terça-feira, 18 de maio de 2010
Guia para empresas familiares
A mescla de sentimentos, profissionalismo e crescimento é muito complicado no mercado tão competitivo. Bom, observando que existem diversos problemas em empresas familiares como sucessão, decisões e principalmente manutenção do clima organizacional.
Como de costume, encontrei mais uma noticia interessante, um info sobre empresas familiares com diversas dicas e bastante interativo....
http://economia.ig.com.br/empresas/seunegocio/familiar+sim+problematica+nao/n1237618948030.html
Com os agradecimentos para Ig Empresas.
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Nova pesquisa de mercado. Será que pega no Brasil?
sábado, 24 de abril de 2010
Você Compete com seu Cliente?
Há pouco tempo atrás, numa madrugada insone vendo um programa de tv, alguém disse que a Lego lançou uma atualização de um produto campeão, (acho que era o Mindstorms) e acabou recebendo uma série de feedbacks vindos de 20.000 usuários.
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Eles ficaram pasmos, e em uma sinuca, pois as pessoas não estavam só falando. Mas, estavam fazendo alterações e correções em seu produto, que iam desde a formatação do kit de robôs de brinquedo, até modificações nas linhas de código do software gerenciador. Por um momento a empresa ficou sem saber o que fazer, pois pelas teorias clássicas da administração, deixar usuários tomarem o controle do design, oferta e do produto é inaceitável. Além de parecer perigoso só imaginar dar este poder aos consumidores, coisa nunca vista antes, e em tal proporção.
Ficaram, meio sem saber como agir, mas pensaram rápido e decidiram: - Ok! Faremos um acordo. Vocês podem fazer melhorias nos kits e dar sugestões sobre o que querem comprar. Nós empacotaremos e enviaremos para vocês! Um discurso típico da nova onda de caudas longas na economia? Não, só isso, mas uma postura inteligente pois reconheceu que a paixão demonstrada por modificar e inovar com o produto da companhia era tão grande e o volume de interessados significativo ao ponto de fazer o que eles desejavam. Daí nasceram linhas de produtos desenhadas, montadas, inventadas e alteradas pela comunidade de usuários. Um sucesso sem precedentes na carreira da Lego e um exemplo de como utilizar a força criativa dos admiradores para ganhar mercado. Aliás, eles tem até modelos criados por jovens fãs em exposição no site.
Como contraponto, temos a história da Sony e de seu cão robô, Aibo, que no início teve uma reação radicalmente diferente à criatividade e sugestão de um fã. Um usuário conseguiu quebrar o código que controla o robô canino e o fez dançar ao som de uma música que não era aquela que já vinha programada de fábrica. Além disso, apresentou a novidade à companhia, que não teve dúvidas: Processou o herege infiel que ousou desafiá-la. Hoje o cão dança e ninguém comenta mais nada (mesmo porque as vendas cairam muito). No entanto, deixaram claro a sua postura de lavoura arcaica como corporação: não largam o osso e ponto final. Resumo: os usuários devem aguardar nossas inovações e não devem ter a impertinência de propô-las. Lamentável... Desliguei a Tv e fiquei rabiscando intuições voláteis.
Eis um panorama da mudança radical os procedimentos de relacionamento com o mercado e inovação onde cada vez existem mais líderes anônimos que possuem uma capacidade enorme de melhorarem nossos produtos e serviços e que não damos conta em nossas rotinas. Só que isto ainda não "aparece" aos céticos das agências de marketing, pois suas metodologias de pesquisa estão longe de "achar" estes usuários, que não trafegam nos clusters onde se respondem questionários, e provavelmente não estão no mailing list dopado das agências. Seus questionários tão somente recolhem opiniões e isto significa que tratam o cliente ou usuário final como uma figura passiva, que deve aguardar as soluções das empresas e depois ser bombardeado massivamente pela propaganda para consumir e consolidar um mercado, em suma, deve esperar o produto ou serviço e não deve ser estimulado a propor soluções que não são as nossas.
