sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Construções, implantações e renovações de hotéis

Olá caros leitores,

Segue o título desta postagem o link direto para o site.

Não pude postá-la diretamente porque o endereço eletrônico é bloqueado, mas segue a notícia que por sinal é muito interessante não só para o setor como também para servir de modelo de plano de negócios, muito bom aproveitem.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Como fazer uma análise de mercado







O tema de hoje é algo que assombra muitos empreendedores, mas que no final é essencial para quem está pensando em lançar um novo produto: a análise de mercado.
Mas afinal, qual o significado de uma análise de mercado?
A análise serve para você chegar a duas e apenas duas conclusões.




O que os seus clientes querem?
Não importa muito se você acha o produto genial, lindo e maravilhoso, você precisa saber o que seu potencial cliente acha. Se você está querendo lançar um produto já existente, descubra o que as pessoas gostam nele e copie ou faça melhor do que o já existente. Descubra os problemas enfrentados pelos clientes e evite que sua versão tenha esse problema.




O que os seus concorrentes oferecem?
Lembre-se que se você acha que não terá competição há algo errado. Mesmo sendo um produto totalmente novo, ele precisa satisfazer uma necessidade já existente. Imagine que você era um vendedor de celulares na antiguidade, sua concorrência seriam os treinadores de pombos-correio. Baseado no que os clientes querem, analise como você está em relação aos concorrentes. Aqui vale muito a criatividade para pensar em como superá-los.


Na prática, existem 2 formas de conseguir essas informações.


Pesquisa de Gabinete
Procurar informações em internet, jornais, etc. pode ser uma boa possibilidade, mas dificilmente te dará ideias muito específicas. Recomendo essas fontes apenas para dar uma noção do potencial de mercado, as informações mais úteis virão na pesquisa de campo.


Pesquisa de Campo
Em algum momento será necessário perguntar diretamente ao cliente o que ele quer, reuniões presenciais são a melhor opção. Cara-de-pau e um bom papo farão muita diferença. Afinal de contas, as pessoas são ocupadas, não é fácil pedir para elas pararem suas vidas por um tempo só para te passar informações. Também nunca se esqueça da ética no processo.
Logicamente dependendo do tipo de negócio as informações serão obtidas de formas diferentes, mas no final não são as planilhas, relatórios, estudos, etc. que importam, são as conclusões criativas sobre como satisfazer o cliente de uma forma melhor do que ele é satisfeito hoje em dia.
Caso tenham histórias ou sugestões sobre como fazer melhores análises de mercado, por favor nos mandem.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Mercado brasileiro cresceu 20%, diz pesquisa da FGV

A Fundação Getúlio Vargas divulgou nesta segunda (21), pesquisa que comprova o crescimento de quase 20% do mercado consumidor brasileiro entre 2003 e 2008. Durante o período, cerca de 32 milhões de brasileiros ingressaram nesse mercado. De acordo com o levantamento, a classe média aumentou 31,05% e a classe alta ficou em 37,02%. Quase metade da população brasileira (49,22%) está na classe C, o equivalente a 97,1 milhões de brasileiros. O estudo da FGV aponta que a pobreza caiu em 43,04%, o que corresponde a menos 19,4 milhões de brasileiros. Ainda segundo a pesquisa, o crescimento econômico, os programas de transferência de renda e o aumento real do salário mínimo são as principais explicações para a ascenção social no país nos últimos 5 anos.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Valor total das 100 maiores marcas cai pela 1ª vez em dez anos

O valor total das 100 maiores marcas globais caiu pela primeira vez desde 2000, quando o dado começou a ser medido por uma consultoria. Segundo o ranking elaborado pela consultoria Interbrand e a revista BusinessWeek divulgado nesta sexta-feira, as 100 marcas comerciais mais bem-sucedidas em 2009 valiam, em conjunto, US$ 1,2 trilhões.


