte deles até divulga balanços no endereço. Se a pessoa for convidada a participar de clube operado por funcionário de operadora, veja se ele é realmente vinculado a ela, fazendo o mesmo procedimento indicado para quem compra ações.
Fundos de açãoAntes de aplicar nesse tipo de investimento, consulte a rentabilidade do fundo e a taxa de administração para saber se é compatível com seu perfil. A comparação entre os fundos pode ser feita no site www.portaldoinvestidor.gov.br, mantido pela CVM. Lá, existem também informações sobre a carteira de investimentos deles.
TransparênciaClubes de investimentos têm obrigação de prestar contas a seus cotistas sobre seus resultados. Pelo menos uma assembleia ordinária tem que ser realizada por ano e todos os participantes precisam ser informados com pelo menos oito dias de antecedência. Gestores mais transparentes procuram fazer reuniões periódicas para discutir suas estratégias.
Oferta de ações ou títulosQualquer oferta de ações ou de qualquer valor mobiliário tem que ser registrada na CVM e pode ser confirmada no seu site. São cada vez comuns os golpes na Internet. Desconfie de títulos com promessa de rentabilidade muito alta. A CVM também alerta que não há autorização para operações do tipo Forex no Brasil. Alguns sites no exterior estão atraindo brasileiros para transações virtuais baseadas na compra e venda simultânea de moedas, o que não é permitido.
FalsificaçõesÉ preciso cuidado total contra falsificação, já que a sofisticação dos golpistas é muito grande. Pretensos operadores chegam a apresentar documentos falsos de corretoras existentes. Outras vezes a vítima é induzida a acessar um site de fachada. Não se oriente apenas pela propaganda. Por isso, é importante confirmar o vínculo do intermediário e o credenciamento da corretora.
Invertia

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Darwinismo Competitivo

Por Lívia Brito
Já apresentada aqui no A Bordo da Comunicação, Lívia participou da seção 'extra' no dia 05 de outubro e agora essa administradora com gestão em Marketing volta e agora para ficar. A partir de hoje Lívia fará parte da equipe do A Bordo como colaboradora.
A sobrevivência dos mais capazes

Nunca ouviu falar em seleção natural?

Muito se fala em hipercompetitividade, basta que se fale em mercado e, logo vem à mente uma combinação de oferta e muita, muita demanda. No entanto, para que exista demanda é necessário que se tenha uma infinidade de ofertas que supra a necessidade e o desejo de um determinado público. Todas as transformações que ocorrem na esfera mercadológica correspondem ao melhor desempenho em comunicação e inovação.

Desta feita, é possível fazer uma analogia entre a arena competitiva e a teoria proposta por Charles Darwin (1809-1882), publicada no livro “A origem das espécies”. O ensinamento fundamenta-se na evolução dos seres vivos que sobrevivem por meio da seleção natural (site Brasil Escola).

A proposta foi realizada de acordo com algumas observações feitas pelo naturalista:

- O rápido crescimento populacional;
- A relativa estabilidade quanto ao contingente populacional, limitada pelas condições ambientais;
- Os organismos de uma mesma população manifestam capacidades diferenciadas para uma mesma condição, podendo a característica em questão, conformar uma situação favorável ou desfavorável à sua existência;
- Boa parte das aptidões é transferida hereditariamente.
Sobrepõe-se essa teoria para o mercado consumidor:
- O rápido crescimento do mercado possibilita a abertura de organizações dispostas a oferecer determinado produto ou serviço;
- Ao contrário do que propôs Darwin, ainda não há uma relativa estabilidade, tendo em vista que as condições ambientais nem sempre limitam a estratégia de crescimento das organizações;
- Este item pode ser adaptado aos diferentes públicos dispostos a trocar tempo e dinheiro por produtos e serviços. O estudo do comportamento do consumidor é uma ação primordial na identificação dessas capacidades diferenciadas. E essas capacidades podem ser vistas como a estratégia de diferenciação de uma empresa, no que tange ao objetivo de se destacar, às vezes favorável ou não.
- Aqui, destaca-se a estratégia utilizada por algumas organizações: benchmarking, ou seja, é uma metodologia cujo objetivo é comparar produtos, serviços e práticas empresariais entre os mais fortes concorrentes ou empresas reconhecidas como líderes.