Alôôôu! Acordem logo, pois os targets que vocês vêem e ouvem podem não ser seus clientes ou os clientes de seus clientes, mas apenas pessoas que opinam sobre algo que lhes foi perguntado. Quantas vezes as pesquisas são fidedignas? Quantas vezes o entrevistador fala:
- Olha diga que consome esta marca, porque não encontramos ninguém no seu perfil e precisamos fechar o projeto. A realidade das percepções não é a verdade do mercado. Cuidado com os axiomas fáceis quando se trata de consumidores. Eles tem suas vontades e muito mais, coisa que as empresas fabricantes e fornecedores nem sequer desconfiam ou se dão ao trabalho de suprir suas necessidades de consumo. Hoje existem outras forças e diferenciais a ser considerados.
Por outro lado, quem se dispõe a procurar estes verdadeiros formatadores de opinião e, em sua esteira aceitar modificar ou aceitar as mudanças sugeridas, além de encampar múltiplas formas de ouvir seus conselhos, está do lado desta nova onda de mercado. Não precisa muito é só desligar os filtros das organizações e deixar soar o alarme do bom senso. Quem já tentou dar uma sugestão a uma grande companhias sabe do que falo, da imensa estupidez dos atendentes (naturalmente dos líderes de atendentes e por aí vai, num crescendo.) que são doutrinados a dizer apenas palavras vazias de sentido: - Lamento, está fora das políticas da companhia. Vou estar encaminhando a sugestão ao departamento responsável e tantas outras perdas e custos. (sic)
Só que existe lá fora um exército de consumidores e end users fans, que poderiam passar semanas ajustando e arrumando falhas nos projetos e produtos de nossas empresas, apenas pelo prazer de ter alguma coisa realmente funcional em suas casas. Exemplos não faltam: Que tal um DVD-RW que permita você assistir outro canal quando está gravando um programa? Um software de gestão que não precise de módulos adicionais e possa sugerir relatórios consolidados e gerar dashboards, ao invés de dar apenas inúteis listagens? Um programa de emails que realmente gerencie seus grupos de contato, interaja diretamente com aplicativos diversos e permita edição avançada de texto e imagens? Melhor: que possa ser programado pelo usuário, a partir de esquemas internos intuitivos e friendly use?Quanto custaria desenvolver estas soluções? E se alguém já tem isto pronto e apenas não consegue falar conosco? O que nós não sabemos sobre tudo isso? 20.000 hackers são bons ou ruins para o negócio? São bons se eles gostam de seu negócio!!
A ganância monopolista, toyotista ou keynesiana não enxerga fontes de lucro, senão naquelas oriundas do controle autocrático e esta é a dura lição que as mega corporações irão aprender em breve, ou seja ouvir: não mais aguentamos ter produtos e serviços padronizados por mínimos denominadores comuns. Queremos diversidade e funcionalidade integrada, além de certo ponto de customização e compartilhamento. Não queremos comprar algo de alguém com quem não conseguiremos contato no pós-venda. Está nascendo uma nova dimensão do consumo, dentro dos mesmos mercados. No entanto, ainda são poucos os que enxergam as imensas possibilidades destes nichos e vertentes, tendências e realidades da nova economia mundial.
É preciso urgentemente parar de competir com seus clientes e começar a ouví-los. Mas não este ouvir que parece mais uma ladainha escapista. Não se trata mais de resolver pontualmente um problema ou oferecer a reposição, e sim descobrir o que está por trás e desenvolver ofertas. Ouvir significa entender além do que as palavras querem dizer. Você está pronto para isto? Quer diversificar e conseguir mais que bater metas, atingir um branding positivo e eficiente? Ou vai continuar disputando com quem sabe muito mais de seu produto ou serviço que você? Nesta queda de braço, o consumidor pode estar bem distante das garras de seus altos investimentos em divulgação. É preciso colocar-se à salvo e conquistar lealdade, não basta apenas oferecer.
Think about it!
Luís Sérgio Lico é Palestrante e Conselheiro Organizacional. Mestre em Filosofia e Especialista em Gestão do Comportamento. Autor dos Livros: O Profissional Invisível e Fator Humano. www.consultivelabs.com.br
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Os lobos das pesquisas eleitorais
Recebeu pouco destaque na semana passada uma inusitada polêmica sobre os resultados das pesquisas eleitorais para a Presidência da República. Digo inusitada porque não se esperava que tanto tempo antes do primeiro turno das eleições que um dos lados revelasse tamanha perda de isenção.