O valor é US$ 55 bilhões - ou 4,6% - inferior ao do ano passado. A Interbrand atribui a queda à recessão econômica em vários países do mundo este ano.Não houve mudança na posição das cinco primeiras marcas do ranking em relação ao ano passado - Coca-Cola, IBM, Microsoft, GE e Nokia.

A marca que mais se valorizou no último ano foi o Google, de serviços de internet, que pulou da décima para a sétima colocação no ranking. A Interbrand estima que a marca Google vale hoje US$ 31 bilhões, 25% a mais do que no ano passado.


Recessão


O relatório sobre as marcas mais valiosas destaca que o Google opera "com baixos preços e alta funcionalidade e transparência". Entre os produtos do Google destacados pela Interbrand estão o navegador Google Chrome e o software Android, para telefones.

Depois do Google, a empresa americana de vendas online Amazon e a espanhola de moda Zara foram as que mais se valorizaram.As marcas que mais perderam valor foram do setor bancário e da indústria automobilística. As instituições financeiras Merrill Lynch e AIG, que no ranking de 2008 estavam nas posições 34 e 54, respectivamente, não aparecem na lista deste ano, após serem socorridas pelo governo americano. A suíça UBS perdeu metade do seu valor.

No setor automotivo, nenhuma das 12 marcas de montadoras que aparecem na lista aumentou seu valor em 2009. A Harley Davidson, de motocicletas, perdeu 43% do seu valor.


"A recessão fez com que os líderes das marcas tivessem o mais duro teste das suas carreiras", afirma o estudo da Interbrand.


"As empresas tiveram de ajustar rapidamente na medida em que os consumidores reexaminaram suas compras e repensaram sua lealdade às marcas."


O valor da marca é um cálculo feito por consultorias especializadas e é uma representação financeira do que a marca significa para os ganhos de uma empresa. O cálculo leva em conta três fatores: os ganhos financeiros obtidos pelas empresas com suas marcas, a preferência dos consumidores pela marca e estimativas sobre a capacidade da marca de gerar ganhos no futuro.

Para compilar a lista das 100 melhores marcas, a Interbrand faz uma lista preliminar das marcas globais baseada em consultas com várias empresas no mundo todo. Alguns setores - como telecomunicações e farmacêutico - são excluídos do ranking. No caso das telecomunicações, isso é devido ao alto nível de fusões e aquisições. No caso do setor farmacêutico, é porque os consumidores consomem produtos por exigências médicas.

A partir desta pré-lista, a consultoria analisa quais marcas tiveram melhor desempenho. A metodologia também exclui empresas que não disponibilizam amplos dados financeiros. Além disso, pelo menos um terço do valor das marcas que entram no ranking precisa ser obtido fora do país de origem.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Steve Jobs is back



















O evento da Apple começou há pouco com Steve Jobs no palco. O público foi ao delírio, aplausos prologandos de vários minutos.


"Eu estou muito feliz de estar aqui hoje. Como alguns de vocês devem saber, eu fiz recentemente um transplante de fígado. Eu estou muito grato ao jovem de 20 anos que teve a generosidade de me doar o seu fígado." O jovem morreu em um acidente de trânsito.


Alguns números da Apple:

- Em pouco mais de 2 anos a Apple vendeu mais de 30 milhões de iPhone.

- + de 75 mil aplicativos para iPhone estão disponíves na iTunes.

- Mais de 1.8 bilhões de download de aplicativos já foram feitos.

- Uma novidade: a iTunes oferece mais de 30 mil ringtones na loja.

- 8.5 bilhões de músicas já foram comercializadas pela itunes. FANTÁSTICO!


(Quando a iTunes surgiu a Napster dominava. Antes mesmo da indústria da música cortar as asinhas da Napster, a Apple lançou a iTunes e começou a ganhar dinheiro com algo que aparentemente tinha sido conquistado pelos piratas: a indústria da música).


- A iTunes tem mais de 100 milhões de clientes cadastrados. ANIMAL!!!


