22º dia - registrando a data de 15/09/2010.
Quando estava eu, analisando as possibilidades de começar mais um curso superior, fiz um levantamento dos prós e dos contras. Sei que a experiência de 04 anos na universidade, facilita a construção de um caminho de melhores escolhas, já que conseguimos filtrar mais oportunidades.
Nas 02 disciplinas que tive no dia 15/09, percebi que os professos não conhecem todas as suas possibilidades. (naquele momento fiquei assustado). Como minha monografia foi uma Avaliação da Instituição da UFS, conhece alguma coisa sobre áreas de atuação de uma universidade.
Qualquer docente de Universidade "Cidade do Universo" deve ter 03 atuações:
Pesquisador - deve estimular os alunos a pesquisarem sobre diversos temas, até porque como grande detentor de informações deve fazer uso desse espaço do saber
Educador - ser didático e atencioso o suficiente para os estudantes de todos os cursos afins
E por último e para mim o mais importante, Integrador - deve fazer a integração de seus conhecimentos em benefícios da sociedade (não a sociedade estudiosa ou como muitos chamam de sociedade de pares, mas sim para todos os beneficiários de tais conhecimentos)
O professor nada mais é que o elo entre os inexperientes alunos e a comunidade do entorno. de foma a possibilitar o desenvolvimento local, regional e dos próprios alunos, tal ação caracteriza-se por atividade de extensão. Só que a UFS não se executa tantas atividades quanto a comunidade necessita, ficando presa ao discurso pragmático, indigerível e totalmente anti-didático que o mercado, a sociedade e o país não necessitam (basta Brasília).
Necessitamos de uma diversidade de atividades que torne o aluno um multiplicador de conhecimentos, uma mudança. E não só um mero publicador de artigos e livros técnicos ou em instância inferior, um docente cansado, estressado e desatencioso.
E por último e para mim o mais importante, Integrador - deve fazer a integração de seus conhecimentos em benefícios da sociedade (não a sociedade estudiosa ou como muitos chamam de sociedade de pares, mas sim para todos os beneficiários de tais conhecimentos)
O professor nada mais é que o elo entre os inexperientes alunos e a comunidade do entorno. de foma a possibilitar o desenvolvimento local, regional e dos próprios alunos, tal ação caracteriza-se por atividade de extensão. Só que a UFS não se executa tantas atividades quanto a comunidade necessita, ficando presa ao discurso pragmático, indigerível e totalmente anti-didático que o mercado, a sociedade e o país não necessitam (basta Brasília).
Necessitamos de uma diversidade de atividades que torne o aluno um multiplicador de conhecimentos, uma mudança. E não só um mero publicador de artigos e livros técnicos ou em instância inferior, um docente cansado, estressado e desatencioso.