A partir desses breves comentários e observações, pode-se afirmar que na arena competitiva sobrevivem as organizações que possuem melhores estratégias e capacidade de crescimento, de fato, resistem àquelas que estão aptas e acompanham o crescimento do mercado. Por mais que estes temas sejam considerados cotidianamente, nunca é demais observar o crescimento sob outras óticas, pois capacita o processo de criatividade.

O Darwinismo Competitivo pondera que o planejamento estratégico, as ações de comunicação, planos de marketing, estudos de novos produtos e serviços, estudo do comportamento do consumidor, pesquisa de mercado e outras ferramentas mercadológicas e administrativas sejam pontos chaves para que a sobrevivência gere crescimento; considere as limitações ambientais, tendo em vista as estratégias de sustentabilidade ambiental; acione o processo de conhecimento do mercado - quanto mais completo e periódico mais é possível planejar ações personalizadas; e ser eficaz: fazer bem e fazer bem feito, para que a organização se torne um líder e um concorrente diferenciado.

Vale mencionar que citei a nomenclatura, Darwinismo Competitivo, depois de ler um artigo sobre Comunicação (como fator estratégico da empresa), escrito por Ivan Pinto (2006), para a revista ESPM. E isto tem muito de Marketing Estratégico, que corresponde a comunicar com clareza e entregar exatamente o que o consumidor/cliente percebeu na comunicação.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Faltam profissionais qualificados para gerenciar projetos

Por Flávia Furlan Nunes - InfoMoney

O problema é que faltam profissionais capacitados para isso.

A abordagem do gerenciamento de projetos está ganhando espaço nos mais diversos setores por possibilitar o melhor uso dos recursos disponíveis para atingir objetivos definidos pela empresa.

Para ser um gerente de projetos, o profissional pode ser formado em Administração, Processamento de Dados, Engenharia, Economia, Ciências da Computação e outros cursos, desde que possua interesse em gerenciar projetos.

O que ele deve ter?

Uma pesquisa realizada pela PMI São Paulo revelou quais as características que os profissionais que atuam como gerentes de projetos devem possuir. Dentre elas estavam liderança (89% das respostas), comunicação (78%) e conhecimento em gerenciamento de projetos (75%).

O levantamento ainda mostrou que 88% dos projetos que foram realizados por gerentes de projetos capacitados obtiveram êxito em seus resultados, já que esses profissionais têm competência para instigar a aplicação prática de soluções inovadoras e coerentes ao propósito do projeto, mitigando riscos e diminuindo custos.

O estudo, realizado com 373 empresas de nove estados, ainda aponta que a carreira de gerenciamento de projetos tem se mostrado bastante promissora nas pequenas e médias empresas, além das organizações de grande porte.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Brasil é o 3º país em número de projetos para redução de CO2

Cruzeiro On Line

O Brasil é o terceiro país do mundo em número total de projetos de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), atrás somente da China e da Índia. Os projetos são uma forma de reduzir as emissões de gases do efeito estufa, que provocam o aquecimento global, em países em desenvolvimento. O corte de emissões ocorre, por exemplo, com a implantação de tecnologias mais limpas ou a substituição de combustível poluente por outro menos sujo.

Os projetos fazem parte dos mecanismos de flexibilização previstos pelo Protocolo de Kyoto para que os países industrializados atinjam suas metas de redução de emissões de gases do efeito estufa e para que nações emergentes sejam incentivadas a serem mais sustentáveis. Isso ocorre porque a diminuição das emissões pelos projetos gera a Redução Certificada de Emissões (RCE), espécie de títulos que podem ser comercializados no mercado global. Como os países industrializados precisam cortar cerca de 5% de suas emissões de gases-estufa até 2012, eles podem adquirir esses títulos para auxiliar no cumprimento de suas metas.

Até agora, existem 5.430 projetos de MDL no mundo. Desse total, o Brasil responde por 417 (8%). A China e a Índia estão na frente, com 37% e 27%, respectivamente. E, atrás do Brasil, estão México (4%) e Malásia (3%). Em relação ao potencial de redução de emissão com os projetos, o Brasil também é o terceiro (6%). A China tem, sozinha, quase metade dos cortes de gases-estufa (48%). Segundo José Miguez, coordenador-geral de Mudanças Globais de Clima do Ministério da Ciência e Tecnologia, isso ocorre porque os chineses usam muito carvão em sua indústria e para produção de energia, e sua substituição reduz as emissões.