(VENCE QUEM TIVER RELACIONAMENTO DIRETO COM OS CLIENTES! Aquele que terceiriza a EVANGELIZAÇÃO dos seus produtos e serviços para revendedores, varejistas, consultores etc tem um problemaço para resolver).


Jobs anunciou esses números porque está fazendo agora uma demonstração da iTunes 9. A iTunes 9 ganhou várias facilidades. Vamos ver...


A demo da itunes 9 foi chata. A Apple redesenhou a interface, amarrou com as redes sociais, BUT, acho que melhorou muito pouco.


Agora é hora dos iPods...

















iPod que mais vende no mundo é o iPod Touch. A Apple já vendeu mais de 20 milhões de iPod Touchs desde que foi lançado há pouco mais de dois anos atrás. Enquanto a Apple vai vendendo o peixe do iTouch, blá blá blá. Os blogueiros metralham seus notes.
















A Apple está mostrando o iTouch como se fosse o CANIVETE SUIÇO DO SÉCULO 21. Excelente para gamers e excelente para profissionais. É possível posicionar um produto como EXCELENTE para gamers e profissionais? Bem, o Philip Kotler deve estar se revirando em seu sofá marketeiro, mas, talvez, a Apple possa, e consiga.

Talvez as necessidades da pessoa física estejam se convergindo com as necessidades da pessoa jurídica. Será?

(A presentation agora descanbou para uma série de demo de joguinhos sofisticados para iTouch. Boring...)

Depois das demos, Phil volta ao palco para posicionar o iTouch : "A mais acessível porta de entrada para a Apple Store"

BACANA!

iPod, iTouch, iPhone, TUDO LEGAL, mas a Apple deixa claro que são apenas chaves que você precisa ter para entrar na NUVEM, na tal da CLOUD COMPUTING.

Preço do iTouch nos EUA = 199 doletas pelo modelo de 8 gigas.

Preço Brasil = coloca um zero a direita... e você tem algo como 1.990,00. Dureza...


Outros modelos disponíveis, iTouch de 32 gigas = 299 dólares, 64 gigas = 399 dólares.

64 gigas no seu bolso!!!! Pouco?

Então leve para casa o iPod Classic com 160 gigas por 249 doletas.


Agora é a vez do Shuffle... (E o estilo Apple de fazer presentations continua o mesmo. Grandes imagens no fundo, poucas palavras, demo de produtos, diferentes apresentadores, diálogos entre eles)

Novidades no Shuffle, modelos de 2 gigas coloridos por 59 dólares, 79 dólares por um modelo de 4 gigas, e um modelo especial de aço polido por 99 dólares. E Steve Jobs volta ao palco... e o iPhone? Não...vem ai a filmadora da Apple...















A Apple vendeu mais de 100 milhões de iPods Nano, o que faz do Nano o mais popular tocador de música do mundo

E por isso... a melhor plataforma para transformá-lo em uma filmadora portátil...

Por que a Apple está transformando o seu mais popular tocador de música em uma filmadora?
Porque o mercado de vídeos está bombando lá fora.
Porque o mercado de vídeo já é uma realidade lá fora e o líder de mercado nesse segmento será destruído por uma multinacional.


Do que eu estou falando?
Faz alguns anos que a filmadora portátil mais vendida nos EUA chama-se FLIP. A FLIP é uma filmadora simples, compacta, sem firulas, criada por uma pequena empresa agressiva, que chegou comendo pelas beiradas, tirando o mercado da Sony etc, e em alguns anos se transformou em um ícone de consumo americano.
Infelizmente, a FLIP nunca chegou a ser comercializada no Brasil. Por algum motivo, os milhares de brasileiros que vão todos os anos para os EUA não perceberam a FLIP nas lojas americanas, ou perceberam, mas acharam a FLIP muito "chumbrega" para fazer filmes decentes.
A FLIP é um típico caso de uma pequena empresa inovadora que inventou um produto quebra tudo, criou um mercado praticamente sozinha, e quando precisava de dinheiro para expandir, se vendeu para uma grande multinacional. Faz pouco mais de um ano que a FLIP foi comprada pela Cisco.