O ponto de discórdia foram os resultados destoantes que o Instituto de Pesquisas Datafolha apresentou na corrida presidencial, com o tucano José Serra à frente (36% de intenção de voto) e a ex-ministra Dilma Rousseff nove pontos percentuais atrás (27%). Os dados referem-se a um levantamento feito no final de março, mas foram praticamente repetidos em meados de abril pelo Datafolha (Serra com 38% e Dilma com 28%).
Os números dos dois levantamentos são altamente contraditórios com a tendência verificada por todos os institutos em pesquisas anteriores, inclusive pelo Datafolha, que apontara em fevereiro 32% para Serra e 28% para Dilma, resultados que consolidavam a aproximação constante e consistente de Dilma registrada desde março de 2009.
A situação foi reforçada pelo Vox Populi no final de março deste ano (Serra 34% e Dilma 31%), mas também pelo Sensus no início de abril (Serra 32,7% contra 32,3% de Dilma). Ambos traziam um cenário de empate técnico, algo esperado pelos analistas.
Diante da divergência numérica, a Folha de S.Paulo, jornal do grupo do Datafolha, adotou comportamento altamente questionável para justificar seus números destoantes: passou a jogar suspeitas sobre o trabalho realizado pelos dois institutos de pesquisa concorrentes.
Em matérias com grande espaço no jornal e em notas de colunas, o Vox Populi e o Sensus viraram alvos da Folha. O primeiro passou a ser, nas linhas do jornal, suspeito de usar uma ordem de perguntas que poderia, supostamente, direcionar as respostas dos entrevistados. O segundo passou a ser criticado por um erro no registro do contratante da pesquisa.
Mas notem que até aquele momento a metodologia do Vox Populi não havia sido alvo de questionamentos. E não poderia ser, pois os resultados eram semelhantes aos apresentados por outros institutos, fato que confirma a correção com que o Vox Populi realizou seu trabalho. Da mesma forma, é leviana a insinuação de que o Sensus comprometeu seus resultados porque errou o nome do contratante, quando o que importa é a metodologia aplicada.
Qualquer analista de pesquisa sério que observe os dados apresentados por todos os institutos do último ano ficará intrigado com os números trazidos pelo Datafolha. Simplesmente porque há uma máxima analítica que diz ser necessário olhar a trajetória dos candidatos, não o resultado em si. Ora, a trajetória clara na disputa eleitoral é de estagnação e princípio de queda de Serra e crescimento de Dilma.
Ao contrário do que tentou propalar a Folha, as suspeitas recaem sobre o Datafolha, não sobre os seus concorrentes. É lógico que existe a possibilidade de o Datafolha ter indicado uma nova tendência, ainda não captada pelos demais institutos, mas é preciso que a mesma se confirme nos próximos dois meses.
Não nos esqueçamos, contudo, que a Folha fez questão de publicar em fevereiro que, embora a margem de erro fosse de dois pontos percentuais, os 32% de Serra contra os 28% de Dilma não era uma situação de empate técnico porque a chance de ambos com 30% era estatisticamente improvável. Ou seja, recorreu a instrumento estatístico inédito para justificar a opção por não levar à manchete o empate entre os candidatos.
Lembremos também que foi a Folha que publicou, em 1998, na semana das eleições e no dia da votação, pesquisa Datafolha para o Governo de São Paulo com o ex-governador Mário Covas bem à frente da candidata do PT, Marta Suplicy. Abertas as urnas, verificou-se que Marta quase foi para o segundo turno no lugar de Covas.
Esse conjunto de fatores provocou reação do Vox Populi e do Sensus, além de reparos também por parte da Abep (Associação Brasileira das Empresas de Pesquisa). Afinal, o adequado seria um debate profundo de metodologias e de resultados, não a tática de jogar suspeita sobre os concorrentes. Mas talvez o jornal soubesse que esse debate daria razão ao Vox Populi e ao Sensus.
Aos eleitores —e leitores—, vale o alerta do episódio: a campanha eleitoral será recheada de supostas controvérsias plantadas com o objetivo de evitar o real debate a ser feito no país, o das realizações no Governo e dos projetos para os próximos quatro anos. Neste 2010, há mais lobos em peles de cordeiro do que podemos imaginar.