O potencial dos projetos brasileiros totaliza uma redução de emissão de 367 milhões de toneladas de gases-estufa para um período médio de sete anos e pode ser comparado às emissões do desmatamento do cerrado em um ano (350 milhões de toneladas de carbono, segundo o Ministério do Meio Ambiente).

INDÚSTRIA QUÍMICA

Foi principalmente por meio de projetos de MDL que a indústria química conseguiu reduzir suas emissões de gases-estufa nos últimos anos no País. Dados da Associação Brasileira da Indústria Química mostram que só as emissões de óxido nitroso (N2O) passaram de 20,7 mil toneladas em 2002 para 3,1 mil toneladas em 2007. E as emissões de gases-estufa caíram de 8,2 bilhões de toneladas para 3,2 bilhões de toneladas no mesmo período.

Os projetos de MDL mais comuns no Brasil estão na área de energia renovável (48,9%). Em segundo lugar, está a suinocultura (16%), com o tratamento de dejetos suínos e reaproveitamento de biogás. Depois, aparece a troca de combustível fóssil (10%) e a captura de gás em aterro sanitário (9%) - caso do aterro Bandeirantes, em São Paulo.

Segundo Flavio Rufino Gazani, presidente da Associação Brasileira das Empresas do Mercado de Carbono, a energia renovável lidera a lista por causa dos projetos de geração de energia pela queima do bagaço da cana-de-açúcar e de Pequenas Centrais Hidrelétricas. As áreas de eficiência energética e florestal têm grande potencial de crescimento no Brasil, segundo Gazani. Na primeira, o projeto pode fazer a redução do consumo de energia numa indústria, com a troca de equipamentos ou a automatização. No setor florestal há novos projetos, como o de plantar "florestas energéticas" - eucalipto que pode ser usado depois para fazer carvão vegetal.(AE)

Espanha é já o maior investidor estrangeiro nas energias renováveis E.U.

Pela primeira vez, a Espanha está localizado na linha de frente de uma revolução tecnológica. Depois de chegar com os anos ou mesmo décadas de atraso na erupção de vapor, óleo ou a idade da informação, o país permanece como uma referência mundial na última revolução, a da energia renovável. E faz também com um claro impacto direto sobre o principal mercado e líder em tecnologia no mundo: os Estados Unidos. O presidente da Câmara de Comércio de Espanha E.U., Jaime Malet, é direto: “A Espanha é já o maior investidor estrangeiro no sector das energias renováveis nos Estados Unidos”. O compromisso das empresas de espanhol por principal mercado do mundo reside no seu potencial de desenvolvimento e de acordo com Malet, «na sua capacidade de moldar o padrão de energia no futuro.”

Os exemplos da presença no mercado espanhol de energias renováveis E.U. falam por si: Gamesa é o quarto maior produtor de aereogeneradores, a Acciona tem dois parques eólicos, a Iberdrola adquiriu e PPM Energy Comunity através da Scottish Power, a Abengoa é líder em biocombustíveis e construir a maior instalação solar em todo o mundo, em Phoenix (Arizona). Duas semanas atrás, Washington foi realizada no terceiro congresso mundial de energias renováveis, um evento cuja sede seguinte poderia ser na Espanha.

Mais cedo, uma delegação espanhola liderada pelo Secretário de Estado do Turismo e Comércio, Pedro Mejía e secretário-geral de Energia, Ignasi Nieto, percorreu os E.U. em busca de novas oportunidades.

A representação do setor privado espanhol era pesado, com os líderes da Abengoa, Acciona, Elecnor, a Endesa, a Gamesa, Iberdrola Renovables, Isofoton Isolux, Siliken, Solaria e Unión Fenosa, além dos presidentes da Associação dos Produtores de Energias Renováveis, Joseph María González Vélez, e da Câmara de Comércio dos Estados Unidos na Espanha.

Malet acredita que existem cerca de 100 empresas espanholas poderiam encontrar um nicho nesse mercado. Na sua opinião, o exame do mapa é essencial “, devem estar localizadas em estados com a opinião pública favorável e legislação. Este é o caso da Califórnia, Texas, Iowa, ou Minnessotta Colorado. Até 27 Estados se comprometeram em 2020 para 20% da sua geração de energia proveniente de fontes renováveis.

Os incentivos fiscais ao investimento no sector das energias renováveis continuará suculento. Encontros PCT (créditos fiscais de produção) “será renovado este ano”, disse Malet, “de modo que um quadro estável é esperada até 2014 ‘.