A Apple, sabendo da incapacidade da Cisco em fazer um trabalho inovador no mercado de varejo, está lançando o iPod Nano para pegar o vácuo que vai ficar quando a politicagem da Cisco atrapalhar os planos inovadores da FLIP.

Eu sei da FLIP há anos. Em 2004 quando abordamos os caras para trazer a FLIP para o Brasil, os fundadores se recusaram porque não conseguiam dar demanda do mercado americano. Em 2007, quando voltamos a carga, eles falaram que já estavam em conversação com a Cisco. Em 2008, quando a FLIP passou a ser Cisco, a coisa parou de vez. Os caras da Cisco que conversamos sobre FLIP não entendiam nada do mercado da FLIP e por isso não conseguiam (e ainda não conseguem) tomar nenhuma decisão sobre o produto.

Enquanto isso, a Apple mexe no tabuleiro, muda as regras do jogo, e aproveita do descuido da FLIP/Cisco para arrebentar no mercado de vídeo portátil. Tá nascendo um GIGANTE.
Mais uma vez a Apple vai se aproveitar de um mercado inventado por outros para conquistá-lo com DESIGN, SOFTWARE (iTunes) e CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO (Lojas Apple).
A Apple não inventou o MP3, quem inventou comercialmente foi a Rio e a Creative Labs, mas ambas não entenderam o que tinham na mão. A Apple não inventou o SmartPhone, mas, bye bye everybody, o mundo é do iPhone. A Apple não inventou a filmadora portátil, MAS, a Apple entende de CLOUD COMPUTING (a seu modo) mais do que ninguém, e está bem posicionada para arrebentar nos vídeos.

Enquanto isso... no quartel general da Cisco...em alguma torre de mármore em alguma cidade grande... alguns engravatados estão fazendo suas planilhas sem qualquer entendimento de FLIP, NanoFlip etc.

É assim que se mata um produto FANTÁSTICO... você dá para uma grande multinacional que não entende nada do assunto e deixa eles se estreparem sozinhos.


Enquanto isso, em uma das 1.500 Apple Stores espalhadas pelo mundo, os 50 mil vendedores treinados e fanáticos por Apple estão metralhando e EVANGELIZANDO o novíssimo iPod NanoFlip nesse exato momento para as mais de 3 milhões de pessoas que visitam as lojas da Apple DI-A-RI-A-MEN-TE.


FIM DO EVENTO. Como eu falei, NASCEU um gigante. Em 02 anos, a Apple vai DOMINAR completamente o mercado de filmadoras portáteis.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

França quer bem-estar como indicador

PARIS - A França pretende incluir a felicidade e o bem-estar entre seus medidores de progresso econômico, disse hoje o presidente Nicolas Sarkozy, conclamando outros países a aderir a uma “revolução” no modo como o crescimento é acompanhado após a crise global.
O país vai adaptar as ferramentas estatísticas conforme o recomendado por dois prêmios Nobel que Sarkozy contratou 18 meses atrás para analisar novas maneiras de medir o progresso social. A França - cujo crescimento ficou abaixo de países similares nas últimas décadas, em indicadores padrão - também vai tentar convencer outros governos a mudar o acompanhamento econômico.
O presidente deu as declarações em discurso pelo primeiro aniversário da quebra do banco americano Lehman Brothers.


“Uma grande revolução está esperando por nós. Por anos as pessoas disseram que as finanças eram um criador formidável de riqueza, só para descobrir um dia que isso acumulou tanto risco que o mundo quase caiu no caos”, disse Sarkozy.

“A crise não só nos deixa livres para imaginar outros modelos, outro futuro, outro mundo. Ela nos obriga a fazer isso.”