José Dirceu, 64, é advogado e ex-ministro da Casa Civil
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Dia Mundial da Terra - É hoje - entre nesse movimento
Sem post e sem desculpas, peço sinceras desculpas, mas aproveitando o tempo comunico que não esqueci do Dia Mundial da Terra (22.04.2010 as 21h30min).
Participem e espalhem essa semente...
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Microsoft Visual Studio 2010 Ultimate x86

Visualize melhor seu espaço de trabalho com o novo suporte para vários monitores, o desenvolvimento avançado para a Web, o novo suporte para desenvolvimento do SharePoint com muitos modelos e Web Parts e possibilidade de desenvolver para qualquer versão do .NET Framework num mesmo ambiente. Prepare-se para liberar sua criatividade.
O Microsoft Visual Studio 2010 Ultimate é um conjunto completo de ferramentas de gerenciamento de ciclo de vida do aplicativo para equipes para garantir resultados de qualidade, desde o design até a implantação. Seja para criar novas soluções ou aperfeiçoar aplicativos existentes, o Visual Studio 2010 Ultimate permite que você dê vida a suas ideias através de um número cada vez maior de plataformas e tecnologias — incluindo computação paralela e em nuvem.
Elimine o problema de "não reprodução" com o IntelliTrace
O novo recurso IntelliTrace torna a questão da “não reprodução” coisa do passado. Os testadores podem arquivar bugs ricos e acionáveis com informações do sistema e até mesmo incluir um instantâneo do ambiente. O modo como os desenvolvedores podem reproduzir o bug reportado no estado em que foi encontrado.
Entenda a arquitetura existente
O Architecture Explorer ajuda você a entender e expandir o valor de seus ativos de código existentes e suas interdependências. Você pode produzir modelos detalhados de como exatamente um aplicativo é construído e explorar áreas específicas para obter um entendimento mais profundo.
Garanta a conformidade arquitetônica
Use o novo diagrama em camadas para definir e comunicar a arquitetura de aplicativo lógica e para validar artefatos de código na arquitetura necessária. Os diagramas em camada ajuda a manter seus esforços de desenvolvimento na linha para que seu aplicativo corresponda à sua visão original.
Adote o teste manual
O Visual Studio Test Professional 2010, parte do Visual Studio 2010 Ultimate, fornece uma ferramenta única para capturar e atualizar requisitos de teste, automatizar navegação de testes manuais e agilizar a correção e aceitar o ciclo capturando todo o contexto do teste. Isso oferece aos desenvolvedores tudo que precisam para garantir que cada erro seja reproduzível.
Seja proativo no gerenciamento de projetos do Agile
O Visual Studio 2010 Ultimate foi otimizado para corresponder ao processo de desenvolvimento iterativo atual com recursos que ajudam o usuário a permanecer produtivo e a reagir aos possíveis riscos antes que eles aconteçam. Você pode monitorar a integridade do seu projeto usando relatórios que são gerados automaticamente. Além de gerenciar a capacidade de seu projeto com dados históricos e documentos de planejamento arquitetados no Microsoft Excel.
Requisitos do sistema
O Visual Studio 2010 pode ser instalado nos seguintes sistemas operacionais:
• Windows XP (x86) com Service Pack 3 - todas as edições, exceto Starter Edition
• Windows Vista (x86 e x64) com Service Pack 1 - todas as edições, exceto Starter Edition
• Windows 7 (x86 e x64)
• Windows Server 2003 (x86 e x64) com Service Pack 2
• Windows Server 2003 R2 (x86 e x64)
• Windows Server 2008 (x86 e x64) com Service Pack 2
Arquiteturas compatíveis:
• 32 bits (x86)
Requisitos de hardware
• Computador com processador de 1.6GHz ou superior
• 1024MB de RAM
• 3GB de espaço em disco disponível
• Unidade de disco rígido de 5400 RPM
• Placa de vídeo compatível com DirectX 9 que seja executada em uma resolução de vídeo de 1280 x 1024 ou superior
• Unidade de DVD-ROM
Tamanho: 2,23 GB
Formato: Rar
Facilidade de Uso: 9
Interface Gráfica: 10
Número de Mídias: 1 DVD
Idioma: Inglês