Executivo aposta federalAl seguinte, como em muitos outros aspectos, as duas de quatro administração anos de George Bush ter conotações tornam-se de uma ruptura na política de combate às alterações climáticas. A administração Bush recusou ratificar o Protocolo de Quioto, mas ninguém duvida que o próximo ocupante da Casa Branca aposta muito clara por energias renováveis. O Partido Democrata sempre foi mais sensível ao aquecimento global, no qual seus dois potenciais candidatos (Barak Obama mais do que Hillary Clinton) são muito pró-ativo. Mas mesmo o candidato republicano, John McCain, é um ambientalista de renome. Além do controle de emissões, entre políticos pesar a possibilidade de reduzir a dependência do petróleo de países terceiros.

Credibilidade não se compra, certifica-se.

Bem amigos, segue um comunicado do Diretor da ÚNICA Soluções Estratégicas.
Comunicamos aos nossos clientes, fornecedores e colaboradores que a ÚNICA – Soluções Estratégicas foi auditada pelo Bureau Veritas Certification, no dia 09 de outubro do corrente ano, recebendo recomendação para a certificação do seu Sistema de Gestão da Qualidade, conforme a Norma NBR ISO 9001:2008, na prestação de serviços de pesquisa de mercado, mídia e opinião.

Essa certificação, para nós, ratifica o compromisso em oferecer aos nossos clientes e ao mercado sergipano um produto de qualidade diferenciada. Este compromisso equivale à admiração e o respeito para com os fornecedores e colaboradores, tendo como objetivo a participação efetiva no desenvolvimento e na credibilidade do segmento de pesquisas de opinião em nosso estado.

Alexandre Maynard Wendel

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Estratégia de sobrevivência nas vendas

É na comercialização de produtos que está o ganho de uma empresa. Para serem bem sucedidas no Global Management Challenge, as equipas não podem descurar o sector das vendas.
Maribela Freitas (www.expresso.pt)

"A área das vendas é muito importante. É frequente as equipas investirem em publicidade e ficarem com excesso de encomendas por satisfazer porque criaram demasiada procura, o que se torna prejudicial e afecta a cotação de mercado", revela Leonardo Carvalho, antigo participante no Global Management Challenge.
Seja qual for a estratégia de actuação planeada para a competição, as vendas nunca podem ser descuradas. Tal como a decisão de permanecer ou sair de um mercado deve ser ponderada. Isto porque, explica Leonardo Carvalho, "dificilmente se consegue compensar em número de vendas a saída de um mercado. Contudo, se os custos forem racionalizados e o volume de produção redimensionado, começamos a trabalhar com maior margem e mesmo assim as vendas é que ditam se as decisões tomadas foram um sucesso ou um fracasso". Ao que parece, esta é uma área sensível das estruturas empresariais e que deve ser tratada com todo o cuidado.
Para que as equipas presentes no desafio não errem neste sector, Leonardo Carvalho deixa à laia de conselho que "criem um modelo analítico para facilitar a tomada de decisão, pois a área das vendas é tipicamente de difícil consenso entre as pessoas mais orientadas para o marketing e as de finanças".
Na perspectiva deste antigo participante o Global Management Challenge é um óptimo espaço de aprendizagem e aplicação de conhecimentos. Estudantes e quadros têm muito a aprender com esta competição que na opinião de Leonardo Carvalho funciona como um "mini MBA".


quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Pesquisa revela que milhões de brasileiros trocaram ou venderam votos

Olá amigos,


Voltando a postar novidades após um período conturbado, bom segue notícia muito boa. Até as próximas.


O brasileiro sabe muito bem o que é ter comportamentos éticos e morais corretos. Mas quando o assunto é corrupção.Uma pesquisa feita pela o Datafolha revela que 13% dos entrevistados admitem já ter trocado voto por emprego, dinheiro ou presentes. Este percentual representa cerca de 17 milhões de pessoas maiores de 16 anos no universo de 132 milhões de eleitores. Interessante é que do total dos brasileiros ouvidos, mais de 90% disseram ser errado oferecer propina e concordaram ser repreensível vender voto. A pesquisa mostra ainda que dos entrevistados, 12% afirmam que estão dispostos a aceitar dinheiro para mudar sua opção eleitoral. Quase 80% acreditam que os eleitores vendem seus votos e mais de 30% concordam com a ideia de que não se faz política sem um pouco de corrupção.