Medir o bem-estar faria a economia francesa - famosa por sua curta semana de trabalho e pelos generosos benefícios sociais - parecer mais promissora.
Sarkozy pediu ao americano Joseph Stiglitz, ganhador do Nobel de Economia de 2001, e ao indiano Armatya Sen, Nobel de 1998, para liderar a análise. Sen ajudou a criar o Índice de Desenvolvimento Humano das Nações Unidas, indicador anual de bem-estar social que ajuda a formular políticas internacionais que levem em conta padrões de saúde e qualidade de vida.
O relatório dos economistas, entregue hoje a Sarkozy, recomenda transferir o foco estatístico do Produto Interno Bruto (PIB), que mede a produção econômica, para o bem-estar e a sustentabilidade. Eles defendem que mensurar a renda familiar, o consumo e a riqueza, em vez da produção da economia como um todo, reflete melhor os padrões da vida da população. Atividades fora do mercado, como a limpeza de casas, também devem ser consideradas.
O novo modelo também prega mais importância para a distribuição de renda e riqueza e para o acesso à educação e ao sistema de saúde. Também deve ser considerado se os países estão consumindo em excesso seus recursos econômicos e prejudicando o meio ambiente.
(Associated Press)Carregando...

Os 10 mandamentos do gerenciamento de projetos

I – Estreitarás teus escopos. Nada é pior do que um projeto interminável. Ele pode sugar todos os recursos e esgotar até mesmo a equipe mais motivada. Para manter os projetos firmes e orientados, concentre seus maiores esforços em projetos menores, que tenham entregas (”deliverables“) alcançáveis e que possam cumprir seus prazos. A longo prazo, uma série de vitórias pequenas tem mais impacto sobre a organização do que uma gigantesca orquestra sinfônica que nunca chega a tocar.

II – Não tolerarás equipes inchadas. Uma boa maneira de começar com o pé direito é garantir que a equipe do projeto terá o tamanho certo. Equipes maiores são mais difíceis de motivar e administrar, e as personalidades podem ficar no meio do caminho, atrapalhando o trabalho. Não existe um tamanho ideal para a equipe, mas uma boa regra empírica é ter uma pessoa para cada papel e um papel para cada pessoa. Se alguns integrantes tiverem que desempenhar mais de um papel, tudo bem – se você for errar o dimensionamento, erre a favor de uma equipe menor.

III – Exigirás dedicação de todas as áreas envolvidas. Se a área de TI aceitar um prazo apertado, mas parte dos documentos de projeto precisar ser aprovado pelas demais áreas da organização, e elas não estiverem comprometidas da mesma forma, o projeto acaba virando uma gincana. Se as áreas de negócio aceitam um prazo apertado, mas dependem de um aplicativo a ser desenvolvido pela área de TI, que não está comprometida da mesma forma, o projeto também acaba virando uma gincana. O gerente de projeto deve se posicionar de forma a que todas as áreas diretamente envolvidas no sucesso do projeto estejam comprometidas, e disponíveis na medida da necessidade, desde o princípio.

IV – Estabelecerás um comitê para analisar o andamento. O comitê de acompanhamento, qualquer que seja seu título oficial, é o corpo diretivo do projeto. Ao mesmo tempo em que lida com questões relacionadas às políticas e estratégias da empresa, ele pode e deve remover as lombadas e obstáculos do caminho do projeto. Um arranjo típico envolve reuniões quinzenais das áreas de gerência intermediária envolvidas no projeto, para analisar seu andamento e verificar como se envolver das formas descritas acima.

V – Não consumirás tua equipe. O ‘burnout’, ou esgotamento físico e mental dos membros da equipe, causado pelo stress e esforço das atividades, não é incomum. Fique atento às necessidades das pessoas e evite este efeito que reduz a efetividade da equipe – não planeje de forma que o envolvimento das pessoas vá exigir sacrifícios incomuns e continuados. Em particular, evite o efeito do envolvimento serial: o popular efeito “sempre os mesmos” – pessoas que se destacam por resolver bem os problemas que recebem, e assim acabam sendo envolvidos em mais projetos do que seria racional, gerando stress para elas, e disputa de recursos para os projetos.

VI – Buscarás apoio externo quando necessário. Adotar consultores em gerenciamento de projetos é uma forma de prevenir o esgotamento. Além de aumentar as equipes, os especialistas externos muitas vezes podem trazer valiosas novas idéias, perspectivas e energias. É essencial trazer o profissional certo no momento certo: especialistas nos aspectos técnicos e de mercado não são a mesma coisa que especialistas em gerenciamento de projetos. Considere as características do projeto e da equipe antes de definir o tipo de apoio externo necessário.

VII – Darás poder às tuas equipes. Equipes de projeto que já estejam se esforçando para cumprir seus escopos e prazos não precisam ter preocupações adicionais com questões formais como o preenchimento de formulários de registro de atividades para seus departamentos, ou participação em reuniões periódicas de seu órgão de origem. Ao invés disso, eles devem ter o poder discricionário de dedicar-se às atividades essenciais e que agregam valor ao projeto, e a estrutura deve se esforçar para adaptar-se a estas condições. Mas é importante que os membros da equipe correspondam a esta confiança, saibam claramente o que se espera deles e de que forma devem usar sua iniciativa.

VIII – Usarás ferramentas de gerenciamento de projetos. Tarefas mundanas de gerenciamento de projetos podem ser automatizadas. Procure ferramentas que ofereçam acompanhamento do andamento, gerenciamento de tarefas, gerenciamento do fluxo de trabalho e análise de recursos, e que funcionam em uma plataforma de Intranet que promova o compartilhamento e a comunicação. Mas lembre-se de que usar tecnologias que acrescentem uma camada extra de complexidade a um projeto já desafiador por si pode não ser uma boa idéia.

IX – Reconhecerás o sucesso. Todos os participantes do projeto devem ser reconhecidos de forma positiva pelo esforço que praticaram. As recompensas não precisam ser extravagantes. É fundamental que a origem real do reconhecimento – seja a Presidência, a direção da filial regional, o principal patrocinador do projeto ou o seu gerente – fique clara para todos, e que se manifeste de forma tão individual e personalizada quanto possível.

X – Não tolerarás gambiarras. Políticas sólidas de gerenciamento de projetos devem eliminar antecipadamente a tentação de recorrer a alternativas rápidas e rasteiras, que só levam a erros, desperdício, retrabalho e frustração.
Autor: James Kerr (tradução livre)

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

A oitava ferramenta da Qualidade

Pois bem, hoje este artigo tem como titulo um tema muito promissor, pois quem poderia pensar que as 7 ferramentas da Qualidade, seriam 8, isso mesmo, pare um pouco e vamos avaliar a situação deste tema.

A ação humana sempre gera resultado seja positiva ou negativa, porém resulta em algo. Para que isso ocorra, esta ação sempre tem uma função destinada, isso mesmo, nada se faz sem ao menos ter objetivo firmado. Com este pensamento de melhoria em Sistema de Gestão da Qualidade toda a ação corretiva nem sempre gera um resultado único , as vezes dependendo você terá apenas um resultado de contenção ou até mesmo uma sem ação resultado .

Lembre-se:


1° Pareto é avaliar freqüência com objetivo na tomada de decisões;


2° Diagramas de causa-efeito utilizado para classificar;


3° Histogramas indicador da distribuição de dados;


4° Folhas de verificação sempre utilizada para coleta de dados;


5° Gráfico de dispersão utilizada para avaliação de duas variáves;


6° Fluxograma representação esquemática de todo um processo;


7° Carta de controle aplicado para acompanhamento durante o processo.


8° “Você”

Responsável pela aplicação de todas as 7 ferramentas anteriores e ainda mais, a ferramenta “você” é auto suficiente para aplicar e avaliar as demais, levando em conta que todas estas 7 ferramentas são dependentes de ações da oitava ferramenta.

A ferramenta “você” é aplicada conforme sua capacidade de execução, normalmente utilizada no inicio de uma aplicação de processo e no final para avaliação do mesmo processo. Com certeza você deve estar se perguntando, o por que deste artigo voltado para esta ferramenta chamada “você” ? simples, “você” esta presente no chão de fábrica , na Gestão e em todos os setores da empresa, aplique cada dia mais “você” no seu dia a dia, isso é o que torna o processo de melhoria continua um resultado aplicado de forma eficaz.

Torne-se a 8° ferramenta da Qualidade em sua empresa e aplique seu conhecimento na execução de todas as 7 ferramentas da Qualidade, atribua suas aplicações em algo realmente objetivo, resultado disto é a efetividade das ações.

Lembre-se você não é invenção e sim uma grande caixa de idéias e conhecimento.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Onde inserir, no Mercado de Trabalho, tantos doutores?

No curto intervalo de duas décadas, entre 1981 e 2000, o Brasil passou da 28ª para 17ª posição no ranking mundial de produção de ciência. Os dados, relativos à elaboração de artigos científicos, são do Institute for Scientific Information (ISI), entidade de reconhecido prestígio em bibliometria.Nesta posição, o Brasil está à frente da Bélgica, Escócia e Israel, entre outros, e bem próximo da Coréia do Sul, Suíça, Suécia, Índia e Holanda.O avanço da pesquisa científica brasileira, apesar de dificuldades históricas que ainda permanecem, resulta de iniciativas tomadas há meio século, especialmente com a constituição do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), principal agência nacional de fomento.Nos anos 60, além da criação da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), também foram implantados vários cursos de pós-graduação destinados à formação de novos pesquisadores.

Desde então, novas agências estaduais de apoio à pesquisa foram instaladas e fortalecidas. E, em meados dos anos 80, a criação do Ministério da Ciência e Tecnologia enfatizou a política científica e definiu áreas estratégicas para investimento e apoio.Entre as dificuldades que ainda emperram o desenvolvimento da ciência no Brasil estão a concentração das investigações em universidades e institutos públicos, com uma contrapartida pouco significativa da iniciativa privada, além do fluxo irregular de recursos financeiros.

Os cenários mais recentes, no entanto, acenam com perspectivas promissoras em relação a estas limitações. Empresas privadas estão se dando conta de novas perspectivas de negócios envolvendo pesquisa, desenvolvimento e aplicação. Do lado dos financiamentos públicos, os fundos setoriais – percentual de recursos obtidos com atividades como exploração de petróleo e energia elétrica, entre outros – devem ampliar sensivelmente os financiamentos destinados à pesquisa científica.

Por incrível que pareça, um novo desafio do Brasil é incorporar sua grande quantidade de doutores no mercado de trabalho. Um expediente usado até agora vem sendo a concessão de bolsas de pesquisa. Mas essa é uma situação improvisada que não pode continuar. As universidade públicas dispõem de cerca de 6 mil vagas, das quais apenas 2 mil deverão ser preenchidas no curto prazo. O país precisa dessa mão-de-obra altamente qualificada. Para que ela tenha um horizonte profissional é necessária maior audácia da iniciativa privada.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

10 habilidades em Gerenciamento de Projetos que podem ajudar à sua carreira

Published in Habilidades do GP |
Autor: Michelle LaBrosse, PMP


Estas dicas importantíssimas foram publicadas na newsletter de Agosto do PMI Sâo Paulo. Sugiro uma leitura minuciosa e colocar em prática para o desenvolvimento do soft skill dos gerentes de projetos.
1. Mostrar resultados. Gerenciamento de Projeto é a arte e a ciência de se fazer as coisas acontecerem. Quando você melhorar suas habilidades em Gerenciamento de Projetos, você saberá como fazer acontecer mais rapidamente e eficientemente, e ainda mais importante, você aprende como documentar os resultados. Em nossa carreira, comumente só somos bons pelas nossas últimas decisões. Você não pode ser um profissional de acertos únicos. Em vez disso, poderá, como um gráfico, ano após ano, mostrando sucesso após o sucesso.
2. Ser eficiente. Quando você aplica os princípios de Gerenciamento de Projetos no seu trabalho, na sua casa ou vida, você parar de reinventar a roda. O Gerenciamento de Projetos ensina você como tornar mais eficiente o uso dos recursos para gerar o melhor resultado no menor período de tempo. Ao final de cada projeto, você captura as melhores práticas e lições aprendidas, criando uma documentação de valor incalculável com erros e acertos. Soa muito bom para ser verdade? Bons Gerentes de Projetos o fazem em todos os projetos, e você pode também.
3. Criar um diálogo permanente. Um erro comum em Gerenciamento de Projetos e no time de projetos é o pressuposto que uma reunião basta para que todos possam seguir o trabalho do projeto e, em seguida, termina a comunicação, e de algum modo tudo magicamente será terminado. Suas competências de comunicação não são sobre o seu vocabulário. Elas são sobre a forma como você gerencia sua comunicação. Você está comunicando com freqüência suficiente e com clareza? Está comunicando o que é relevante? Você está comunicando o seu sucesso?
4. Jogar bem com os outros. As pessoas ouvem a palavra trabalho em equipe, e eles resmungam ou eles dizem que eles são, obviamente, um jogador da equipe. É por isso que eu queria trazê-lo de volta para o lugar em nossa mente, no jardim da infância, chamada: Caixa de Areia. Você brinca bem com os outros? Será que as outras pessoas querem estar na sua equipe? São respeitados por você? Você ouve ativamente o que os outros têm a dizer? Bons Gerentes de Projetos sabem quando devem conduzir e quando sair do caminho. Quando alguém é entrevistado, você sabe o que essa pessoa está pensando: Posso trabalhar com ele? Será que o meu trabalho será bom com ela?
5. Deixar sua confiança brilhar. Quando alguém mostra confiança, todos na sala sentem também.
6. Manter seus Compromissos. Errar nos prazos e projetos que escorregam em rachaduras são erros assassinos na carreira. As habilidades de Gerenciamento de Projeto têm como foco o cumprimento de marcos e resultados que constroem sua reputação e dá aos membros do projeto uma razão para confiarem em você. “Sei que posso sempre contar com ela para fazer o trabalho.” Esta citação pode, e deve, ser sobre você.
7. Manter a calma. Bons Gerentes de Projetos não se desesperam. Eles podem permanecer calmos e no controle, porque eles têm documentações que contém todas as Informações críticas do projeto.
8. Adaptação a mudanças. Não ignore a mudança. Empresas mudam. Prazos se alteram. As pessoas vêm e vão. Bons Gerentes de Projetos sabem que muitas vezes tem que adaptar os planos e documentar o que mudou e quais serão os impactos das mudanças no projeto inteiro.
9. Saiba o que você não conhece. Quais são seus pontos fortes e fracos? Quais as competências que você precisa para se deslocar a partir do “status quo” para o próximo nível? Uma vez que você tenha uma base sólida de Gestão de Projetos, continue crescendo nestas habilidades. Não estagnar, aprendizagem contínua e uma sede de conhecimento são sempre atraentes para os empregadores e membros da equipe.
10. Liderança com propósito e paixão. As pessoas vão acompanhar aqueles que sabem o que que estão fazendo e que pode gerar resultados. Gerenciamento de Projeto é uma poderosa ferramenta de liderança, pois não só nos mostra como manter o nosso olhar sobre o prêmio e da finalidade, mas é também sobre a paixão de conquistar o sucesso. Nada melhor do que o sentimento de realização.



Fonte: Published in PM World Today – September 2007 (Vol. IX, Issue IX)
http://www.pmworldtoday.net/tips/2007/sep.htm#4 ou Versão PDF
http://www.pmforum.org/library/tips/2007/PDFs/LaBrosse-9-07.pdf